Dono de longa jornada, Luiz Carlos Trabuco imprime seu estilo na presidência do Bradesco

Com grande parte de seus esforços voltados à melhoria do atendimento ao cliente, Luiz Carlos Trabuco deu início ao seu trabalho na presidência do Bradesco. Dessa forma, não se preocupou em assumir qualquer liderança de mercado. Apesar disso, negócios de grande porte começaram a ser consolidados a partir de sua gestão frente ao banco, de modo que em um deles o executivo chamou atenção das outras instituições que compõem o segmento, uma vez que um alto valor foi empregado para que ocorresse.

A grande negociação que teve como intermediário Luiz Carlos Trabuco, contudo, tratava-se de uma empresa oriunda de um de seus concorrentes bancários. Para que a compra fosse finalmente efetivada, o banco desembolsou aproximadamente 5 bilhões de dólares. O investimento vultoso demandado, entretanto, começou a gerar bons resultados logo após sua aplicação, pois a instituição começou a notar que os clientes passaram a utilizar uma maior quantidade dos serviços disponibilizados. Empréstimos e depósitos são exemplos de produtos que começaram a ser procurados com mais frequência pelos clientes do Bradesco.

O presidente do banco, Luiz Carlos Trabuco, nasceu exatamente na mesma localidade onde o banco adotou para abrir sua agência inicial. Em Marília, assim que terminou o equivalente ao ensino médio atual, ele foi procurar emprego justamente no banco onde atualmente é presidente. Sua contratação, no entanto, foi para a função de escriturário. Conciliando trabalho com estudos, conseguiu concluir sua graduação na USP (Universidade de São Paulo), onde optou por frequentar a faculdade de Filosofia, Ciência e Letras.

Para que conseguisse atingir o posto mais disputado da presidência, o executivo teve de trabalhar em diversos setores da organização, trajeto este trilhado pela maioria dos colaboradores que alcançaram o mesmo intento. Trabalhando no banco por muitas décadas ininterruptas, o agora presidente teve sua carreira valorizada quando de sua gestão no segmento de seguros que a instituição possui, já que ocasionou importante lucratividade para toda a corporação.

Como presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco começou a colocar em prática algo que já planejava por muito tempo: a construção de uma universidade voltada à formação de profissionais que pudessem exercer funções executivas. Além disso, ele adota uma forma própria de lidar com as novas promoções, pois prefere ter contato direto com cada colaborador que esteja em situação de ser promovido, uma vez que acredita na importância de se conversar com todos.

Durante muitos anos a instituição optou por promover apenas os funcionários já presentes em seu quadro de pessoal, prática que foi alterada por Luiz Carlos Trabuco, dada sua busca por colaboradores que não integrassem a empresa. O executivo Renato Ejnisman foi um dos que conseguiram ingressar na organização de maneira não convencional e hoje responde por uma área estratégica dentro da corporação. Embora o cargo de presidente possa transparecer o de um líder que apenas dê ordens aos seus subordinados, tal perfil não se encaixa ao gestor máximo do banco, pois sua agenda está sempre repleta de compromissos que ultrapassam até mesmo a carga horária adotada como padrão para quem ocupa tal posição.

 

Empresa que atuava com assistência técnica aposta em formação de profissionais

Com a crise econômica, muitas empresas passaram por mudanças drásticas, inclusive no que diz respeito aos objetivos do negócio. Esse foi o caso de um negócio que começou com o objetivo de prestar serviços de assistência técnica de celulares. A empresa que era administrada por Kleber Mazzei e seu irmão Kevin, funcionou por quase quatro anos apenas como assistência técnica, até que em 2013 houve uma grande escassez de profissionais que pudessem atuar na área.

A empresa enfrentou o obstáculo de não ter mão de obra qualificada para contratar, então surgiu a grande ideia que reformulou todo o setor de trabalho da empresa, os empresários decidiram que iriam qualificar profissionais para atuar no setor de assistência técnica de celulares.

Sendo assim, a empresa mudou o objetivo que era assistência técnica para formação de profissionais voltados para a área técnica. Atualmente, a empresa que se chama KM Multi já consegue se manter no mercado e arrecadar mais da metade de sua receita através dos cursos ministrados. Os empresários revelaram que 65% de toda a receita da empresa é conquistada mensalmente através dos cursos.

O empresário Kleber disse sobre a necessidade de um curso de qualificação profissional: “Tem muita gente que conserta celular e nunca fez curso, que aprende vendo vídeos. Mas tem coisa que só se aprende na aula prática”.

Aos 31 anos de idade, o empresário Kleber que é formado em recursos humanos, administra a empresa KM Multi e atua no gerenciamento de marketing. Já seu irmão Kevin de 24 anos, que é técnico em eletrônica, atua na empresa na parte operacional para concertar os aparelhos que precisam de assistência e para formar os futuros profissionais para a área.

Quando a empresa começou a funcionar em 2009, apenas os dois empresários atuavam na assistência técnica de celulares. A partir de 2013 a empresa passou a empregar outros cinco funcionários, sendo eles dois professores, dois técnicos e um atendente.

O investimento inicial feito pelos empresários foi de R$ 10 mil para abrir o negócio de assistência técnica. Mas tiveram que investir 30 vezes mais para montar a escola de cursos, um total de R$ 300 mil. Contudo, atualmente a empresa já fatura R$ 80 mil todo mês com as mudanças realizadas, o que indica um crescimento de 16% já sentido no ano de 2016.

Conheça mais sobre a vida e a carreira bem-sucedida de José Auriemo Neto

José Auriemo Neto já se destaca desde a infância como sendo uma criança precoce, que começou a andar e a falar bem antes das outras. Em sua vida adulta, o empresário também pode ser descrito como precoce, tendo em vista que assumiu o comando da empresa de sua família, a incorporadora JHSF, com menos de 30 anos de idade, em substituição ao pai, Fábio Auriemo.

Enquanto jovem, José Auriemo Neto acumulou experiências internacionais que foram importantes para a sua formação global e pluralista, incluindo a ocasião em que participou da Convivência Internacional de Jovens, realizada no Japão, a oportunidade em que jogou em um time da Noruega, e ainda a vez em que praticou a modalidade do hipismo com o reconhecido treinador Nelson Pessoa Filho.

Aos 17 anos, Zeco, como é chamado pelos amigos, optou por fazer Engenharia na Faculdade de Engenharia de São Paulo, porém, durante o quarto ano do curso, ele decidiu que não era essa a profissão que gostaria de exercer e trancou a faculdade. A partir de então, ele passou a acompanhar o pai na empresa da família, se tornando o administrador dos negócios alguns anos depois.

Anos antes, a JHSF havia adotado uma mudança em sua postura de mercado, passando a investir no segmento da incorporação imobiliária, uma decisão que elevou a empresa ao patamar das maiores do Brasil nessa área. A princípio, a empresa se dedicou a incorporação de prédios comerciais, mas em pouco tempo, já avançou para a incorporação de shopping centers, como é o caso do Shopping Metrô Santa Cruz e o Shopping Metrô Tucuruvi, ambos na Grande São Paulo.

Após chegar ao cargo de presidente da incorporadora, José Auriemo Neto também investiu em peso na área da incorporação de luxo, que crescia de forma impressionante na época. Nessa linha de mercado, o projeto mais ambicioso da JHSF foi o Parque Cidade Jardim, um gigantesco complexo de luxo construído na Marginal Pinheiros, uma região vista por muitos especialistas como inadequada para um projeto dessa magnitude.

Ciente das opiniões adversas, José Auriemo Neto apostou na ideia e não desistiu no projeto, que demorou anos a ser concluído e exigiu um árduo trabalho em equipe por parte de todos os funcionários e associados da JHSF. Construído em uma área de mais de 80 mil metros quadrados, o luxuoso complexo imobiliário é formado por um grande shopping center com mais de 150 lojas, edifícios residenciais, prédios comerciais, academias, restaurantes de luxo e uma sede do hotel Fasano. Depois de finalizado, o Parque Cidade Jardim foi um grande sucesso para a empresa, com unidades vendidas e alugadas em tempo recorde.

Em conjunto ao sucesso na vida profissional, José Auriemo Neto também leva uma vida plena no lado pessoal, tendo se casado há anos com a administradora Mariana Landmann Auriemo, com quem tem um casal de filhos, Antônio e Olivia. Nas horas vagas, além de dedicar seu tempo a família, o executivo também gosta de praticar golfe, um hobby que ele passou a apreciar depois de adulto.

 

Faturamento das microfranquias aumenta cerca de 8% no primeiro semestre de 2017

Há alguns anos o setor de franquias no Brasil vem apontando crescimento no mercado nacional, sendo a vantagem do baixo investimento inicial e as facilidades de trabalhar com home office alguns dos principais fatores que atraem pessoas com interesse em empreender. Apesar da média de aplicação inicial ser de R$44,1 mil, há franquias de pequeno porte que podem variar entre os valores de R$3 mil a R$90 mil.

Por meio de levantamentos realizados pela Associação Brasileira de Franchising – ABF, foi registrado quase 50% de aumento, em 3 anos, no número de microfranquias existente no país. De 2013 a 2016 foi mensurada uma elevação de aproximadamente 45%, passando de 384 para 557, respectivamente, a quantidade de franqueados. Ainda conforme dados da instituição, o faturamento do primeiro semestre de 2017 superou em 8% (R$74,4 bilhões) a arrecadação do mesmo período de 2016 (R$68,8 bilhões).

Guilherme Afif Domingos, presidente do Sebrae – Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, informou que esta expansão do setor deu origem a negócios em várias nas áreas de atuação, como alimentação, eletrônica e informática, moda, saúde e bem-estar, casa e construção, comunicação, turismo, e muitas outras. Para ele “a área de atuação de uma microfranquia depende da demanda local ou do mercado”.

Afif aconselha que a pessoa interessada em entrar neste setor faça uma gestão de investimento separando bem suas as finanças entre os recursos do negócio e os da vida pessoal. Além disso, buscar a identificação pessoal com o segmento a ser escolhido, valorizar a gestão do empreendimento e realizar avaliação de mercado são três pontos fundamentais para quem deseja abrir um negócio. “…antes de investir, é necessário conhecer o sistema de franquia, o seu funcionamento, avaliar o franqueador e analisar a viabilidade econômico-financeiro…”, recomenda.

O Sebrae define franquia como uma espécie de empreendimento que segue um padrão já existente desenvolvido por um franqueador que permite, por meio da venda de licença, o uso do modelo de seu negócio. Esta é uma boa estratégia para os que buscam empreender com consolidação de mercado e reconhecimento de público-alvo.

Descubra um pouco mais sobre a trajetória esportiva de Rodrigo Terpins

Assim como o seu pai, Jack Terpins, o esportista Rodrigo Terpins tem conquistado uma carreira de sucesso no meio esportivo, sendo também um empresário em ascensão. Ao tempo em que seu pai se destacou dentro das quadras, jogando basquete, ele se dedica a modalidade do rally, fazendo parte das maiores competições nacionais do esporte.

Jack Terpins, por sua vez, jogou basquete durante a década de 60, defendendo a camisa do time Hebraica, e mesmo após ter se aposentado das quadras e iniciado em uma nova profissão, como empresário e investidor imobiliário, o esportista permaneceu em evidência por apoiar a prática esportiva entre os mais jovens, identificando no esporte uma ótima opção de formação para os adolescentes.

Nas pistas repletas de curvas do rally, Rodrigo Terpins segue o exemplo de seu pai e se destaca por seu alto nível de comprometimento ao esporte, participando de diversos campeonatos na categoria. Entre os grandes destaques do esportista na modalidade, está a participação na 22ª edição do Rally dos Sertões, atualmente a principal competição off-road no Brasil, conhecida por seu complicado nível de dificuldade.

Nessa 22ª edição, a qual teve Goiânia como ponto de partida, os pilotos tiveram que passar por um percurso de cerca de 150 km marcado por trechos duros, que demandavam experiência e muita habilidade no volante. Mesmo com todos esses fatores adversos, a dupla liderada por Rodrigo Terpins conseguiu terminar a prova em 2 horas, finalizando a primeira etapa do rally em sétimo lugar na categoria Protótipos T1.

Acerca desse início de competição, o piloto Rodrigo Terpins relatou em entrevista que o trajeto foi marcado por vários tipos distintos de terrenos, com pontos cheios de altos e baixos, o que elevou o nível de dificuldade. Porém, mesmo com as adversidades, ele concluiu que o veículo cumpriu com o planejado, permitindo que a dupla realizasse todas as ultrapassagens previstas. Para isso, foi preciso ter bastante atenção com a suspensão do automóvel, um fator essencial para o sucesso nessa fase da competição.

No total, a 22ª edição do Rally dos Sertões teve cerca de 2.500 km percorridos, divididos em sete fases e passando por dois estados. Na classificação final, o piloto Rodrigo Terpins e sua dupla, o navegador Fabrício Bianchini, conquistaram colocações no pódio e terminaram com a oitava posição no ranking final, do qual fizeram parte quase 40 pilotos.

Segundo os entendedores da modalidade, essa edição do Rally dos Sertões entrou para a história como uma das mais difíceis e competitivas da competição. Portanto, ter conquistado o Top 5 em algumas etapas e ter finalizado o torneio com a oitava colocação foi razão de grande orgulho e satisfação para o piloto e navegador que comandaram o veículo #326.

Sobre essa importante conquista, o esportista ressaltou que esse campeonato foi um grande aprendizado devido ao alto grau de dificuldade das etapas e os diversos momentos difíceis enfrentados ao longo da competição. Segundo ele, as sequências positivas foram um resultado em conjunto de toda a equipe, que se esforçou por muito tempo de forma árdua para chegar a essa conquista impressionante.

 

Magazine Luiza inaugurará 60 lojas neste ano em comemoração de aniversário

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A presidente do conselho de administração da rede varejista Magazine Luiza, Luiza Trajano, disse que a empresa abrirá cerca de 60 novas unidades somente neste ano, sendo que a maior parte das lojas que abrirão estarão localizadas na região Nordeste do país.

O número de 60 lojas abertas são mais que um símbolo de prosperidade da empresa, e sim um grande marco dos 60 anos que a rede varejista completara agora em 2017. Segundo Luiza, até o momento a rede varejista foi responsável pela abertura de mais de 30 lojas espalhadas em todo o país somente neste ano.

Luiza explicou que a abertura se concentrará no Nordeste do país, pois a empresa comprou atualmente uma grande rede de lojas e acabou de fechar todo o cerco dos lugares que não possuem uma loja da empresa.

Ao todo, a rede varejista já possui um total de 818 lojas em todo o país, contudo, o único lugar que não possui nenhuma unidade é no Rio de Janeiro. O grande motivo para isso, explica Luiza, é a violência constante que ocorre no estado. Luiza conta que sua tia de 91 anos, também fundadora da rede, não confia em abrir uma unidade da rede no Rio, principalmente pelos casos de roubo de cargas.

A presidente do conselho de administração da rede também afirmou que não serão mais feitas aquisições no mercado para expansão, os investimentos da empresa serão voltados exclusivamente para a tecnologia.

Segundo Luiza, não haverá mais compras de lojas, e nem mesmo de mídia para o crescimento da empresa. Ela afirmou que a empresa pretende crescer de forma organica.

Em relação a retomada da economia, Luiza Trajano declarou que os efeitos já podem ser sentidos nas vendas das lojas. “Fomos bem até agora e esperamos que continue”.

Um outro anuncio feito pela empresa revelou que 24 milhões de ações serão ofertadas publicamente de forma primária e secundária para que a rede varejista possa movimentar um valor de quase R$ 2 bilhões.

Os recursos que serão captados durante a oferta primária, Luiza declarou que serão destinados ao investimento de novas tecnologias, logística e de outros meios facilitadores.

A empresa informou em um documento de divulgação que os recursos obtidos com as ofertas no mercado de ações serão todos revertidos para melhorias da empresa como inauguração de novas lojas e a compra de tecnologias inovadoras.

Negócio bilionário é fechado por Natura na compra de The Body Shop

Negócio estimado em € 1 bilhão é fechado pela Natura Cosméticos na compra da marca britânica mundialmente conhecida, a The Body Shop. O anúncio aconteceu no dia 7 de setembro de 2017, onde a empresa se pronunciou confirmando a compra bilionária.

As ações da The Body Shop que antes eram da marca L’Oréal, foram todas compradas pela Natura, sendo assim a empresa brasileira passou a ser totalmente dona das ações da marca britânica.

A Natura disse em nota sobre o negócio firmado entre as empresas: “Todas as condições precedentes para o fechamento da operação foram cumpridas, incluindo as aprovações pelas autoridades de defesa da concorrência no Brasil e nos Estados Unidos da América”.

Esse é um forte passo, segundo a empresa brasileira, para a formação de um grupo de cosméticos a nível multicanal, onde há a união de três grandes marcas do ramo: The Body Shop, Natura e Aesop. As três empresas representam um total de operações em 69 países, sendo 18 mil colaboradores em todo o mundo, 3.200 lojas espalhadas e um total de 1,8 milhão de consultoras, segundo os dados da Natura.

A conclusão da compra foi comemorada pelo co-presidente do Conselho de Administração da Natura, Guilherme Leal. “Estamos entusiasmados em receber a The Body Shop no grupo Natura. Esta aliança cria uma combinação de empresas que compartilham um propósito comum e vai muito além das práticas usuais. Uma nova força para o bem está tomando forma”, afirmou Guilherme Leal.

A marca britânica The Body Shop foi fundada pela empresária também britânica, Anita Roddick, no ano de 1976. Ela ficou fortemente conhecida por implantar o fim dos testes de cosméticos realizados em animais. No entanto, a empresa passou a ser do grupo francês L’Oréal em 2006, após uma venda no valor de € 652 milhões.

Por causa do crescimento expansivo de novas marcas no mercado oferecendo os mesmos produtos, a marca britânica perdeu espaço e passou por uma forte queda nas vendas, ainda mais dentro do território nacional.

Até ser vendida para a empresa brasileira, que promete alavancar novamente as vendas da The Body Shop. Fundada em 1969, a Natura possui ainda o seu fundador, Luiz Seabra, como o seu maior acionista.

 

Manaira Shopping, primeiro grande empreendimento de Roberto Santiago

Em novembro deste ano, 2017, fará aniversário de oito anos aquela que é uma das maiores casas de espetáculos da capital do estado da Paraíba, a cidade de João Pessoa. Situada na cobertura do Manaira Shopping, a Domus Hall destaca-se, desde 2009, como uma das atrações desse empreendimento do comerciário e empresário Roberto Santiago, que foi inaugurado, por sua vez, no ano de 1989.

E que o tempo de existência desse shopping center não leve o leitor a pensar que possa ser algo de antiquado, afinal, essa casa de espetáculos é estruturalmente moderna e climatizada, ou seja, possui os mais recentes equipamentos tanto de som quanto de isolamento acústico. Além disso, conta também com uma estrutura de boate com enormes proporções, chegando a ser considerado por alguns um grande teatro para apresentações musicais, já que sua pista suporta, em média, quatro mil pessoas sentadas, e, quando em pé, até dez mil pessoas. A Domus Hall tem dois andares, ainda por cima, com direito a, fora o térreo com a pista citada, ainda um mezanino que, por sua vez, contém não só camarotes individuais, mas também lounge music, acesso livre aos camarins e privê para até dez pessoas.

Quanto ao empreendimento inicial de Roberto Santiago, o Manaira Shopping, que é considerado, inclusive, como sendo o maior centro comercial de toda a Paraíba, vale lembrar, de início, que ele fica entre o centro dessa referida capital e as praias do seu litoral norte, ou seja, que é muito bem localizado. Além dessa questão, é importante destacar o seu sucesso, que pôde ser constatado, por exemplo, quando permaneceu em desenvolvimento ainda que com a crise econômica. Em 2015, mais precisamente, o segmento de shoppings centers apresentou um crescimento de, em média,6,5%, em todo o país, segundo censo que Associação Brasileira de Shoppings Centers (Abrasce) divulgou naquela época. E o Manaira Shopping, até hoje gerido por Roberto Santiago, não está fora dessa realidade. Talvez se devendo a isso o conceito, adotado já há muito, de ser uma central de lazer, com várias opções que tragam conforto e diversão aos clientes que por ele passeiam.

O espaço em questão, que o empresário Roberto Santiago idealizou, oferece não apenas um salão de festas para ser reservado, mas também pistas de boliche, parque de diversão eletrônica e salas de cinema. E dentre essas atrações citadas, é interessante destacar as particularidades do inovador parque de diversões eletrônicas, que foi batizado com o nome de ‘Game Station’. Afinal, não é comum um estabelecimento do tipo com uma área tão grande, chegando a 1.800 m². Isso sem contar a quantidade de máquinas para os mais diversos jogos, que ultrapassa 200 unidades dessas máquinas.

Fora essas opções citadas, seja casa de espetáculos, seja cinema, parque ou boliche, no Manaira Shopping de Roberto Santiago, o cliente também tem acesso a uma academia de musculação e a uma universidade, fazendo com que este sempre tenha a seu dispor opções diversas de lazer para o seu dia a dia, não apenas nas ocasiões especiais e feriados.

 

Apartamentos de prédio em Dubai serão vendidos para investidores de bitcoin

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Mercado imobiliário de Dubai conta com o novo lançamento do empreendimento luxuoso no valor de 250 milhões de libras, o que equivale a R$ 1 bilhão, de dois grandes empresários britânicos que anunciaram os apartamentos em bitcoins. As vendas serão inicialmente realizadas com um total de 150 unidades com a moeda virtual.

Os responsáveis por essa grande empreitada são a magnata fundadora da rede de lingerie Ultimo, Michelle Mone, e seu parceiro presidente do grupo Knox, Doug Barrowman. Juntos eles revelaram que o empreendimento será uma inovação no quesito moeda para comercialização.

Ao todo, as vendas serão referentes a duas torres que somam um total de 750 apartamentos, segundo informou o site Business Insider. Além disso, a venda será realizada junto a um shopping, também em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

Embora pareça uma grande novidade no comércio (vender apartamento por bitcoin), essa modalidade de venda já tem sido presenciada aqui no Brasil. A construtora Tecnisa fez um anúncio em 2014 revelando que aceitava pagamentos em bitcoins por lançamentos imobiliários.

Os primeiros apartamentos que serão vendidos em bitcoin tem o prazo máximo de entrega para setembro de 2019. Os espaços que contarão com um ou dois quartos, terão um preço inicial de 33 bitcoins, o que equivale atualmente a R$ 500 mil. Além das vendas dos apartamentos, o bitcoin também será aceito como forma de pagamento por serviços de decoração do prédio.

O preço anunciado pelos empresários pode sofrer alterações de acordo com as cotações dos pares de moeda.

O empresário Doug Barrowman, disse em nota: “Eu quis oferecer à comunidade imobiliária, tecnológica e de blockchain uma única e exclusiva oportunidade, misturando os setores de incorporação e tecnologia juntos em uma indústria pioneira”.

Barrowman também disse que o crescimento intenso do bitcoin fez a moeda torna-se a principal dentro dos ativos virtuais. Por isso ele escolheu receber os pagamentos pelos apartamentos em bitcoin.

Segundo diversos economistas, o bitcoin será ainda mais aceito como forma de pagamento por produtos e serviços. Aqui no Brasil há diversos locais que aceitam a moeda como forma de pagamento, e a tendência é de que o número de estabelecimentos que aceitam a moeda virtual aumente ainda mais.

3 passos a serem dados antes de iniciar seu próprio negócio em casa Passo 1 – Decida quais produtos ou serviços que sua pequena empresa oferecerá

Antes de começar um negócio em casa, você precisa saber quais produtos ou serviços você deseja oferecer. Para decidir quais negócios serão os melhores para você, considere estas questões:

O que você tem para oferecer?

O que o torna um especialista?

Você tem toda a educação e habilidade que você precisa para competir com sucesso no mercado ou você precisará obter treinamento?

O produto ou serviço que você está pensando irá atender a uma necessidade?

Este é um produto ou serviço sazonal, ou você pode comercializá-lo durante todo o ano?

É uma moda ou algo que durará ao longo do tempo?

Você tem uma paixão por isso ou está aproveitando essa ideia de negócio? Os lucros não serão o suficiente para impulsioná-lo rumo ao sucesso. Você também precisa estar entusiasmado com a sua oferta.

O ditado: “faça o que você ama, ame o que você faz” deve ser considerado literalmente. Seu negócio será seu meio de vida, então deve ser algo em que você acredita de verdade. Uma vantagem disso é que você pode transformar um hobby em um negócio.

Passo 2 – Conheça seu mercado e sua concorrência

Embora seja necessário um ótimo produto ou serviço, sem compradores, você ainda não possui negócios. Conhecer o seu mercado, o que ele quer e precisa e o que o inspira a comprar, são cruciais para o seu sucesso. Isso significa descobrir seu mercado-alvo e determinar sua proposição de venda única, a coisa sobre seu produto ou serviço que se diferencia de outros que são semelhantes. Aqui estão algumas coisas a considerar:

Quem irá comprar seu produto ou serviço?

Quais as características de seus clientes? Que tipo de pessoa precisa do que você tem para oferecer?

Você comercializará para empresas, consumidores ou para ambos?

O que é especial sobre o que você oferece?

Qual é a sua proposta de valor? Qual é a sua vantagem competitiva?

Passo 3 – Certifique-se de que você pode fazer as tarefas que precisam ser feitas

Há muito a se fazer para iniciar um próprio negócio em casa. Além das tarefas, você deverá ter a capacidade de lidar com aborrecimentos e frustração, fadiga e resultados lentos. Se você não pode fazer as tarefas, ou manter o curso quando as coisas ficam difíceis, então um negócio em casa pode não ser para você. Para garantir que você tenha o vigor para ter sucesso, responda esta pergunta com honestidade: você pode lidar com as tarefas gerais do dia a dia que requerem uma pequena empresa? Sendo tarefas como:

Fornecimento de produto/serviço;

Distribuição de produto;

Compromissos;

Encomendar suprimentos;

Contabilidade;

Marketing;

Arquivamento;

Responder ao telefone;

Verificar e responder e-mails;

Gerenciar níveis de energia;

Gerenciar a empresa de um modo geral.

Algumas dessas tarefas você pode delegar a um assistente virtual, mas muitos proprietários de empresas que se iniciam em casa são empresários individuais, começando com um orçamento pequeno e tendo que usar todos os recursos. Se você planeja começar por conta própria, certifique-se de ter o vigor para seguir até que você possa contratar um ajudante. Isso ajuda a aprender a priorizar e gerenciar o tempo.