Mudando estratégias

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Quando pretende ter um negócio próprio obviamente o empreendedor tem uma ideia do que pretende fazer e um plano – mesmo que seja bem simples – de como o negócio vai funcionar. Claro que quanto mais detalhado o plano, melhor a probabilidade de dar certo, porém não é a realidade brasileira. O pequeno empreendedor no geral toca o negócio na raça mesmo. Tem uma ideia do que fazer e faz. Não é a toa o grande numero de empresas que não sobrevivem ao primeiro ano.

Mas, mesmo que o empreendedor – pessoa física ou jurídica – tenha um bom planejamento e consiga enxergar as boas oportunidades, alguns negócios não “decolam”. O empreendedor tem que entender isso o mais rápido possível e refazer cálculos e planos. Quanto mais rápido o gestor enxergar que seja necessário mudar menos traumática será a mudança.

Quantas vezes o orgulho por sentir-se derrotado, cega o administrador. O bom empreendedor deve ter a frieza de entender no momento certo que deve mudar sem medo. Refazer planos, rever estratégias e, se necessário mudar de atividade. Muitas vezes o local escolhido não dá certo para alguma atividade e pode ser bom para outra. As alternativas de mudança são muitas. Uma loja que está vendendo pouco material para festas, pode decidir a organizar toda a festa e se dar bem. Não cabe aqui um desfile de casos em que o empreendedor que entende do negócio enxerga a boa oportunidade de mudar.

Portanto, o empreendedor deve estar sempre em contato com o mercado e encontrar sempre novas soluções para o seu negócio além de atualizar-se sempre com novas tecnologias e novas formas de gerir sua empresa obtendo, assim, os melhores resultados, mesmo que esses resultados venham através de uma boa virada de mesa.

O envolvimento de todos que estão nos negócios – parceiros, funcionários, fornecedores – muitas vezes podem trazer uma boa ideia ou uma nova forma de gerir mais eficientemente. Não é bom para o negócio o isolamento do administrador.

Finalmente, o empreendedor tem que se desvencilhar de suas “amarras psicológicas” como medo de agir, sentimento de derrotismo por ter fracassado na primeira oportunidade, quanto mais erramos mais aprendemos. Não podemos nos condenar excessivamente por erros que sempre podem ser revistos e permitir que mudemos nossas estratégias para um longo e feliz futuro de prosperidade fazendo aquilo que a qualidade de nossa atitude determinar como mais conveniente.