Domus Hall – localizada no Manaíra Shopping de Roberto Santiago – completa 8 anos de atuação

No último dia 7 de novembro, a Domus Hall – casa de shows de João Pessoa, capital do estado da Paraíba – completou oito anos de existência. O espaço, inaugurado em 2009 ao som da dupla sertaneja Zezé Di Camargo & Luciano, fica localizado na cobertura do Manaíra Shopping – empreendimento do empresário Roberto Santiago – entre o centro e as praias do litoral norte de João Pessoa.

A Domus Hall trata-se de uma casa de espetáculos com uma estrutura moderna e climatizada, equipamentos de som e isolamento acústico atualizados. O espaço pode acomodar cerca de quatro mil pessoas sentadas ou dez mil pessoas em pé – o formato é de uma grande boate ou um grande teatro para shows musicais. São dois andares de festa – um deles é o o mezanino com camarotes individuais e privê para dez pessoas, lounge music e acesso aos camarins; o outro é o térreo, que pode abrigar mesas, cadeiras ou pista, conforme a necessidade de cada evento.

Desde que foi inaugurado, a ideia do empreendimento planejado para o Manaira Shopping, de Roberto Santiago, é atrair para João Pessoa importantes artistas tanto nacionais quanto internacionais e de todos os estilos musicais. Pelo local, já passaram celebridades como Ana Carolina, Jorge Mário da Silva, conhecido popularmente como Seu Jorge, Gustavo Lima, Marília Mendonça, entre outros nomes da música brasileira.

A Domus Hall também é aberta para Stand-ups, apresentações, formaturas, casamentos, feiras e eventos privados.

O Manaira Shopping

O Manaíra Shopping foi inaugurado no ano de 1989. Ele é um dos maiores centros de compras de João Pessoa. O empreendimento já passou por cinco expansões desde a data de inauguração. Hoje, conta com cerca de 300 lojas distribuídas por uma Área Bruta Locável (ABL) de 75 mil m².

O Shopping do empresário Roberto Santiago trata-se de um investimento que levou para a região em que está localizado tanto investimentos públicos em infraestrutura urbana quanto diversas empresas comerciais.

Roberto Santiago

Santiago é empresário e comerciário. Um paraibano nascido na capital João Pessoa, no dia 16 de julho de 1958, que estudou em uma das mais tradicionais instituições de ensino da capital da Paraíba – o Colégio Marista Pio X – e formou-se no curso de Administração de empresas pelo Centro Universitário de João Pessoa (UNIPÊ).

Além dos Manaíra, ele também é dono de um outro shopping de João Pessoa, um dos mais modernos centros de compras da cidade, o Mangabeira Shopping – inaugurado em novembro de 2014 e que chama a atenção pela arquitetura contemporânea do local.

Quanto ao início de carreira do empreendedor, ele aconteceu no Café Santa Rosa. Em seguida, Roberto Santiago investiu em uma empresa própria de cartonagem – uma técnica que possibilita a confecção de vários objetos utilitários e decorativos. Atualmente, o paraibano possui uma carreira de sucesso no mundo empresarial e o consagrado título de homem de negócios.

O empresário é, ainda, amante dos esportes. Ele possui diversos troféus em campeonatos de kart e motocross. Além disso, Santiago também gosta de ski na neve e jet ski.

 

É possível ser produtivo trabalhando em casa?

Home office é uma tendência. Contudo, é muito desafiador conseguir manter tudo em ordem mesmo quando estamos confortáveis em nossos lares. Pensando nisso, preparamos algumas dicas para lhe ajudar a manter a produtividade mesmo quando trabalha em casa.

A primeira dica é: mantenha sua casa e seu trabalho separados. Esse passo é primordial para que você não se renda à procrastinação e acabe tirando um cochilo ou vendo uma série ao invés de cumprir suas tarefas. Tenha um lugar para trabalhar, bem como um horário. Tente não misturar os ambientes ou trabalhar enquanto executa algo de sua vida pessoal.

A segunda dica é: estabeleça horários. Com o lugar de cada coisa bem definido, é preciso que você tenha disciplina para determinar que seu companheiro (a), filhos, amigos e bichinhos de estimação não lhe interrompam enquanto estiver trabalhando. Estabeleça que trabalho é trabalho e tente fazer acordos acerca da circulação de pessoas e barulhos no ambiente.

Dica 3: tenha uma rotina bem definida. Home office não é sinônimo de bagunça. Ainda que o formato a ser atendido para o trabalho tenha mudado, os prazos continuam firmes e as deadlines precisam ser respeitadas. Não seja irresponsável. Organize seus afazeres, não se esqueça de definir prioridades e acompanhar o andamento dos projetos da equipe.

A quarta e última dica que temos para você é: use um gerenciador de tarefas. Otimizar processos é muitíssimo importante para ganhar tempo e não se perder em erros de organização. Existem diversas ferramentas que funcionam como organizadores online. Elas ajudam a manter o foco no que é prioritário, facilitam a comunicação remota com sua equipe e ainda memorizam os dados de forma inteligente.

O mundo está se modernizando e você não pode ficar para trás. Seja em casa ou no escritório, manter a produtividade é necessário. Muitos confundem ser produtivo com estar sempre ocupado ou ser multitarefas, mas é preciso ter em mente que a questão da produtividade está mais ligada a ter o melhor aproveitamento de tudo que fizer do que em fazer muitas coisas ou não ter tempo para nada.

Utilize essas 4 dicas para organizar o seu trabalho em casa e se quer ler mais sobre como ser mais produtivo, leia também sobre o segredo da produtividade.

 

Livro sobre contabilidade internacional é lançado por sócio de Ricardo Tosto

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Para o Mestre em Direito Tributário Carlos Henrique Crosara Delgado, membro do escritório de advocacia Leite, Tosto e Barros, fundado por Ricardo Tosto, o ano de 2017 foi marcado de singularidade e realização profissional. No dia 26 de outubro, a Livraria da Vila, em São Paulo, foi o local escolhido para lançar seu livro intitulado “Contabilidade IFRS e IRPJ – Efeitos da nova contabilidade internacional sobre a tributação da renda”.

Publicado pela editora Lumen Juris, o exemplar explora como assunto principal os impactos que a nova contabilidade internacional pode gerar na tributação da renda, como descrito no próprio título. A complexidade do tema leva ao amplo interesse, tanto para a doutrina internacional como para a nacional, pois há tópicos relevantes que visam esclarecer alguns questionamentos jurídicos e de grande repercussão econômica.

Com a intenção de levar aos agentes do direito tributário desafios como o da reestruturação com base na Lei nº12.973/2014 e no Código Tributário Nacional, a abrangência do conteúdo e a amplitude de fatos geradores do imposto sobre as rendas, foi inserido no livro de 316 páginas como parte de seu conteúdo o modelo contábil International Financial Reporting Standards (IFRS) ou, em prortuguês, Normas Internacionais de Informação Financeira.

O sócio de Ricardo Tosto afirma que essa medida é fundamental para alcançar uma tributação justa e amparada no preceito da capacidade de contribuição. Para o advogado, através da nova estrutura contábil é possível o realizar um reconhecimento preciso da renda tributável, o que vem a garantir resultados mais seguros.

A graduação e especialização em Direito Tributário pela Pontifícia Universidade Católica (PUC/SP), o mestrado em Direito Tributário pela Universidade de São Paulo (USP), o título do Certificate in Business Administration (CBA) pelo Ibmec-SP/Insper, além dos anos de experiência atuando na profissão possibilitaram que Delgado produzisse esta obra esclarecedora e repleta de conteúdo específico.

Durante sua carreira, Carlos Henrique Crosara Delgado já atuou em várias áreas jurídicas, principalmente em direito empresarial. Também já exerceu a função de gerente substituto do setor jurídico em uma multinacional. Atualmente, o advogado segue, especialmente, no campo tributário e contencioso.

Com sedes em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, o escritório de direito Leite, Tosto e Barros é composto por uma equipe formada por mais de 300 colaboradores, entre estrutura Back Office e advogados.

No empreendimento de Ricardo Tosto, Delgado colaborou efetivamente com a formação de grandes defesas e recursos administrativos destinados a autuações de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em oposição a importantes empresas do ramo sucroalcooleiro.

O escritório de Ricardo Tosto atua em áreas como: Administrativo, Compliance, Eleitoral e Político, Família e Sucessões, Comercial e Contratos, Infraestrutura e Regulatório, Bancário, Penal Empresarial, Fusões e aquisições, Trabalhista e Previdenciário, Civil, Reestruturação de Dívidas e Créditos, Arbitragem, e muitas outras esferas jurídicas.

Ricardo Tosto foi indicado como um dos melhores advogados do país na área do Contencioso pela Latin Lawyer 250 e seu escritório reconhecido pela Chambers Latin America, ambas publicações que destacam os melhores advogados e escritórios da América Latina.

 

Pesquisa mostra preferência de consumidores por lojas físicas no Black Friday

Pesquisas recentes revelaram que três em cada dez pessoas tem a intenção real de participar ativamente, por meio de aquisições no varejo, da edição 2017 do Black Friday Brasil. O levantamento, efetuado pelo SerasaConsumidor, coletou em meados de outubro dados de 4.301 pessoas residentes em diferentes localidades do país. Cerca de 90% dos entrevistados responderam esperar conseguir bons descontos neste dia especialmente dedicado às ações promocionais.

No Brasil, o Black Friday acontece sempre na última sexta-feira de novembro. A ABComm – Associação Brasileira de Comércio Eletrônico estima que o evento, agendado para ocorrer no dia 24, venha a arrecadar R$2,5 bilhões durante as 24h de ofertas.

A pesquisa revelou alguns dados interessantes e relevantes para a elaboração de estimativas dos consumidores para este ano.

Quando questionados sobre os valores a serem gastos com as aquisições no referido dia, cerca de 41% dos entrevistados disse optar por valores acima de R$100; 28% planeja desembolsar entre R$201 a R$999; 12% pretende gastar de R$51 a R$100; 11% pensa em ficar entre os limites de R$101 e R$200; e, 5% não tem intenção de ultrapassar R$50 em compras.

Ao longo dos anos, quase 80% dos consumidores adotou a rotina de realizar pesquisas prévias antes da data em questão em busca de descontos e outras informações, seja por precaução contra más experiências ou pelas crescentes opções facilmente encontradas.

O levantamento mostrou que 72% dos participantes admitiram desejar efetuar suas compras em lojas físicas. Já 27% dos indivíduos afirmaram pretender fazer uso da internet para suas aquisições. Do total de entrevistados, cerca de 1% ainda não sabe o canal a ser utilizado.

De acordo com a pesquisa, os produtos que apresentaram os maiores índices de preferência e se destacam na lista de desejos dos consumidores são: eletrônicos (37%); roupas, acessórios e calçados (21%); telefonia (18%); e, informática (14%). Em seguida aparecem os pacotes de viagens (6%) e itens como brinquedos e material de construção (5%).

Michel Terpins comenta ações do Novo Código Florestal no Supremo Tribunal Federal

 

O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou em setembro passado (14), julgamento sobre a validade de cinco processos referentes ao Novo Código Florestal (Lei 12.651). A nova legislação está em vigor desde 2012, quando foi aprovada pelo Congresso Nacional. Michel Terpins, sócio da Floresvale, empresa voltada ao âmbito do reflorestamento ambiental, traz mais informações sobre o tema.

Conforme reporta Michel Terpins, setores do agronegócio brasileiro ansiavam por modificações na lei florestal. A principal alegação dos empresários era de que a antiga legislação, além de não oferecer o devido suporte jurídico no campo, inviabilizava a produção do setor. Em contrapartida, ambientalistas e entidades de cunho científico como a Academia Brasileira de Ciências (ABC) e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) posicionaram-se negativamente em relação às mudanças. Para eles, o novo texto – que viria a ser aprovado em 2012 – seria prejudicial no tocante à proteção das florestas do pais.

Ainda de acordo com o sócio da Floresvale, as Áreas de Preservação Permanente (APPs) e Reserva Legal – extensões de floresta localizadas em propriedades privadas e que devem ser preservadas – foram os principais pontos de questionamento em relação às novas medidas. O Novo Código Florestal traz menos rigidez para as regras de Reserva Legal, além de permitir a redução das zonas obrigatórias de APPs próximas a rios.

Segundo noticia Michel Terpins, cinco ações foram postas em julgamento. O Partido Progressista (PP) é responsável pela principal, onde espera que o Novo Código Florestal permaneça com sua atual redação. O PP ainda tenciona manifestação do STF sobre a constitucionalidade da lei, de modo a evitar questionamentos em relação à legalidade da norma. A Advocacia-Geral da União (AGU) também demonstrou interesse na continuidade da nova legislação. Conforme documento expedido pela AGU o “equilíbrio da defesa do meio ambiente, da valorização do trabalho humano, da livre-iniciativa e da redução das desigualdades sociais”, reporta Michel Terpins.

Entretanto, as quatro ações restantes solicitam ao Supremo Tribunal Federal a inconstitucionalidade de parte do Novo Código Florestal. Estes processos foram apresentados pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) e pela Procuradoria Geral da República (PGR). De acordo com André Maimoni, advogado do PSOL, o partido é a favor da expansão e desenvolvimento do setor agropecuário, porém, o que está expresso na nova lei não traduz a visão da sigla. Já o parecer da PGR afirma que a nova legislação é falha no sentido de harmonizar desenvolvimento sustentável e preservação do meio ambiente – dois princípios consagrados na Constituição –, ressalta o sócio da Floresvale, Michel Terpins.

Sobre a Floresvale

Fundada no ano de 2009, a Floresvale é a principal companhia do setor florestal nas regiões do Vale do Paraíba e Sul Fluminense. Sua atuação é voltada para o manuseio de florestas de eucalipto que serão utilizadas em serrarias, entre os estados de Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Com sede no município paulista de Pindamonhangaba, a empresa tem o propósito de gerar empregos no localidade, trabalhando o reflorestamento ambiental com alinhamento a um polo madeireiro com bases sustentáveis.

 

Netflix aumenta o preço nos EUA e ações sobem

Sempre que o serviço de streaming Netflix anuncia algum reajuste no valor de suas mensalidades, imediatamente surgem muitas críticas por parte dos assinantes. Contudo, da mesma forma que desagradam os usuários da plataforma, o aumento de preços costuma ser visto com bons olhos pelos investidores da empresa.

Em outubro, após anunciar o aumento nos preços de alguns planos para os usuários do serviço nos Estados Unidos, as ações da empresa tiveram um aumento de mais de 5%.

O motivo dessa reação por parte do mercado de investidores se dá pelo fato de que, quanto maior for a receita da empresa, maiores são os recursos que a Netflix possui para investir na produção de filmes e séries próprias, como é o caso dos sucessos The Crown, Stranger Things e 13 Reasons Why.

Ao longo do ano de 2018, a companhia já declarou que pretende investir US$ 7 bilhões de dólares somente na produção de conteúdo próprio. Até então, o gasto anual médio da Netflix com essas produções tem girado entorno de US$ 6 bilhões.

Em relação ao reajuste nos preços, a partir de agora, os novos usuários do serviço nos Estados Unidos terão que pagar US$ 10,99 para assinar o plano Padrão, que anteriormente custava US$ 9,99. Já o plano mais caro, o Premium, que permite assistir as produções em resolução de vídeo 4K e em quatro dispositivos simultaneamente, o valor aumentará de US$ 11,99 para US$ 13,99.

No Brasil, o último aumento no preço das mensalidades aconteceu no mês de julho de 2017, quando o preço do plano Padrão, que era de R$ 22,90 aumentou para R$ 27,90, e o plano Premium subiu de R$ 29,90 para R$ 37,90.

De acordo com os analistas, ainda não existe um consenso acerca de qual impacto esse aumento dos preços irá causar na conquista de novos assinantes. No segundo trimestre de 2016, a Netflix utilizou o seu último reajuste como justificativa para o crescimento abaixo do esperado no número de novos usuários. As estatísticas mais recentes da empresa, divulgadas em meados de 2017, indicam que o serviço tem cerca de  51,9 milhões de assinantes nos Estados Unidos e 52 milhões de assinantes nos outros países.

 

Empresa de recarga de veículos elétricos foi comprada pela Shell

A empresa holandesa NewMotion, proprietária de uma das maiores redes de abastecimento de carros elétricos de toda a Europa, foi comprada pela empresa petroleira Royal Dutch Shell. A divulgação consagrou o primeiro investimento da companhia no setor de mobilidade elétrica, isso porque a empresa reconhece assim como muitos especialistas que o segmento deverá crescer rapidamente nos próximos anos.

Atualmente, a NewMotion tem controle de mais de 30 mil pontos de recarga de bateria para veículos elétricos em toda a Europa Ocidental e ainda conta com outros milhares de pontos de acesso. A Shell anunciou que a empresa de origem holandesa passará a operar de forma paralela ao seu programa já desenvolvido para que todos os postos de abastecimento da rede tenham pontos de recarga rápida.

Matthew Tipper, vice-presidente de novos combustíveis da empresa Shell, disse sobre a nova aquisição da petroleira: “São produtos complementares. Um é para carga rápida em postos, e outro visa cargas em um ritmo mais lento, nos locais de trabalho ou em casa. Neste estágio, não há planos para integrar os dois”.

A empresa petroleira já tem instalado alguns pontos de recarga para veículos elétricos em seus mais variados postos de abastecimento e está instalando novos pontos na Holanda, na Grã-Bretanha, nas Filipinas e na Noruega.

Fundada no ano de 2009, a empresa NewMotion possui uma cartela com mais de 100 mil usuários já registrados em seus serviços oferecidos de recarga na Europa. A empresa oferece acesso a todos os postos de carga próprios da marca aos usuários, além de acesso exclusivo a outras 50 mil estações de abastecimento para veículos elétricos de parceiras.

A compra da empresa holandesa feita pela petroleira Shell ocorreu no momento mais oportuno possível, pois as expectativas são de que o mercado de veículos elétricos cresça rapidamente em poucos anos. A demanda pelos veículos verdes também deverá ser grande, em vista dos contínuos investimentos de montadoras para produzir os novos modelos movidos a energia elétrica.

Em uma estimativa realizada na Europa Ocidental, a região poderá precisar de 1 milhão a 3 milhões de pontos públicos para recarga de veículos elétricos até no ano de 2030. Atualmente, a região conta com menos de 100 mil pontos.

 

Em comemoração dos seus 45 anos, o Sebrae destaca o empreendedorismo digital

Uma parceria entre o Sebrae e o ICP – Instituto Campus Party, realizaram em Maceió (AL), uma sequência de eventos e várias atividades gratuitas, a Campus Day Empreendedorismo, com foco em conhecimento de startups e empreendedores digitais. O grande objetivo desta parceria é abrir um espaço para o compartilhamento de experiência e novas ideias sobre as atuais tendências nesta modalidade de negócios, que é ditada diretamente pelo advento tecnológico.

O evento ocorreu somente no dia 19 de outubro de 2017 no SebraeLab, espaço utilizado para o evento na Feira do Empreendedor 2017. A Feira do Empreendedor 2017 no Centro de Convenções da capital alagoana começou no dia 18 de outubro.

A Campus Day Empreendedorismo teve oito horas de apresentação realizadas por curadores da Campus Party Brasil com o Sebrae, mostrando conteúdos que abordam diretamente o desenvolvimento deste assunto. Para esta conferência, foram utilizados painéis, demonstrando as principais inclinações e para onde apontam este universo das startups e o rumo do empreendedorismo digital. O evento conseguiu trazer para o público-alvo os principais temas que devem ser tratados e discutidos, e teve espaço aberto para tratar de networkinge.

A Campus Day Empreendedorismo tem o poder de integrar e disponibilizar para o público projetos de Fomento ao Empreendedorismo Digital. Essa parceria entre o Sebrae e o ICP, tem como objetivo fomentar em todo o país a importância do empreendedorismo digital, seguindo o propósito de ações presenciais e digitais junto a plataforma campuse.ro. A funcionalidade desta plataforma é fundamental para as ações recorrentes neste assunto, e funciona como uma espécie de rede social dos participantes do Instituto Campus Party. Hoje em dia, esses participantes já contabilizam 400 mil, sendo que somente no Brasil, o correspondente de participantes atinge a casa dos 100 mil.

O Sebrae é responsável por vários projetos, ações, seminários, consultorias, eventos em diversas áreas do empreendedorismo, formalização de micro e pequenas empresas, recuo na burocracia e aplicação do acesso ao crédito, somados a melhores condições no ambiente jurídico das empresas. Em 2017, o Sebrae comemora seus 45 anos em prol de micros, pequenos e médios empreendedores no Brasil. Segundo dados do Sebrae, 98,5% do total de empreendedores em todo o país, atingem um percentual de participação direta no PIB – Produto Interno Bruto – de 27%, e são responsáveis por mais de 50% das ocupações em todo o país.

 

O empreendedorismo e a regulamentação de um microempreendedor individual – MEI

O empreendedorismo sempre foi algo muito comum no Brasil, mas sua desmistificação e regularidade se deram em grande escala a partir dos anos de 1990, pois o Brasil teve uma grande oferta externa de maquinário e uma revolução tecnológica, que muito melhorou a economia nacional com a entrada de produtos importados, provocando detrimento do mercado nacional pela difícil competitividade com os produtos internacionais de maior tecnologia e também pela falta de planejamento de negócios por parte de empresas brasileiras.

De tal modo, empreender no Brasil não é algo muito fácil como tem se noticiado na internet ou nos comerciais de TV, pois um negócio por menor que seja ele precisa manter uma série de regulamentações que dependendo da lucratividade do negócio podem ter alto custo e que se não forem programados podem por fim ao sonho de enriquecimento ou pelo menos a manutenção de uma renda fixa. De acordo com o site do governo brasileiro portal do empreendedor, um Microempreendedor individual – MEI está isento de qualquer tarifa para formalização, porém ao dar início a seu negócio ele precisa manter um pagamento mensal de tributos, que são taxas de INSS (R$46,85), adicionado de R$5,00 para Prestadores de Serviços, ou então, de R$1,00 para Comércio e Indústria, isso tudo por meio de carnês chamados de DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional). E também há a realização da Declaração Anual DASN-SIMEI todos os anos. Para tal o empreendedor precisar estar atento, pois a sua inadimplência pode causar o cancelamento caso não haja pagamento dos últimos doze meses consecutivos.

O MEI ao se regularizar terá uma série de benefícios que incluem: salário – maternidade, auxílio doença, auxílio reclusão, pensão por morte, aposentadoria por invalidez e aposentadoria por idade. De tal modo há necessidade um faturamento de até R$60 mil ao ano e a possibilidade de contratação de um funcionário que deve receber pelo menos um salário mínimo ou então obedecer ao piso da categoria. Outra validação ao status de MEI é a de não ser sócio ou possuir outra empresa.

Portanto, a pessoa que sonha em se tornar empreendedor não precisa achar que isso se restringe a altos executivos, mas pode dar o primeiro passo sendo um MEI e começar do nível mais baixo até criar um grande negócio e virar um alto executivo e obter alta lucratividade.

Dicas para se dar bem na Black Friday e sem grandes dívidas

Dori Boucault, que é advogado especialista em Direito do Consumidor e do Fornecedor, quando questionado sobre Blakc Friday e situações do tipo, logo destaca o quão fundamentais são os atos tanto de observar e pesquisar quanto de verificar e obter as informações sobre os produtos desejados. Afinal, passada a euforia das grandes promoções, é que mostram-se os problemas com suas faces reais, podendo ser eles de difícil resolução, trazendo assim um possível endividamento consigo. Para evitar coisa assim ou até piores, aqui vão sete dicas do referido advogado:

Primeiro de tudo, faz-se necessário avaliar se é necessário de fato comprar determinado produto ou não, sendo apenas essa avaliação já bastante útil para que a pessoa não se endivide desnecessariamente. Segundo o advogado, não devemos comprometer mais que 30% do orçamento, e tanto faz se em prestação, parcela ou financiamento.

Em segundo lugar, é importante conhecer direito a política de privacidade da loja, principalmente a parte dos compromissos que essa empresa tem quanto ao armazenamento e manipulação dos dados pessoais dos seus clientes. Afinal, há a possibilidade da empresa, caso não especifique a questão, estar comercializando informações dos seus clientes para outros lugares, a exemplo das empresas de marketing.

A terceira dica dada é a de que se deve sempre armazenar os documentos envolvidos com determinada compra, a fim de que se previna da possibilidade de fraude ou de problemas outros que possam surgir mais adiante. E com isso, Boucault quer dizer qualquer tipo de documento que poderá vir a servir de prova, seja como oferta, promoção ou até mesmo entrega. Então, com “arquivo”, pode-se entender não só algum contrato, anúncio ou comprovante de pagamento, mas até mesmo um “print” de tela.

Em quarto lugar, vem a pesquisa antecipada, que, como o próprio advogado ressalta, pode se dá até mesmo no site, não apenas na loja física, mas sempre busca tanto da identificação da empresa quanto da razão social e do CNPJ, além de endereço e canais de contato. Quando não se tem acesso a tudo isso, a compra torna-se insegura.

A quinta dica, por sua vez, tem a ver com o e-commerce. Ainda que seja feita a compra pela loja virtual, é interessante a existência de alguma sede física, de modo que possa o consumidor ter um local para onde se dirigir, caso necessite resolver algum problema. Além disso, quando não há pelo menos uma sede, corres-e o risco de ser aquela suposta loja apenas um “site de fachada”. Sendo ainda essencial a realização da compra apenas em computadores de confiança, excluindo-se então os das lanhouses ou cybercafé, por exemplo.

E a sexta dica toca na questão da entrega em domicílio, pois, como sugestão do advogado, o certo é solicitarmos que o prazo de entrega seja anotado ou na nota fiscal ou no recibo. Enquanto que, chegando à sétima e última dica, temos como conselho a “busca antecipada por preços”, visto que, na concepção do advogado, termina sendo mais fácil de identificar aquelas que são “pseudo-promoções de Black Friday”, por assim dizer. E indo mais além, Boucault termina com uma observação que, apesar de especialista, traz um fato que já deveria ser de senso comum: as compras que forem realizadas durante a Black Friday também serão contempladas pelo direito do consumidor, sendo que, para produtos e serviços não duráveis, o prazo será de 30 dias, e que, para serviços e produtos duráveis, o prazo será três vezes maior, ou seja, 90 dias.