Michel Terpins comenta ações do Novo Código Florestal no Supremo Tribunal Federal

 

O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou em setembro passado (14), julgamento sobre a validade de cinco processos referentes ao Novo Código Florestal (Lei 12.651). A nova legislação está em vigor desde 2012, quando foi aprovada pelo Congresso Nacional. Michel Terpins, sócio da Floresvale, empresa voltada ao âmbito do reflorestamento ambiental, traz mais informações sobre o tema.

Conforme reporta Michel Terpins, setores do agronegócio brasileiro ansiavam por modificações na lei florestal. A principal alegação dos empresários era de que a antiga legislação, além de não oferecer o devido suporte jurídico no campo, inviabilizava a produção do setor. Em contrapartida, ambientalistas e entidades de cunho científico como a Academia Brasileira de Ciências (ABC) e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) posicionaram-se negativamente em relação às mudanças. Para eles, o novo texto – que viria a ser aprovado em 2012 – seria prejudicial no tocante à proteção das florestas do pais.

Ainda de acordo com o sócio da Floresvale, as Áreas de Preservação Permanente (APPs) e Reserva Legal – extensões de floresta localizadas em propriedades privadas e que devem ser preservadas – foram os principais pontos de questionamento em relação às novas medidas. O Novo Código Florestal traz menos rigidez para as regras de Reserva Legal, além de permitir a redução das zonas obrigatórias de APPs próximas a rios.

Segundo noticia Michel Terpins, cinco ações foram postas em julgamento. O Partido Progressista (PP) é responsável pela principal, onde espera que o Novo Código Florestal permaneça com sua atual redação. O PP ainda tenciona manifestação do STF sobre a constitucionalidade da lei, de modo a evitar questionamentos em relação à legalidade da norma. A Advocacia-Geral da União (AGU) também demonstrou interesse na continuidade da nova legislação. Conforme documento expedido pela AGU o “equilíbrio da defesa do meio ambiente, da valorização do trabalho humano, da livre-iniciativa e da redução das desigualdades sociais”, reporta Michel Terpins.

Entretanto, as quatro ações restantes solicitam ao Supremo Tribunal Federal a inconstitucionalidade de parte do Novo Código Florestal. Estes processos foram apresentados pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) e pela Procuradoria Geral da República (PGR). De acordo com André Maimoni, advogado do PSOL, o partido é a favor da expansão e desenvolvimento do setor agropecuário, porém, o que está expresso na nova lei não traduz a visão da sigla. Já o parecer da PGR afirma que a nova legislação é falha no sentido de harmonizar desenvolvimento sustentável e preservação do meio ambiente – dois princípios consagrados na Constituição –, ressalta o sócio da Floresvale, Michel Terpins.

Sobre a Floresvale

Fundada no ano de 2009, a Floresvale é a principal companhia do setor florestal nas regiões do Vale do Paraíba e Sul Fluminense. Sua atuação é voltada para o manuseio de florestas de eucalipto que serão utilizadas em serrarias, entre os estados de Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Com sede no município paulista de Pindamonhangaba, a empresa tem o propósito de gerar empregos no localidade, trabalhando o reflorestamento ambiental com alinhamento a um polo madeireiro com bases sustentáveis.

 

Netflix aumenta o preço nos EUA e ações sobem

Sempre que o serviço de streaming Netflix anuncia algum reajuste no valor de suas mensalidades, imediatamente surgem muitas críticas por parte dos assinantes. Contudo, da mesma forma que desagradam os usuários da plataforma, o aumento de preços costuma ser visto com bons olhos pelos investidores da empresa.

Em outubro, após anunciar o aumento nos preços de alguns planos para os usuários do serviço nos Estados Unidos, as ações da empresa tiveram um aumento de mais de 5%.

O motivo dessa reação por parte do mercado de investidores se dá pelo fato de que, quanto maior for a receita da empresa, maiores são os recursos que a Netflix possui para investir na produção de filmes e séries próprias, como é o caso dos sucessos The Crown, Stranger Things e 13 Reasons Why.

Ao longo do ano de 2018, a companhia já declarou que pretende investir US$ 7 bilhões de dólares somente na produção de conteúdo próprio. Até então, o gasto anual médio da Netflix com essas produções tem girado entorno de US$ 6 bilhões.

Em relação ao reajuste nos preços, a partir de agora, os novos usuários do serviço nos Estados Unidos terão que pagar US$ 10,99 para assinar o plano Padrão, que anteriormente custava US$ 9,99. Já o plano mais caro, o Premium, que permite assistir as produções em resolução de vídeo 4K e em quatro dispositivos simultaneamente, o valor aumentará de US$ 11,99 para US$ 13,99.

No Brasil, o último aumento no preço das mensalidades aconteceu no mês de julho de 2017, quando o preço do plano Padrão, que era de R$ 22,90 aumentou para R$ 27,90, e o plano Premium subiu de R$ 29,90 para R$ 37,90.

De acordo com os analistas, ainda não existe um consenso acerca de qual impacto esse aumento dos preços irá causar na conquista de novos assinantes. No segundo trimestre de 2016, a Netflix utilizou o seu último reajuste como justificativa para o crescimento abaixo do esperado no número de novos usuários. As estatísticas mais recentes da empresa, divulgadas em meados de 2017, indicam que o serviço tem cerca de  51,9 milhões de assinantes nos Estados Unidos e 52 milhões de assinantes nos outros países.

 

Empresa de recarga de veículos elétricos foi comprada pela Shell

A empresa holandesa NewMotion, proprietária de uma das maiores redes de abastecimento de carros elétricos de toda a Europa, foi comprada pela empresa petroleira Royal Dutch Shell. A divulgação consagrou o primeiro investimento da companhia no setor de mobilidade elétrica, isso porque a empresa reconhece assim como muitos especialistas que o segmento deverá crescer rapidamente nos próximos anos.

Atualmente, a NewMotion tem controle de mais de 30 mil pontos de recarga de bateria para veículos elétricos em toda a Europa Ocidental e ainda conta com outros milhares de pontos de acesso. A Shell anunciou que a empresa de origem holandesa passará a operar de forma paralela ao seu programa já desenvolvido para que todos os postos de abastecimento da rede tenham pontos de recarga rápida.

Matthew Tipper, vice-presidente de novos combustíveis da empresa Shell, disse sobre a nova aquisição da petroleira: “São produtos complementares. Um é para carga rápida em postos, e outro visa cargas em um ritmo mais lento, nos locais de trabalho ou em casa. Neste estágio, não há planos para integrar os dois”.

A empresa petroleira já tem instalado alguns pontos de recarga para veículos elétricos em seus mais variados postos de abastecimento e está instalando novos pontos na Holanda, na Grã-Bretanha, nas Filipinas e na Noruega.

Fundada no ano de 2009, a empresa NewMotion possui uma cartela com mais de 100 mil usuários já registrados em seus serviços oferecidos de recarga na Europa. A empresa oferece acesso a todos os postos de carga próprios da marca aos usuários, além de acesso exclusivo a outras 50 mil estações de abastecimento para veículos elétricos de parceiras.

A compra da empresa holandesa feita pela petroleira Shell ocorreu no momento mais oportuno possível, pois as expectativas são de que o mercado de veículos elétricos cresça rapidamente em poucos anos. A demanda pelos veículos verdes também deverá ser grande, em vista dos contínuos investimentos de montadoras para produzir os novos modelos movidos a energia elétrica.

Em uma estimativa realizada na Europa Ocidental, a região poderá precisar de 1 milhão a 3 milhões de pontos públicos para recarga de veículos elétricos até no ano de 2030. Atualmente, a região conta com menos de 100 mil pontos.

 

Em comemoração dos seus 45 anos, o Sebrae destaca o empreendedorismo digital

Uma parceria entre o Sebrae e o ICP – Instituto Campus Party, realizaram em Maceió (AL), uma sequência de eventos e várias atividades gratuitas, a Campus Day Empreendedorismo, com foco em conhecimento de startups e empreendedores digitais. O grande objetivo desta parceria é abrir um espaço para o compartilhamento de experiência e novas ideias sobre as atuais tendências nesta modalidade de negócios, que é ditada diretamente pelo advento tecnológico.

O evento ocorreu somente no dia 19 de outubro de 2017 no SebraeLab, espaço utilizado para o evento na Feira do Empreendedor 2017. A Feira do Empreendedor 2017 no Centro de Convenções da capital alagoana começou no dia 18 de outubro.

A Campus Day Empreendedorismo teve oito horas de apresentação realizadas por curadores da Campus Party Brasil com o Sebrae, mostrando conteúdos que abordam diretamente o desenvolvimento deste assunto. Para esta conferência, foram utilizados painéis, demonstrando as principais inclinações e para onde apontam este universo das startups e o rumo do empreendedorismo digital. O evento conseguiu trazer para o público-alvo os principais temas que devem ser tratados e discutidos, e teve espaço aberto para tratar de networkinge.

A Campus Day Empreendedorismo tem o poder de integrar e disponibilizar para o público projetos de Fomento ao Empreendedorismo Digital. Essa parceria entre o Sebrae e o ICP, tem como objetivo fomentar em todo o país a importância do empreendedorismo digital, seguindo o propósito de ações presenciais e digitais junto a plataforma campuse.ro. A funcionalidade desta plataforma é fundamental para as ações recorrentes neste assunto, e funciona como uma espécie de rede social dos participantes do Instituto Campus Party. Hoje em dia, esses participantes já contabilizam 400 mil, sendo que somente no Brasil, o correspondente de participantes atinge a casa dos 100 mil.

O Sebrae é responsável por vários projetos, ações, seminários, consultorias, eventos em diversas áreas do empreendedorismo, formalização de micro e pequenas empresas, recuo na burocracia e aplicação do acesso ao crédito, somados a melhores condições no ambiente jurídico das empresas. Em 2017, o Sebrae comemora seus 45 anos em prol de micros, pequenos e médios empreendedores no Brasil. Segundo dados do Sebrae, 98,5% do total de empreendedores em todo o país, atingem um percentual de participação direta no PIB – Produto Interno Bruto – de 27%, e são responsáveis por mais de 50% das ocupações em todo o país.

 

O empreendedorismo e a regulamentação de um microempreendedor individual – MEI

O empreendedorismo sempre foi algo muito comum no Brasil, mas sua desmistificação e regularidade se deram em grande escala a partir dos anos de 1990, pois o Brasil teve uma grande oferta externa de maquinário e uma revolução tecnológica, que muito melhorou a economia nacional com a entrada de produtos importados, provocando detrimento do mercado nacional pela difícil competitividade com os produtos internacionais de maior tecnologia e também pela falta de planejamento de negócios por parte de empresas brasileiras.

De tal modo, empreender no Brasil não é algo muito fácil como tem se noticiado na internet ou nos comerciais de TV, pois um negócio por menor que seja ele precisa manter uma série de regulamentações que dependendo da lucratividade do negócio podem ter alto custo e que se não forem programados podem por fim ao sonho de enriquecimento ou pelo menos a manutenção de uma renda fixa. De acordo com o site do governo brasileiro portal do empreendedor, um Microempreendedor individual – MEI está isento de qualquer tarifa para formalização, porém ao dar início a seu negócio ele precisa manter um pagamento mensal de tributos, que são taxas de INSS (R$46,85), adicionado de R$5,00 para Prestadores de Serviços, ou então, de R$1,00 para Comércio e Indústria, isso tudo por meio de carnês chamados de DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional). E também há a realização da Declaração Anual DASN-SIMEI todos os anos. Para tal o empreendedor precisar estar atento, pois a sua inadimplência pode causar o cancelamento caso não haja pagamento dos últimos doze meses consecutivos.

O MEI ao se regularizar terá uma série de benefícios que incluem: salário – maternidade, auxílio doença, auxílio reclusão, pensão por morte, aposentadoria por invalidez e aposentadoria por idade. De tal modo há necessidade um faturamento de até R$60 mil ao ano e a possibilidade de contratação de um funcionário que deve receber pelo menos um salário mínimo ou então obedecer ao piso da categoria. Outra validação ao status de MEI é a de não ser sócio ou possuir outra empresa.

Portanto, a pessoa que sonha em se tornar empreendedor não precisa achar que isso se restringe a altos executivos, mas pode dar o primeiro passo sendo um MEI e começar do nível mais baixo até criar um grande negócio e virar um alto executivo e obter alta lucratividade.

Dicas para se dar bem na Black Friday e sem grandes dívidas

Dori Boucault, que é advogado especialista em Direito do Consumidor e do Fornecedor, quando questionado sobre Blakc Friday e situações do tipo, logo destaca o quão fundamentais são os atos tanto de observar e pesquisar quanto de verificar e obter as informações sobre os produtos desejados. Afinal, passada a euforia das grandes promoções, é que mostram-se os problemas com suas faces reais, podendo ser eles de difícil resolução, trazendo assim um possível endividamento consigo. Para evitar coisa assim ou até piores, aqui vão sete dicas do referido advogado:

Primeiro de tudo, faz-se necessário avaliar se é necessário de fato comprar determinado produto ou não, sendo apenas essa avaliação já bastante útil para que a pessoa não se endivide desnecessariamente. Segundo o advogado, não devemos comprometer mais que 30% do orçamento, e tanto faz se em prestação, parcela ou financiamento.

Em segundo lugar, é importante conhecer direito a política de privacidade da loja, principalmente a parte dos compromissos que essa empresa tem quanto ao armazenamento e manipulação dos dados pessoais dos seus clientes. Afinal, há a possibilidade da empresa, caso não especifique a questão, estar comercializando informações dos seus clientes para outros lugares, a exemplo das empresas de marketing.

A terceira dica dada é a de que se deve sempre armazenar os documentos envolvidos com determinada compra, a fim de que se previna da possibilidade de fraude ou de problemas outros que possam surgir mais adiante. E com isso, Boucault quer dizer qualquer tipo de documento que poderá vir a servir de prova, seja como oferta, promoção ou até mesmo entrega. Então, com “arquivo”, pode-se entender não só algum contrato, anúncio ou comprovante de pagamento, mas até mesmo um “print” de tela.

Em quarto lugar, vem a pesquisa antecipada, que, como o próprio advogado ressalta, pode se dá até mesmo no site, não apenas na loja física, mas sempre busca tanto da identificação da empresa quanto da razão social e do CNPJ, além de endereço e canais de contato. Quando não se tem acesso a tudo isso, a compra torna-se insegura.

A quinta dica, por sua vez, tem a ver com o e-commerce. Ainda que seja feita a compra pela loja virtual, é interessante a existência de alguma sede física, de modo que possa o consumidor ter um local para onde se dirigir, caso necessite resolver algum problema. Além disso, quando não há pelo menos uma sede, corres-e o risco de ser aquela suposta loja apenas um “site de fachada”. Sendo ainda essencial a realização da compra apenas em computadores de confiança, excluindo-se então os das lanhouses ou cybercafé, por exemplo.

E a sexta dica toca na questão da entrega em domicílio, pois, como sugestão do advogado, o certo é solicitarmos que o prazo de entrega seja anotado ou na nota fiscal ou no recibo. Enquanto que, chegando à sétima e última dica, temos como conselho a “busca antecipada por preços”, visto que, na concepção do advogado, termina sendo mais fácil de identificar aquelas que são “pseudo-promoções de Black Friday”, por assim dizer. E indo mais além, Boucault termina com uma observação que, apesar de especialista, traz um fato que já deveria ser de senso comum: as compras que forem realizadas durante a Black Friday também serão contempladas pelo direito do consumidor, sendo que, para produtos e serviços não duráveis, o prazo será de 30 dias, e que, para serviços e produtos duráveis, o prazo será três vezes maior, ou seja, 90 dias.

 

Faturamento da Fibria no Mato Grosso do Sul é de 7,3 milhões

A fábrica de celulose branqueada de eucalipto, a Fibria, deu início as suas atividades 3 semanas antes do previsto nas fábricas de celulose em Horizonte 2 e Três Lagoas. Essa é a segunda unidade da companhia, que investiu 7,3 bilhões em tecnologias de última geração no primeiro viveiro de mudas de eucalipto 100% automatizado no mundo. A inserção de caminhões de 50 metros de comprimento, que transitam internamente nas áreas da fábrica, também foi um investimento que ajudou a dobrar a capacidade de transporte da matéria prima até a fábrica.

O complexo de Três Lagoas, com o início das atividades da H2, é considerada a maior fábrica de celulose de eucalipto branqueada no mundo todo, com uma capacidade de produção 3,25 milhões de toneladas. Os balanços financeiros da companhia consideram a construção de uma terceira unidade da fábrica, porém ainda não existe projeto para isso. As fábricas juntas têm capacidade de 7,25 milhões de toneladas na produção de celulose.

De acordo com Julio Cunha, diretor de engenharia da Fibria, a previsão é de 377 mil toneladas de celulose branqueada até o final de 2017. A previsão da produção total em 2020 é de 1,9 milhão de toneladas, que serão mantidas até o ano de 2022.

Todo o volume produzido será transportado pelo modal ferroviário, partindo do Terminal Intermodal, que está em construção em Aparecida do Taboado, interligada com a Ferrovia Norte-Sul. A produção irá pela ferrovia até o Terminal de Macuco, no Porto de Santos.

Para atender as fábricas em Mato Grosso do Sul, a Fibria calcula a necessidade de uma área de 308 mil hectares de floresta de eucalipto, sendo desse total, 121 mil hectares já estão sendo cultivadas para atender a demanda. Outros 187 mil hectares são cultivados como matéria-prima para H2. As florestas têm instalações com 100 quilômetros de distância das fábricas.

O plantio tem previsão de conclusão no início de 2018, sendo plantadas 6 árvores por segundo, em mosaico integrado às florestas nativas nas regiões de eucalipto. A companhia disse incentivar os parceiros na integração pecuária-floresta, porém não pode interferir na decisão que deve partir do produtor

Manaira Shopping de Roberto Santiago se destaca como centro de diversão e lazer

Natural de João Pessoa, o empresário Roberto Santiago começou investindo em uma empresa no setor da cartonagem, mas logo em seguida mudou de foco e trabalhou para viabilizar o seu próprio grande centro comercial, o Manaira Shopping, que atualmente está entre os maiores shoppings do Nordeste e é referência na Paraíba em entretenimento e diversão para o público de todas as idades.

Fundado no ano de 1989, o shopping já passou por vários processos de expansão desde então. Localizado em uma região estratégica entre o centro de João Pessoa e as praias do litoral norte, o centro comercial conta atualmente com mais de 280 lojas e cerca de 75 mil metros quadrados de Área Bruta Locável (ABL). Com tanto espaço disponível, o objetivo de Roberto Santiago com o Manaira Shopping foi criar um ambiente agradável e divertido para a família.

Para começar, no quesito cinema, o shopping tem onze salas disponíveis, as quais são equipadas com aparelhos tecnológicos e de alta qualidade. Tanto as salas normais, como as salas 3D e VIP possuem o Sistema Stadium, responsável por posicionar as poltronas no formato de arquibancadas, o que garante maior conforto e uma visão privilegiada da tela para todos. Além do cinema, outras opções de entretenimento que existem no estabelecimento incluem um boliche, cujas pistas são eletrônicas e modernas, e um Game Center, parque de diversões eletrônico com mais de 200 jogos de todos os estilos e para todos os gostos.

Após tanta diversão, o público que visita o shopping pode se dirigir até a ampla praça de alimentação do local, que possui opções estilo fast-food e cafeterias ideais para quem procura algo rápido. Por outro lado, o estabelecimento também possui um Espaço Gourmet, dedicado a restaurantes mais sofisticados, incluindo restaurantes típicos da culinária paraibana, administrados por chefs que são referência no estado.

Além disso, o Manaira Shopping de Roberto Santiago possui até a sede de uma universidade e a sua própria casa de shows, a Domus Hall, que é um dos locais mais importantes da Paraíba para receber artistas brasileiros e internacionais.

Com um estabelecimento de tamanho sucesso, Roberto Santiago é visto atualmente como um dos maiores empreendedores do Nordeste do Brasil. Para ele, um dos grandes segredos do seu centro de compras é a versatilidade do espaço, que está sempre oferecendo opções de lazer e entretenimento relevantes e capazes de atrair a atenção do público paraibano.

Mais recentemente, no ano de 2014, o empresário Roberto Santiago expandiu os seus negócios e inaugurou um novo centro de compras, o Mangabeira Shopping, que foi projetado para se tornar um dos shoppings mais modernos e interativos do país. Além disso, a construção de um estabelecimento desse porte trouxe um grande desenvolvimento econômico e social para a região, que se valorizou substancialmente e gerou milhares de empregos para as famílias paraibanas.

Apesar de localizados na mesma cidade, os dois centros de compras do empresário foram pensados de forma complementar, ampliando ainda mais as opções de lazer e diversão da cidade de João Pessoa.

 

Como abrir uma loja virtual em 5 passos

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O comércio eletrônico é um dos setores que mais crescem no Brasil. No ano de 2016, o segmento cresceu 11% – mesmo com o país enfrentando uma forte crise econômica. Isso tem atraído a atenção de empreendedores que veem no momento uma ótima oportunidade de abrir uma loja virtual.

Para quem deseja investir no segmento, elaboramos um mini guia que o ajudará a montar o seu comércio eletrônico. Confira!

5 passos necessário para abrir uma loja virtual

  1. Defina o que será vendido

O primeiro passo a ser dado é definir o que será vendido em sua loja. A dica é apostar em itens que possuem uma grande demanda, tais como produtos de beleza, perfumaria, roupas, eletrônicos, moda íntima e suplementos alimentares. Decidir o que vender na loja virtual será a chave para o sucesso do empreendimento.

  1. Escolha um nome

Agora chegou o momento de escolher um nome para o seu comércio eletRônico. A dica é procurar um nome que tenha alguma relação com o produto que será vendido. O empreendedor deverá apostar na criatividade e originalidade nesse momento.

Será essencial definir um endereço web (domínio) para que o público possa acessar a loja virtual.

  1. Definindo a plataforma

A plataforma é o ambiente onde a sua loja será alocada e administrada. Existem diversas opções no mercado, desde as gratuitas como as pagas. É preciso analisar uma série de fatores, como valor do serviço, recursos oferecidos e liberdade que o empreendedor terá na plataforma.

Para quem está começando, um plano básico já será capaz de dar conta do recado.

  1. Cadastrando os produtos

Depois de escolher a plataforma, chegou o momento de cadastrar os produtos na loja. É importante tirar boas fotos dos produtos para agregar valor e credibilidade aos itens.

Crie boas descrições para que os produtos sejam mais fáceis de serem encontrados no Google.

  1. Divulgando a sua loja

Agora chegou o momento de divulgar a sua loja para começar a vender. Investir no Facebook é uma excelente maneira de encontrar os primeiros clientes. Crie uma página e divulgue o empreendimento em grupos e páginas dentro da rede social.

 

Saiba a importância de um gateway na realização de pagamentos em um e-commerce

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Para os empresários envolvidos no mundo do e-commerce, ter acesso a um gateway que seja bom para pagamentos é uma das principais características que o colocarão diante do sucesso. Isso acontece principalmente em empresas que dispõe de um volume médio ou grande de vendas todos os meses.

As lojas virtuais necessitam de cuidados diferentes das lojas físicas em certos pontos. No caso dos negócios e-commerce, oferecer para o cliente uma página voltada para o pagamento dos produtos adquiridos no site é fundamental.

Um dos pontos que favorecem isso para os negócios e-commerce é a disposição de um gateway voltado para os pagamentos. Quando o empresário se encontra em meio a um grande volume de vendas realizadas, esse é um fator que deve ser levado com mais importância.

O gateway tem o poder de conectar as lojas com bancos e instituições financeiras com o que a tecnologia dispõe de mais moderno. É uma ferramenta extremamente importante e pode ser comparada a uma máquina de cartão em termos de importância para um negócio e-commerce.

Em vista disso, o CEO da MundiPagg, João Barcelos, indica quais são os principais critérios para escolha de um gateway.

A compatibilidade é fundamental. O empreendedor deverá se certificar de que o gateway escolhido por ele é compatível com a plataforma virtual utilizada por ele.

A integração que esse gateway terá com a internet de um modo geral é muito importante, assim como a compatibilidade da plataforma. É importante que todos os serviços oferecidos estejam integrados com o gateway

Os recursos oferecidos pelo gateway devem ser para facilitar o acesso de pagamento junto ao site. As informações disponíveis para o cliente devem ser fidedignas.

A segurança é extremamente fundamental. Ela deve se enquadrar nas exigências de padrões internacionais, com a certificação PCI-DSS inclusa.

Se antecipar em relação as fraudes é um ponto de destaque. Mesmo que essa não seja uma responsabilidade voltada para o gateway, hoje já é possível encontrar gateways que oferecem recursos contra fraudes aplicadas no mercado.

O suporte deve ser constante. O suporte técnico deve ser efetivo para encontrar e corrigir problemas.

O custo-benefício tem que estar de acordo com a disponibilidade do empresário de contratar tal serviço. É importante frisar que esse valor sofrerá variações nas taxas ou kick off