Saiba mais sobre a carreira e a vida de José Auriemo Neto

Ao completar apenas 27 anos, o empresário José Auriemo Neto assumiu o cargo ocupado anteriormente pelo seu pai e se tornou o presidente da empresa da família, a incorporadora JHSF. Desde então, o executivo segue uma rotina atarefada, que tem início bem cedo e se encerra muitas vezes após às 22 horas, pois é comum que o empresário visite os canteiros de obras para ter certeza que o trabalho está de acordo com os padrões de qualidade da incorporadora.

Segundo o executivo, o segredo para o sucesso está em “10% inspiração e 90% transpiração”, e por isso, ele está sempre atento ao dia a dia da empresa. Desde muito jovem, Zeco, como é conhecido pelos seus amigos, já era bastante ativo e independente, chegando a participar da Convivência Internacional de Jovens (Cisv), realizada no Japão e a jogar futebol em categoria amadora em uma liga da Noruega, até finalmente se juntar ao seu pai, Fábio Auriemo, na administração da JHSF.

Por cerca de vinte anos, o grande foco da incorporadora esteve na área da construção, até que a partir da década de 90, a empresa se voltou para a incorporação de edifícios comerciais, que se desenvolvia rapidamente nesse período. Isso foi essencial para que a empresa crescesse e passasse a ser reconhecida entre as mais importantes do país nesse setor. Consequentemente, a JHSF expandiu seus negócios, tendo projetos em andamento no interior e na capital de São Paulo, e também em Manaus e Punta del Este.

Já com José Auriemo Neto como presidente, a incorporadora passou a investir em projetos que envolviam a construção de shopping centers, como foi o caso do Shopping Metrô Tucuruvi e do Shopping Metrô Santa Cruz. Seguindo essa tendência, a empresa passou a atuar no mercado de luxo, um segmento que cresceu muito nos anos 2000. Essa nova visão de mercado levou o empresário a investir no projeto de um grande complexo de luxo localizado na Marginal Pinheiros.

Muitos profissionais do meio consideraram a região inapropriada para a construção de um complexo de luxo, mas apesar disso, José Auriemo Neto insistiu nessa ideia, o que acabou originando no Parque Cidade Jardim, um complexo do qual fazem parte um grande shopping center de luxo, nove torres residenciais, prédios comerciais e um edifício que possui uma sede do hotel Fasano, considerado como a rede mais luxuosa do Brasil.

Após terem sido inaugurados, os estabelecimentos e edifícios do complexo foram vendidos e alugados em tempo recorde, o que originou um ótimo retorno em termos de lucro para a empresa. Paralelamente, o empresário José Auriemo Neto se tornou ainda mais reconhecido entre os executivos dessa área, se destacando por sua visão estratégica e revolucionária no ramo.

Além de se dedicar ao trabalho, José Auriemo Neto sempre que possível também faz questão de passar os momentos de folga com a sua família, a esposa Mariana Landmann Auriemo, e o casal de filhos deles, Antônio e Olivia, e também praticar golfe, esporte que ele se tornou adepto durante a vida adulta.

5 perguntas que você deve fazer sempre que colocar um imóvel para alugar

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Quando os inquilinos em potencial acabam te procurando para tratar do aluguel de um imóvel, você deve ter um conjunto de perguntas que ajudará a assinalar os bons inquilinos dos maus imediatamente. É importante que você faça as mesmas perguntas qualificadas a todos os inquilinos para que você não seja acusado de discriminação. Aprenda 5 perguntas básicas que você deve fazer a um locatário.

1- Por que você está se mudando?

Esta pergunta pode dizer-lhe muito sobre o inquilino, então ouça atentamente. Ele pode ter razões legítimas para se mudar, como mudar de emprego ou querer mais espaço. Fique atento aos sinais vermelhos, como ser despejado, processos, se o inquilino manteve uma relação de desafeto com os proprietários ou vizinhos onde ele morou.

2- Quando você quer mudar?

Isso também pode contar muito sobre o inquilino. Se o inquilino quiser mudar-se amanhã, pode não ser a pessoa mais responsável. A maioria dos proprietários exige 30 dias de antecedência para rescindir um contrato. Obviamente, circunstâncias especiais se aplicam, como um corte salarial, uma transferência súbita de trabalho. Mas em geral, os inquilinos responsáveis iniciam sua busca de um imóvel com antecedência, pelo menos com um mês de antecedência da data de mudança.

3- Qual é o seu rendimento mensal?

Esta pergunta pode ajudá-lo a determinar se o potencial inquilino poderá pagar o imóvel. Você vai querer procurar um inquilino cuja renda mensal não seja inferior a duas vezes e meia o aluguel mensal. Por exemplo, se o aluguel mensal for de R$ 1.000, o ideal é que o inquilino ganhe pelo menos R$ 2.500 por mês.

4- Você terá o depósito de segurança e o aluguel do primeiro mês disponível no momento da mudança?

Isso falará sobre sua situação financeira. Se eles não tiverem dinheiro suficiente e pedirem que pague o depósito de segurança uma semana após a mudança, um pouco a cada semana ou similar, essa tendência continuará até que eles não possam mais pagar o aluguel mensalmente. Você não quer iniciar uma relação com um inquilino onde ele já lhe deve dinheiro.

5- Quantas pessoas viverão no imóvel?

Você vai querer procurar um máximo de duas pessoas por quarto. Quanto menor o número de pessoas no imóvel, menos desgaste você terá em sua propriedade ao colocá-la para alugar.

 

Conheça o canal que promove o empreendedorismo em regiões da periferia de São Paulo

Com o intuito de difundir as atividades empreendedoras nas regiões da periferia, alguns jovens reuniram-se para aumentar a exposição dessas áreas. Estima-se que o capital gerado nesses locais alcance o montante de R$ 68,5 bilhões ao ano. De acordo com informações levantadas pela Data Popular, uma empresa especializada em consultoria empresarial, houve aumento de 56% da capacidade dos moradores no que se refere à prática de diversos tipos de negócios.

Preocupados com a questão empreendedora, Heloísa Ferreira e Jeferson Delgado resolveram criar um canal no Youtube. Chamado de Favela Business, ele serve para que os negócios sejam ao mesmo tempo incentivados e divulgados através de vários tipos de atuação. Com a apresentação de danças, músicas, além da mostra de artigos de moda e até mesmo a comercialização de bens e serviços, os jovens que possuem 19 anos empregam mecanismos do campo da comunicação como meio de alcance de um público cada vez maior.

A idealização surgiu a partir das primeiras impressões que Jeferson, um estudante de jornalismo e designer, teve ao começar seu curso no ano de 2016. Nascido na periferia da capital paulista, ele passou toda a sua vida morando no local e sempre demonstrou tino para os negócios. A parceria com um amigo, entretanto, foi determinante para que aumentasse seu interesse pela comunicação, uma vez que passou a conhecer e utilizar alguns equipamentos típicos do ramo.

Ao conhecer Heloísa, que estuda no NCN (Núcleo de Consciência Negra), Jeferson pôde concretizar seu projeto com maior desenvoltura. A jovem cursa Gestão de Turismo e ficou com a responsabilidade de cuidar da parte fotográfica, onde dirige e edita as informações, além de produzir diversos conteúdos para o canal. Como resultado dessa interação, o Favela Business retrata a realidade das pessoas que moram na periferia.

Heloísa afirma que a comunidade em que tais pessoas vivem abriga uma série de casos de sucesso nos negócios, ainda que muitos desses empreendedores tenham passado por sérios problemas em suas trajetórias pessoais. A estudante se preocupa em proporcionar um ambiente onde os jovens possam ter a realização de seus sonhos incentivada.

 

Conheça o empreendimento dos irmãos Auriemo – a JHSF Participações

Foi em São Paulo, no ano de 1972, que nasceu o empreendimento dos irmãos Auriemo – Fábio e José Roberto – e, na época, também mais dois sócios. A atual JHSF Participações, ao longo de sua história, desenvolveu e investiu em mais de seis milhões de metros quadrados em empreendimentos de alto padrão em diversas cidades do Brasil. Ela foi fundada com o nome de JHS Construção e Planejamento Ltda, opera nos setores de shopping centers, incorporação imobiliária, hotelaria e gastronomia – e tem como sua área principal de atuação e investimento o segmento de alta renda.

Lá no início, nos primeiros anos de operação, a companhia atuava prestando serviços de construção. Na década de 1980, por exemplo, era uma das principais construtoras brasileiras – sempre atendendo clientes da iniciativa privada. E, nessa mesma época, criou sua área de incorporações imobiliárias.

Logo no início da década seguinte, em 1990, a companhia passou por uma cisão e Fábio Auriemo tornou-se o único acionista do empreendimento – que, então, passou a se chamar JHSF. No final desta mesma década, o empreendimento passou a privilegiar a incorporação imobiliária e o investimento em edifícios comerciais para locação – mercado que estava começando a se consolidar no Brasil.

Século XXI

A criação da divisão de shopping centers e construção do Shopping Metrô Santa Cruz – o primeiro do país integrado a uma estação de metrô – aconteceu em 2001. Dois anos depois, em 2003, quem assumiu a presidência executiva da JHSF foi o filho mais velho de Fábio Auriemo, José Auriemo Neto, também conhecido como Zeco – o responsável pela criação da área de shopping centers da empresa, no ano de 2001.Ele também intensificou a atuação no mercado de luxo e alta renda.

José Auriemo Neto, em 2006, lançou o complexo Cidade Jardim, onde estão o Shopping Cidade Jardim – principal referência no mercado de luxo do Brasil – nove torres residenciais do Parque Cidade Jardim, um dos condomínios mais sofisticados de São Paulo, e três torres comerciais.

O ano de 2007 foi, para a JHSF, o ano da Oferta Pública de Ações (OPA). A companhia abriu seu capital, passando a ter ações negociadas no Novo Mercado da BMF&Bovespa. Nesse mesmo ano, ela ainda adquiriu participação majoritária no Hotel Fasano – e, em 2014, assumiu também o controle acionário dos restaurantes do grupo.

A empresa dos Auriemo também investiu em condomínios residenciais de veraneio de alto padrão e no complexo Horto Bela Vista, em Salvador, na Bahia. Além disso, o empreendimento também controla um dos principais shopping centers de Manaus, na Amazônia – o Ponta Negra.

Há três anos, ou seja, em 2014, a JHSF inaugurou o Catarina Fashion Outlet – o primeiro outlet do Brasil voltado para o segmento de luxo. Em dezembro do ano passado, também vendeu o Shopping Metrô Tucuruvi, em São Paulo, para a empresa HSI e focou ainda mais no mercado de alta renda.

Quanto à composição acionária do empreendimento, 77,14% da companhia pertence à família Auriemo, com José Auriemo Neto no comando, e 22,86% aos demais acionistas.

 

Marca de cosméticos de Kylie Jenner é uma das mais promissoras atualmente

Criada em novembro de 2015, a marca de cosméticos da personalidade Kylie Jenner, irmã de Kim Kardashian, chamada inicialmente de Kylie Lip Kits, foi um grande sucesso, mas pouco se sabia acerca dos lucros, investimento e o tamanho real da marca. Recentemente, a mãe e de Kylie, Kris Jenner, concedeu uma entrevista para a WWD na qual falou um pouco mais sobre a empresa de cosméticos de sucesso da filha.

Para começar, a empresa foi a que mais cresceu nesse mercado em 2016, com todos os estoques iniciais tendo sido vendidos em apenas alguns segundos após o lançamento da marca pela internet. Entre o período de novembro de 2015 e maio de 2017,  a marca arrecadou cerca de US$ 420 milhões em vendas,  um montante surpreendente para uma empresa recém-criada.

Para se ter uma ideia, em comparação com outras grandes marcas internacionais de beleza, a Tom Ford Beauty só conseguiu alcançar US$ 500 milhões em vendas anuais após cerca de uma década atuando nesse mercado, mesmo sendo considerada uma das marcas de cosméticos que mais cresceram nos últimos anos. A Bobbi Brown, por sua vez, demorou vinte e cinco anos para atingir o patamar de US$ 1 bilhão em arrecadação, enquanto a Lancôme conseguiu esse marco depois de oitenta anos no ramo dos cosméticos.

Em fevereiro de 2016, a marca alterou o seu nome de Kylie Lip Kits para Kylie Cosmetics, aproveitando para relançar kits de batom que estavam esgotados e também novas cores desenvolvidas exclusivamente para o Dia dos Namorados nos Estados Unidos. Acerca dos produtos originais, lançados em novembro de 2015, foram fabricados apenas cinco mil unidades de cada um, para testar como seria a aceitação dos consumidores. Com o sucesso acima do esperado, a linha de produção cresceu para 500 mil unidades de cada produto em um curto intervalo de apenas três meses.

Segundo estimativas de mercado, o crescimento nas vendas da Kylie Cosmetics não mostra sinais de desaceleração, podendo alcançar uma margem de expansão de 25% ao ano. Se essa previsão se cumprir, a marca desenvolvida e administrada por Kylie Jenner poderá alcançar a marca de US$ 1 bilhão em vendas no ano de 2022, um recorde absoluto entre as maiores empresas de cosméticos do mercado atualmente.

 

Ramo alimentício tem crescido

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O ramo alimentício tem sido uma das áreas que mais tem crescido no Brasil nos últimos anos e é um dos segmentos preferidos de grande parte dos empreendedores, já que é uma área rentável o ano todo.

Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação, o setor de food service vêm crescendo com uma taxa de 14,7% no país.

Especialistas da área revelam que o mercado de uma maneira geral se modifica rapidamente, por isso está área é tão rentável, pois as pessoas sempre vão comprar comida, e mesmo quando querem economizar acabam comendo alguma coisa fora.

Para começar um empreendimento neta área é necessário antes de tudo entender o comportamento do consumidor e suas preferências, para assim in0var nos serviços e no produto. De acordo com especialistas a ideia do negócio é apenas 5% do serviço, os outros 95% é como ela será executada.

Neste ramo é comum que não se consiga prever o desempenho do empreendimento nos primeiros meses, já que depende da resposta do mercado. É necessário trabalhar com metas semanais e mensais e organizar-se bem.

Utilize o perfil de sua empresa para atrair profissionais com a mesma mentalidade, assim eles tem uma chance maior de engajamento e de progredir em conjunto com a empresa. Em uma te entrevista de emprego já é possível traçar este perfil. Antes de vender a empresa para o cliente, é necessário fazer os funcionários comprarem a ideia e assim permaneçam motivados.

Para testar a atração e o efeito do seu produto coloque-o no mercado o quanto antes, mas um empecilho, principalmente na área alimentícia, são as finanças. Como muitos produtos são perecíveis e precisam ser vendidos para não gerar prejuízo, já que tem data de validade, é necessário realizar um bom planejamento. Outra opção viável para iniciar a produção e não perde-la é fechar parcerias com desenvolvedores de fórmulas e distribuidoras.

Com um bom planejamento, parceiros e estudo de mercado é possível crescer nessa área que está em alta durante todo o ano.

 

O início da presidência de Luiz Carlos Trabuco, do Banco Bradesco

Quando o quarto presidente da história do Banco Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, assumiu o cargo, em março de 2009, o momento não era dos mais propícios – visto que, a instituição havia acabado de perder a liderança de mercado. Contudo, quando alcançou a presidência, o executivo declarou – “A liderança em si não é um objetivo[…] Nosso objetivo é fazer o melhor trabalho nos municípios que atendemos ”.

Apesar da resposta cautelosa à situação, Luiz Carlos Trabuco – seis anos depois, em agosto de 2015 – não perdeu a oportunidade de executar uma de suas cartadas mais ousadas no comando da empresa – a compra da filial brasileira do HSBC por US$ 5,2 bilhões. Foi o que colocou o Banco de volta na briga pelas primeiras colocações no ranking.

“Com o HSBC, conquistamos de uma vez o que demoraríamos cerca de seis anos para obter por meio do crescimento orgânico [ou seja, a melhora do desempenho interno da empresa]”, destacou o presidente do Bradesco.

O lance ousado de Trabuco no comando da companhia também rendeu a ele o título de Empreendedor do Ano nas Finanças pela ISTOÉ Dinheiro – uma revista brasileira de economia e negócios publicada pela Editora Três.

Conheça a trajetória do empresário

Longos 48 anos de Banco Bradesco é o que soma o executivo que nasceu no município de Marília (SP) – mesma cidade de origem do Banco – no dia 6 de outubro de 1951.  Luiz Carlos Trabuco formou-se em filosofia pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FLCH–USP) e fez pós-graduação em Sócio psicologia na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP).

Foi em 1969, com apenas 18 anos, que o, hoje, presidente chegou na companhia bancária e, ao decorrer dos anos, passou por todos os escalões de hierarquia. Começou como escriturário, passou também por áreas como previdência privada e marketing e, em 1999, aos 47 anos de idade, foi promovido a vice-presidente da empresa. De 2003 a 2009, Luiz Carlos Trabuco destacou-se também como chefe do Bradesco Seguros.

Depois de eleito à presidência do Banco, uma das primeiras ações do executivo foi a criação de uma universidade corporativa. Ele deu início a um processo de renovação dos quadros de liderança, conversando com profissionais de todos os patamares da instituição.

Também foram estabelecidos pelo atual presidente, rituais para dar autonomia aos que eram promovidos – reunidos no Salão Nobre da instituição, eles recebiam o direito da palavra. No entanto, já avisados pelo executivo de que “quem recebe o microfone deve ter o que falar, passar uma mensagem, vocalizar posicionamentos, uma estratégia e um plano de ação”.

Para o Bradesco, desde que assumiu o cargo mais alto da empresa, Luiz Carlos Trabuco sempre buscou renovação – esta, baseada na procura por profissionais do mercado.  O diretor-executivo responsável pelo Bradesco BBI, Renato Ejnisman, que atuou no Bank of America e BankBoston, é um exemplo disso.

 

Cera de chocolate, azeite e abacate gera faturamento de R$ 10 mi para franquia

Com uma nova proposta de criar opções diferenciadas de ceras, com ingredientes próprios para cada tipo de pele, o empresário de 35 anos, Wilton Bezerra criou a Depile-se, na cidade de Jacareí. Esses ingredientes diferenciados possuem o propósito de diminuir a dor na hora da depilação.

A rede, que teve seu lançamento em junho de 2013, conta com ceras de coco, leite, chocolate branco, abacate, argan com camomila, aloe vera e azeite de oliva.

Somente no ano passado, o faturamento da empresa girou em torno de R$ 10 milhões. Para este ano, a expectativa é um aumento de 15% desse valor.

A empresa já conta com 18 franquias em oito estados brasileiro (Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraíba, Maranhão, Rio Grande do Norte, Piauí e Bahia), e uma unidade própria na cidade de Jacareí. Wilton tem previsões para abrir mais quatro novas unidades neste ano, sendo uma em Santa Catarina, uma no Amazonas e duas no Maranhão.

O investimento inicial foi de R$ 1,6 milhão, segundo o empresário. O dinheiro foi utilizado para desenvolver os produtos, abrir a primeira loja e capacitar a equipe, que começou com cinco funcionários e hoje somatiza 116.

Cada tipo de cera é destinado para um tipo de pele diferente

A empresa possui um departamento exclusivo que é responsável por desenvolver e testar cada uma das ceras, localizado em São Lourenço, Minas Gerais. A produção das ceras é realizada em Curitiba, no Paraná. Ao todo, são 7 tipos. Conheça alguns:

Coco – peles normais e oleosas/peles mais grossas;

Abacate – regiões sensíveis como exilas, partes íntimas e rosto/atua protegendo a pele;

Chocolate branco – peles secas/atua como estimulante na produção de colágeno;

Aloe vera – peles sensíveis/efeito hidratante que diminui eventuais escamações;

Azeite de oliva – peles secas/diminui danos que possam ser causados pela depilação como queimadura, irritação e alergia;

Argan com camomila – peles normais/atua como calmante e cicatrizante na pele.

A rede também conta com alguns produtos de utilização pós-depilação. Porém, descartando o hidratante de coco, nenhum desses produtos (loção, hidratação pós-depilação e loção) são comercializados.

Coworking para médicos – Será? Uma empresa mineira aposta na ideia

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Engana-se quem pensa que os espaços de coworking estão limitados às empresas das áreas de marketing, contabilidade ou administração, por exemplo. Recentemente, em maio, os sócios Bernardo Chalfun, de 36 anos, seu irmão Felipe, 38, e Jefferson Amaral, 38, resolveram apostar em um público diferente para os locais de trabalho colaborativos – os profissionais da saúde.

Os três empresários são moradores de Belo Horizonte e fundaram o Life&Co, um espaço coworking voltado para médicos e dentistas. Lá, são sete salas próprias para o atendimento médico e uma especializada para a serviço odontológico. “Fornecemos vaga de estacionamento, pia, maca, computador conectado à televisão, negatoscópio [aparelho utilizado para visualização de chapas de raio-X] e uma secretária para auxiliar no agendamento de consultas”, conta Bernardo, que é formado em fisioterapia.

Com o objetivo de gerar uma proximidade maior com os inquilinos, o Life&Co ainda proporciona também um outro tipo de auxílio – “Temos um comprometimento de captar clientes para o nosso inquilino através do marketing digital. Colocamos os contatos deles no nosso site, fazemos ações […] Trata-se de entender que a nossa missão é também contribuir para o crescimento profissional dos nossos frequentadores”, explica Bernardo Chalfun.

A intenção dos empresários mineiros é que o ambiente abrigue uma variedade de especialistas para criar uma rede de profissionais que se ajudem. “Dessa forma, podemos ter uma troca de indicações lá dentro mesmo, o que torna o alcance para pacientes muito maior”, salienta Bernardo, que ainda acrescenta – “Queremos investir nisso. Criar mídias internas para os inquilinos da casa, com o tempo promover encontros e cafés entre eles. Tudo para aumentar o networking desses profissionais.”

Para Bernardo Chalfun, o Life&Co é uma boa aposta para aquele profissional que está procurando um local bem localizado e decorado. “Investimos bastante em promover um bom ambiente para o profissional e seus pacientes”, garante o empresário. Quem quiser usufruir do espaço planejado pelos três mineiros, pode optar tanto por alugar salas de forma avulsa quanto por meio de turnos. Um período de seis horas, por exemplo, custa R$ 650.

Em publicação anual, Forbes aponta Joseph Safra como o banqueiro mais rico do mundo

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A aguardada lista da Forbes, onde os mais abastados são apontados sob diversos aspectos, trouxe o banqueiro Joseph Safra na posição do mais rico em se tratando do setor bancário. Um dos donos do Banco Safra, instituição financeira responsável por administrar o dinheiro de clientes considerados de alto nível, recebeu o título levando-se em consideração uma escala mundial.

Com uma fortuna estimada em mais de 20 bilhões de dólares, Safra é atualmente o mais rico banqueiro do mundo. O empresário possui 78 anos e aparece em terceira posição quando a classificação leva em conta o segmento de investimentos e finanças. Figuras como George Soros e Warren Buffet são as únicas pessoas a ultrapassarem o bilionário.

Em se tratando das pessoas mais ricas do mundo, sem se levar em conta o ramo de atuação, Buffet recebe a classificação de segundo lugar. Com um montante de mais de 75 bilhões de dólares, o empresário só não ficou em primeira posição por causa da fortuna do gênio da Microsoft, Bill Gates, conhecido há décadas por estar entre os que possuem mais dinheiro.

Já Soros, detentor de 25,2 bilhões de dólares, divide a posição com outras 45 pessoas que atuam no ramo das finanças, mais especificamente com aquelas que trabalham administrando os chamados fundos de hedges. No que se refere à categoria que compreende os empresários brasileiros, Safra situa-se na segunda posição, uma vez que Jorge Lemann segue absoluto no primeiro lugar.

O dono do banco Safra também é proprietário de outros lucrativos empreendimentos, como por exemplo, o J. Safra Sarasin, que funciona em solo suíço. Sua fundação ocorreu em 2013, quando da fusão do banco Sarasin, de origem suíça, com o Safra National Bank de Nova York, além de outras empresas do ramo imobiliário.

O empresário, embora chame-se Joseph Safra, gosta de ser chamado de José. Nascido no Líbano, o banqueiro veio para o Brasil em 1962, naturalizando-se brasileiro após dois anos de sua chegada. Originário de uma família conservadora, ele é conhecido por ter herdado a facilidade de lidar com os negócios de modo a aumentar fortunas pessoais e dos clientes.