Marca de cosméticos de Kylie Jenner é uma das mais promissoras atualmente

Criada em novembro de 2015, a marca de cosméticos da personalidade Kylie Jenner, irmã de Kim Kardashian, chamada inicialmente de Kylie Lip Kits, foi um grande sucesso, mas pouco se sabia acerca dos lucros, investimento e o tamanho real da marca. Recentemente, a mãe e de Kylie, Kris Jenner, concedeu uma entrevista para a WWD na qual falou um pouco mais sobre a empresa de cosméticos de sucesso da filha.

Para começar, a empresa foi a que mais cresceu nesse mercado em 2016, com todos os estoques iniciais tendo sido vendidos em apenas alguns segundos após o lançamento da marca pela internet. Entre o período de novembro de 2015 e maio de 2017,  a marca arrecadou cerca de US$ 420 milhões em vendas,  um montante surpreendente para uma empresa recém-criada.

Para se ter uma ideia, em comparação com outras grandes marcas internacionais de beleza, a Tom Ford Beauty só conseguiu alcançar US$ 500 milhões em vendas anuais após cerca de uma década atuando nesse mercado, mesmo sendo considerada uma das marcas de cosméticos que mais cresceram nos últimos anos. A Bobbi Brown, por sua vez, demorou vinte e cinco anos para atingir o patamar de US$ 1 bilhão em arrecadação, enquanto a Lancôme conseguiu esse marco depois de oitenta anos no ramo dos cosméticos.

Em fevereiro de 2016, a marca alterou o seu nome de Kylie Lip Kits para Kylie Cosmetics, aproveitando para relançar kits de batom que estavam esgotados e também novas cores desenvolvidas exclusivamente para o Dia dos Namorados nos Estados Unidos. Acerca dos produtos originais, lançados em novembro de 2015, foram fabricados apenas cinco mil unidades de cada um, para testar como seria a aceitação dos consumidores. Com o sucesso acima do esperado, a linha de produção cresceu para 500 mil unidades de cada produto em um curto intervalo de apenas três meses.

Segundo estimativas de mercado, o crescimento nas vendas da Kylie Cosmetics não mostra sinais de desaceleração, podendo alcançar uma margem de expansão de 25% ao ano. Se essa previsão se cumprir, a marca desenvolvida e administrada por Kylie Jenner poderá alcançar a marca de US$ 1 bilhão em vendas no ano de 2022, um recorde absoluto entre as maiores empresas de cosméticos do mercado atualmente.

 

Ramo alimentício tem crescido

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O ramo alimentício tem sido uma das áreas que mais tem crescido no Brasil nos últimos anos e é um dos segmentos preferidos de grande parte dos empreendedores, já que é uma área rentável o ano todo.

Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação, o setor de food service vêm crescendo com uma taxa de 14,7% no país.

Especialistas da área revelam que o mercado de uma maneira geral se modifica rapidamente, por isso está área é tão rentável, pois as pessoas sempre vão comprar comida, e mesmo quando querem economizar acabam comendo alguma coisa fora.

Para começar um empreendimento neta área é necessário antes de tudo entender o comportamento do consumidor e suas preferências, para assim in0var nos serviços e no produto. De acordo com especialistas a ideia do negócio é apenas 5% do serviço, os outros 95% é como ela será executada.

Neste ramo é comum que não se consiga prever o desempenho do empreendimento nos primeiros meses, já que depende da resposta do mercado. É necessário trabalhar com metas semanais e mensais e organizar-se bem.

Utilize o perfil de sua empresa para atrair profissionais com a mesma mentalidade, assim eles tem uma chance maior de engajamento e de progredir em conjunto com a empresa. Em uma te entrevista de emprego já é possível traçar este perfil. Antes de vender a empresa para o cliente, é necessário fazer os funcionários comprarem a ideia e assim permaneçam motivados.

Para testar a atração e o efeito do seu produto coloque-o no mercado o quanto antes, mas um empecilho, principalmente na área alimentícia, são as finanças. Como muitos produtos são perecíveis e precisam ser vendidos para não gerar prejuízo, já que tem data de validade, é necessário realizar um bom planejamento. Outra opção viável para iniciar a produção e não perde-la é fechar parcerias com desenvolvedores de fórmulas e distribuidoras.

Com um bom planejamento, parceiros e estudo de mercado é possível crescer nessa área que está em alta durante todo o ano.

 

O início da presidência de Luiz Carlos Trabuco, do Banco Bradesco

Quando o quarto presidente da história do Banco Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, assumiu o cargo, em março de 2009, o momento não era dos mais propícios – visto que, a instituição havia acabado de perder a liderança de mercado. Contudo, quando alcançou a presidência, o executivo declarou – “A liderança em si não é um objetivo[…] Nosso objetivo é fazer o melhor trabalho nos municípios que atendemos ”.

Apesar da resposta cautelosa à situação, Luiz Carlos Trabuco – seis anos depois, em agosto de 2015 – não perdeu a oportunidade de executar uma de suas cartadas mais ousadas no comando da empresa – a compra da filial brasileira do HSBC por US$ 5,2 bilhões. Foi o que colocou o Banco de volta na briga pelas primeiras colocações no ranking.

“Com o HSBC, conquistamos de uma vez o que demoraríamos cerca de seis anos para obter por meio do crescimento orgânico [ou seja, a melhora do desempenho interno da empresa]”, destacou o presidente do Bradesco.

O lance ousado de Trabuco no comando da companhia também rendeu a ele o título de Empreendedor do Ano nas Finanças pela ISTOÉ Dinheiro – uma revista brasileira de economia e negócios publicada pela Editora Três.

Conheça a trajetória do empresário

Longos 48 anos de Banco Bradesco é o que soma o executivo que nasceu no município de Marília (SP) – mesma cidade de origem do Banco – no dia 6 de outubro de 1951.  Luiz Carlos Trabuco formou-se em filosofia pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FLCH–USP) e fez pós-graduação em Sócio psicologia na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP).

Foi em 1969, com apenas 18 anos, que o, hoje, presidente chegou na companhia bancária e, ao decorrer dos anos, passou por todos os escalões de hierarquia. Começou como escriturário, passou também por áreas como previdência privada e marketing e, em 1999, aos 47 anos de idade, foi promovido a vice-presidente da empresa. De 2003 a 2009, Luiz Carlos Trabuco destacou-se também como chefe do Bradesco Seguros.

Depois de eleito à presidência do Banco, uma das primeiras ações do executivo foi a criação de uma universidade corporativa. Ele deu início a um processo de renovação dos quadros de liderança, conversando com profissionais de todos os patamares da instituição.

Também foram estabelecidos pelo atual presidente, rituais para dar autonomia aos que eram promovidos – reunidos no Salão Nobre da instituição, eles recebiam o direito da palavra. No entanto, já avisados pelo executivo de que “quem recebe o microfone deve ter o que falar, passar uma mensagem, vocalizar posicionamentos, uma estratégia e um plano de ação”.

Para o Bradesco, desde que assumiu o cargo mais alto da empresa, Luiz Carlos Trabuco sempre buscou renovação – esta, baseada na procura por profissionais do mercado.  O diretor-executivo responsável pelo Bradesco BBI, Renato Ejnisman, que atuou no Bank of America e BankBoston, é um exemplo disso.

 

Cera de chocolate, azeite e abacate gera faturamento de R$ 10 mi para franquia

Com uma nova proposta de criar opções diferenciadas de ceras, com ingredientes próprios para cada tipo de pele, o empresário de 35 anos, Wilton Bezerra criou a Depile-se, na cidade de Jacareí. Esses ingredientes diferenciados possuem o propósito de diminuir a dor na hora da depilação.

A rede, que teve seu lançamento em junho de 2013, conta com ceras de coco, leite, chocolate branco, abacate, argan com camomila, aloe vera e azeite de oliva.

Somente no ano passado, o faturamento da empresa girou em torno de R$ 10 milhões. Para este ano, a expectativa é um aumento de 15% desse valor.

A empresa já conta com 18 franquias em oito estados brasileiro (Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraíba, Maranhão, Rio Grande do Norte, Piauí e Bahia), e uma unidade própria na cidade de Jacareí. Wilton tem previsões para abrir mais quatro novas unidades neste ano, sendo uma em Santa Catarina, uma no Amazonas e duas no Maranhão.

O investimento inicial foi de R$ 1,6 milhão, segundo o empresário. O dinheiro foi utilizado para desenvolver os produtos, abrir a primeira loja e capacitar a equipe, que começou com cinco funcionários e hoje somatiza 116.

Cada tipo de cera é destinado para um tipo de pele diferente

A empresa possui um departamento exclusivo que é responsável por desenvolver e testar cada uma das ceras, localizado em São Lourenço, Minas Gerais. A produção das ceras é realizada em Curitiba, no Paraná. Ao todo, são 7 tipos. Conheça alguns:

Coco – peles normais e oleosas/peles mais grossas;

Abacate – regiões sensíveis como exilas, partes íntimas e rosto/atua protegendo a pele;

Chocolate branco – peles secas/atua como estimulante na produção de colágeno;

Aloe vera – peles sensíveis/efeito hidratante que diminui eventuais escamações;

Azeite de oliva – peles secas/diminui danos que possam ser causados pela depilação como queimadura, irritação e alergia;

Argan com camomila – peles normais/atua como calmante e cicatrizante na pele.

A rede também conta com alguns produtos de utilização pós-depilação. Porém, descartando o hidratante de coco, nenhum desses produtos (loção, hidratação pós-depilação e loção) são comercializados.

Coworking para médicos – Será? Uma empresa mineira aposta na ideia

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Engana-se quem pensa que os espaços de coworking estão limitados às empresas das áreas de marketing, contabilidade ou administração, por exemplo. Recentemente, em maio, os sócios Bernardo Chalfun, de 36 anos, seu irmão Felipe, 38, e Jefferson Amaral, 38, resolveram apostar em um público diferente para os locais de trabalho colaborativos – os profissionais da saúde.

Os três empresários são moradores de Belo Horizonte e fundaram o Life&Co, um espaço coworking voltado para médicos e dentistas. Lá, são sete salas próprias para o atendimento médico e uma especializada para a serviço odontológico. “Fornecemos vaga de estacionamento, pia, maca, computador conectado à televisão, negatoscópio [aparelho utilizado para visualização de chapas de raio-X] e uma secretária para auxiliar no agendamento de consultas”, conta Bernardo, que é formado em fisioterapia.

Com o objetivo de gerar uma proximidade maior com os inquilinos, o Life&Co ainda proporciona também um outro tipo de auxílio – “Temos um comprometimento de captar clientes para o nosso inquilino através do marketing digital. Colocamos os contatos deles no nosso site, fazemos ações […] Trata-se de entender que a nossa missão é também contribuir para o crescimento profissional dos nossos frequentadores”, explica Bernardo Chalfun.

A intenção dos empresários mineiros é que o ambiente abrigue uma variedade de especialistas para criar uma rede de profissionais que se ajudem. “Dessa forma, podemos ter uma troca de indicações lá dentro mesmo, o que torna o alcance para pacientes muito maior”, salienta Bernardo, que ainda acrescenta – “Queremos investir nisso. Criar mídias internas para os inquilinos da casa, com o tempo promover encontros e cafés entre eles. Tudo para aumentar o networking desses profissionais.”

Para Bernardo Chalfun, o Life&Co é uma boa aposta para aquele profissional que está procurando um local bem localizado e decorado. “Investimos bastante em promover um bom ambiente para o profissional e seus pacientes”, garante o empresário. Quem quiser usufruir do espaço planejado pelos três mineiros, pode optar tanto por alugar salas de forma avulsa quanto por meio de turnos. Um período de seis horas, por exemplo, custa R$ 650.

Em publicação anual, Forbes aponta Joseph Safra como o banqueiro mais rico do mundo

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A aguardada lista da Forbes, onde os mais abastados são apontados sob diversos aspectos, trouxe o banqueiro Joseph Safra na posição do mais rico em se tratando do setor bancário. Um dos donos do Banco Safra, instituição financeira responsável por administrar o dinheiro de clientes considerados de alto nível, recebeu o título levando-se em consideração uma escala mundial.

Com uma fortuna estimada em mais de 20 bilhões de dólares, Safra é atualmente o mais rico banqueiro do mundo. O empresário possui 78 anos e aparece em terceira posição quando a classificação leva em conta o segmento de investimentos e finanças. Figuras como George Soros e Warren Buffet são as únicas pessoas a ultrapassarem o bilionário.

Em se tratando das pessoas mais ricas do mundo, sem se levar em conta o ramo de atuação, Buffet recebe a classificação de segundo lugar. Com um montante de mais de 75 bilhões de dólares, o empresário só não ficou em primeira posição por causa da fortuna do gênio da Microsoft, Bill Gates, conhecido há décadas por estar entre os que possuem mais dinheiro.

Já Soros, detentor de 25,2 bilhões de dólares, divide a posição com outras 45 pessoas que atuam no ramo das finanças, mais especificamente com aquelas que trabalham administrando os chamados fundos de hedges. No que se refere à categoria que compreende os empresários brasileiros, Safra situa-se na segunda posição, uma vez que Jorge Lemann segue absoluto no primeiro lugar.

O dono do banco Safra também é proprietário de outros lucrativos empreendimentos, como por exemplo, o J. Safra Sarasin, que funciona em solo suíço. Sua fundação ocorreu em 2013, quando da fusão do banco Sarasin, de origem suíça, com o Safra National Bank de Nova York, além de outras empresas do ramo imobiliário.

O empresário, embora chame-se Joseph Safra, gosta de ser chamado de José. Nascido no Líbano, o banqueiro veio para o Brasil em 1962, naturalizando-se brasileiro após dois anos de sua chegada. Originário de uma família conservadora, ele é conhecido por ter herdado a facilidade de lidar com os negócios de modo a aumentar fortunas pessoais e dos clientes.

Existem negócios com baixo investimento?

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negócio, mas não seguem a diante com a ideia por não terem muito dinheiro para investir.

Embora existam maneiras simples para conseguir uma boa quantia, como empréstimos ou crowfnding, é possível escolher empreendimentos mais baratos.

É necessário lembrar que qualquer negócio, independente do porte, envolverá certos gastos. Tanto para as estratégias de marketing, quanto para a implantação, por isso é imprescindível realizar um bom plano de negócios.

Ao escolher o produto ou serviço, é necessário contabilizar os gastos de produção e manutenção.

Algumas ideias de negócios que podem ser iniciados com um baixo custo e/ou um custo médio são, por exemplo, criações próprias, ganhando dinheiro com hobbies ou atividades que você já prática. Caso você pinte, faça doces ou salgados, ou outra atividade parecida, é possível vender a produção gastando apenas o material necessário para produzir, fazendo de casa e vendendo através de plataformas gratuitas ou redes sociais.

Os serviços home Office estão em alta, situação em que você pode exercer seu trabalho de casa mesmo e assim economizar dinheiro e poupar tempo. Mas outros trabalhos, até mesmo freelancer, podem ser realizados do conforto do seu lar, como por exemplo, escrevendo textos, criação de material para designer e social media. Hoje em dia existem inclusive sites especializados nestas áreas, que auxiliam na procura por clientes.

Os trabalhos de consertos, assim como os outros citados não necessitam de um ambiente pré-estabelecido e nenhum investimento inicial, senão nas ferramentas utilizadas. É possível trabalhar com consertos domésticos, ou outras opções, que podem ser oferecidas na vizinhança, mas dependem de um investimento maior, como por exemplo, o conserto de roupas, passear com cães ou até mesmo oferecer serviços de beleza em domicilio.

Outra opção viável é a consultoria. Inúmeras pessoas só pensam em empreender após anos de carreira, mas muitas vezes ficam desmotivadas com os fatores que já foram mencionados, e esquecem que com tamanha bagagem profissional, poderiam abrir uma consultoria. Este ramo, embora exija um investimento inicial, é lucrativo, ainda mais se a pessoa utilizar os contatos profissionais estabelecidos durante a carreira.

A revenda é um dos mais antigos empreendimentos e acaba por ser uma atividade simples, a pessoa adquire produtos e os vende novamente, assim é possível representar marcas, ser distribuidor ou atacadista. Todas as ações dependem de um investimento inicial, em diferentes níveis.

E por fim, o microempreendedorismo, cada vez mais em alta nos últimos tempos. Criar um mini-negócio, embora o nome assuste é muito simples, e com a internet ficou ainda mais fácil, é possível trabalhar em apps como a Uber, alugar sua casa em plataformas como o AirBnb, vender textos. As opções são infinitas, para todos os gastos e com um baixo investimento inicial.

Abrir um negócio é possível para todos os bolsos, basta achar um com que você se identifique, fazer um bom planejamento financeiro e um estudo de mercado, além de muita dedicação para o empreendimento prospere.

 

Manaira Shopping de Roberto Santiago mostra que shoppings não foram afetados com a crise

De acordo com um estudo desenvolvido pela Associação Brasileira de Shoppings Centers (Abrasce), no ano de 2015, apesar do cenário de crise, o segmento teve um crescimento de cerca de 6,5% em todo o Brasil. Em termos de faturamento, este foi de aproximadamente R$ 150 bilhões.

No caso da Paraíba, o cenário atual de crise econômica parece não ter afetado os shoppings centers, pois eles permanecem dando bons lucros. Entre os exemplos, é possível citar o Manaira Shopping, do empresário Roberto Santiago, que cresce anualmente em faturamento e volume total de visitantes.

Essa pesquisa, feita pela Abrasce em parceria com o Grupo de Estudos Urbanos (GEU), trouxe boas notícias para o setor em meio a todas as incertezas causadas pelo período de recessão econômica, tendo em vista que indicou o imenso potencial de crescimento desse segmento. O estudo informou também que existem 538 centros de compras em todo o Brasil, e além disso, outros 30 se encontram na fase final de construção, com expectativa de serem abertos aos consumidores em breve.

Ainda segundo o levantamento, o Nordeste é a segunda maior região do Brasil no que diz respeito ao número de vendas feitas pelos shoppings centers, ficando atrás somente da região Sudeste. Na Paraíba, especificamente, o centro de compras de Roberto Santiago é uma das maiores razões desse setor continuar se desenvolvendo no estado e combatendo o cenário crise.

Considerado um dos shoppings mais importantes do Nordeste, o Manaira Shopping de Roberto Santiago conta com a maior área locável entre os centros de compras da Paraíba, com aproximadamente 75 mil metros quadrados. Para Rafaella Barros, gerente de marketing do shopping, o segredo do sucesso do Manaira está na tentativa constante de se reinventar adotada pelo empreendimento, que está sempre buscando trazer mais opções de lazer para o público, através de amostras, eventos e exposições realizadas em sua área multiuso.

Tudo isso tem feito com que a instabilidade econômica atual não cause impactos negativos aos shoppings centers do estado. Para entender melhor essa questão, foi feito um levantamento para medir o grau de confiança dos empresários que trabalham nesse segmento em todo o estado da Paraíba. Através dele, concluiu-se que cerca de 60% dos empresários disseram que o período de crise econômica não impactaria de forma negativa nos seus negócios. Dentre os empresários entrevistados, 40% disseram ainda acreditar que o segmento continuará crescendo em níveis similares ao período que antecedeu a crise.

Natural da cidade de João Pessoa, Roberto Santiago estudou em um dos melhores colégios da capital paraibana, o Marista Pio X. Depois, ele escolheu fazer Administração no Centro Universitário de João Pessoa (UNIPÊ), e trabalhou por alguns anos na Café Santa Rosa, até decidir que queria abrir o seu próprio negócio.

Após algumas tentativas, Roberto Santiago escolheu investir na área do loteamento, investimento este que deu certo e foi determinante para que ele se tornasse um dos empresários mais bem-sucedidos do Nordeste. Atualmente, ele é dono de dois shopping centers de grande parte, o Manaira, que conta com mais de 300 lojas, e o Mangabeira Shopping, um empreendimento moderno e espaçoso, situado na zona sul de João Pessoa.