A refugiada que fugiu de uma guerra civil e se tornou uma multimilionária

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Daniele Henkel decidiu que tinha que fugir da Argélia porque sentia que seus filhos não estavam mais seguros. “Os islâmicos começaram a atacar meninas na rua”, disse ela. “Eu tive que pensar sobre minhas filhas, então eu decidi mudar para o Canadá”.

Isso foi por volta de 1990, e a Argélia estava prestes a descer em mais de uma década de guerra civil entre um governo secular e vários grupos islâmicos. Daniele, nascida no Marrocos, tinha 34 na época, e ela e seu marido argelino viveram uma vida confortável com seus quatro filhos. Ela trabalhou como consultora política e econômica para o consulado dos EUA na cidade costeira de Oran, enquanto ele era engenheiro. Mas desistiram de tudo durante uma noite, para buscar asilo no Canadá.

A família chegou sem dinheiro na cidade de Montreal no meio de um inverno canadense amargamente frio, uma tempestade de neve em pleno andamento. “Antes de mudar, o departamento de imigração do Canadá nos disse que meu marido e eu encontraríamos facilmente o trabalho”, disse Daniele. “Na realidade, as coisas acabaram por ser muito diferentes”.

Enquanto seu marido Ahmad não conseguiu garantir nenhum trabalho em seu campo, Daniele passou sete anos trabalhando em vários lugares ganhando 75% menos do que recebia na Argélia. Ela fazia tudo, trabalhava como secretária, vendedora de lancheiras, e até como funcionária de uma empresa de agentes imobiliários.

Daniele diz que se sentiu “rejeitada e sem valor”, mas sua vida foi transformada novamente para melhor em 1997, quando decidiu começar seu próprio negócio vendendo produtos de saúde e beleza. Ela disse que queria ser seu próprio chefe porque estava “cansada de ser explorada”.

Sua empresa homônima passou a transformá-la numa multimilionária e, hoje, é uma das líderes empresariais mais conhecidas da província canadense francófona de Quebec em 60 anos.

Nascida de uma mãe marroquina e de um pai alemão que nunca conheceu, Daniele foi criada na Argélia. Aos 18 anos, sua mãe a obrigou a ter um casamento arranjado com o melhor amigo de seu irmão mais velho. “Quando minha mãe me disse que eu tinha que me casar com Ahmad, eu gritei e chorei. Fiquei furiosa”, disse Daniele. “Eu não queria me casar, mas queria ficar perto da minha família, então eu finalmente concordei. Eu casei dentro de duas semanas”.

Embora ela não quisesse o relacionamento, Daniele diz que logo aprendeu a amar seu marido. “Ele era o homem perfeito. Ele era generoso, inteligente e muito amoroso”. Enquanto ele era um engenheiro bem sucedido, ela rapidamente subiu nas filas no consulado dos EUA depois de obter inicialmente um emprego de baixo nível alocando vistos. Então, o casal construiu uma vida feliz juntos na Argélia, até que eles foram forçados a fugir do país.

No Canadá, no entanto, o casamento sofreu tensão, o que Daniele diz que foi causado por Ahmad sendo incapaz de encontrar trabalho como engenheiro. Em última análise, eles acabaram se divorciando, o que a impulsionou ainda mais para crescer financeiramente, já que tinha quatro filhos para sustentar.

 

Bruno Fagali reporta novo anexo do Conar, que regulamente anúncios para internet móvel

O mês de junho trouxe novidades para os profissionais da área de publicidade e propaganda. Objetivando a melhoria das práticas publicitárias no segmento de telecomunicações, o Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária), elaborou um novo anexo que estipula regras particulares para anúncios, ações e campanhas voltadas à internet móvel – a medida já havia sido anunciada no último dia 11 de abril, reporta o advogado Bruno Fagali.

De acordo com o Conar, grande parte das normas estabelecidas e expostas no novo anexo (V) já são elementos constantes no código do conselho, inclusive, em vigor para os demais tipos de publicidade, seja de produto ou serviço. Ainda conforme relata Bruno Fagali, o órgão almeja, com estas modificações, evidenciar os parâmetros a serem seguidos – a entidade pretende trazer mais clareza nas informações repassadas aos consumidores nas campanhas deste tipo de serviço.

O Anexo V foi inteiramente desenvolvido pelos próprios conselheiros do Conar, e, segundo expõe o gerente de Integridade Corporativa do órgão, o amplo número de reclamações enviadas, denunciando campanhas e anúncios que promoviam serviços de internet móvel foi fator preponderante para que o Conselho tomasse uma atitude mais rígida em relação ao tema, noticia o advogado da FAGALI Advocacia.

No site oficial do Conar é possível encontrar o código que regulamenta a publicidade no país, já atualizado com o Anexo V., o advogado Bruno Fagali relata alguns pontos que merecem destaque no novo documento:

  • O anunciante deverá utilizar linguagem clara e de fácil entendimento para os consumidores, assegurando informações sobre preços, regras, prazos de vigência, serviços disponibilizados, limites de uso, formas de cobrança e restrições;
  • Também deverá esclarecer a forma de uso dos aplicativos;
  • Deverá ser apresentado endereço ou homepage da empresa de telecomunicação, onde o mapa de cobertura do serviço possa ser encontrado;
  • Taxas de velocidade de conexão/download e volume de consumo de dados referentes às mídias sociais também deverão ser esclarecidos.

Bruno Fagali ainda ressalta que, de acordo com o Anexo V, os anúncios e campanhas serão orientados a destacar não somente os benefícios, mas também as exceções e restrições dos planos em questão, buscando sempre o máximo esclarecimento do consumidor – desta forma, espera-se um equilíbrio na propaganda.

De forma complementar, outros canais de comunicação poderão ser utilizados em paralelo, pelo anunciante, para maiores detalhamentos do serviço. Este tipo de publicidade – que se encontra detalhada no anexo U – indica meios mais sustentáveis no uso da propaganda, reporta o advogado Bruno Fagali.

Sobre a atuação do Conar

O Conselho nacional de Autorregulamentação Publicitária é composto por publicitários e profissionais de outros segmentos. Caracterizada como uma ONG (organização não-governamental), a entidade objetiva a liberdade de expressão, voltada ao campo publicitário, bem como a manutenção das prerrogativas de propaganda comercial constitucionalmente garantidas.

De acordo com o órgão, todo anúncio e/ou campanha deverá prezar pela honestidade ao consumidor e às leis brasileiras; respeitando princípios de lealdade na concorrência e preparando sua atuação com o apropriado senso de responsabilidade social. Para a entidade, a confiança do público nos serviços prestados pela publicidade deve ser garantida.

 

Como um desastre inspirou um negócio multimilionário

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Serge Godin lembra o evento que lhe deu o impulso e determinação para ter sucesso na vida – assistir o negócio de seu pai queimar. Tudo aconteceu no Canadá, quando ele tinha 17 anos na época, o ano era 1966 e, como o negócio de seu pai não tinha seguro, a família perdeu tudo.

Sendo uma das nove crianças criadas na parte rural do Quebec, o Sr. Godin, juntamente ao lado de seus irmãos, de repente teve que ganhar dinheiro para ajudar seus pais a pagar as contas e manter um telhado sobre a cabeça da família.

Então, o Sr. Godin começou a trabalhar em um supermercado no período noturno, logo depois que ele saia da escola e, em seguida, conseguiu um emprego aos sábados em um estabelecimento que fazia limpeza a seco.

Ambicioso para dirigir sua própria empresa, nos anos 20 ele usou suas economias de C$ 5.000 (US$ 3.800) para iniciar um negócio de informática que ele chamou de Conseillers en Gestion and Informatique (CGI). Traduzido do inglês, isso quer dizer: Sistemas de Informação e Consultores de Gerenciamento.

Hoje, o Grupo CGI é um gigante global de sistemas de TI que desfruta de receita anual de C$ 10 bilhões, enquanto a fortuna pessoal de Godin é estimada em US$ 1,5 bilhão. Agora, com 67 anos de idade e com a presidência da empresa, ele relata: “Eu não queria voltar para a situação de quando perdemos tudo. Isso provavelmente é o que me levou a construir CGI”.

Depois de obter um diploma de informática da Universidade Laval na cidade de Quebec, e de trabalhar alguns anos em duas empresas, Godin lançou o CGI em 1976, quando ainda tinha 26 anos. Sem poder fazer grandes investimentos, ele começou o negócio em sua garagem. Depois de alguns meses, Godin recebeu ajuda de um amigo que quis se juntar ao negócio. Logo no seu primeiro ano, a CGI gerou uma receita de C$ 138.000.

A partir desse início modesto, a CGI cresceu de forma constante desde então, já que Godin continuou a seguir uma política de crescimento ambicioso. Na aquisição mais recente da empresa, a CGI comprou a sua rival europeia Logica por C$ 2.7 bilhões em 2012. Isso mais do que duplicou a força de trabalho do CGI, que aumentou de 31 a 68 mil funcionários.

Hoje, seus clientes comerciais incluem empresas como a mineira Rio Tinto, a fabricante de pneus Michelin, o grupo de companhias aéreas Air France-KLM e o aeroporto Heathrow de Londres. A CGI também trabalha para 22 dos maiores bancos do mundo e tem 2.000 contratos governamentais em todo o mundo.

Godin, que reduziu sua carga de trabalho diária em 2006, quando mudou de executivo-chefe para presidente, diz que o negócio continuou a crescer rapidamente. “Nós pensamos que podemos dobrar o tamanho da empresa novamente dentro de 5 a 10 anos”, diz ele.

Escritórios virtuais e inteligentes são apostas estratégicas de pequenos empreendedores

Coworking é que um escritório virtual, localizado em um endereço fixo, compartilhado por empreendedores de diversos segmentos e diferentes empresas, que oferece a eles alguns serviços operacionais.

Esse tipo de escritório é ainda uma novidade, mas já existem muitos atuando no Brasil, afinal, a quantidade de pequenos empreendedores é cada vez maior, em especial com o crescimento do mercado online e também da atuação das startups.

Basicamente os empresários pagam um aluguel para usar o espaço, que vem equipado com mesas, cadeiras, estrutura de TI e salas para reuniões. Alguns possuem ainda serviços de secretária, motoboy e faxineira, o que facilita muito o trabalho de quem usa o local.

Para alguns empresários essa é também uma oportunidade de trocas e networking com outros empreendedores, podendo até abrir portas para novos negócios. Para melhorar, o isolamento é evitado, uma vez que os pequenos empreendedores costumam trabalhar sozinhos em salas comerciais ou em casa.

Com relação a esse ponto, algumas pessoas têm grande dificuldade de “fugir” da televisão e de uma soneca nos momentos de cansaço. Para elas o coworking é uma grande oportunidade, pois o espaço facilita um foco maior no trabalho. Em outros casos, o empresário tem variáveis em casa que podem atrapalhar sua concentração, como filhos, diarista e até o cachorro. Tudo isso interfere consumindo o tempo das tarefas e consequentemente das entregas.

Mas para que tudo funcione bem, os coworkings mantém algumas regras importantes de convivência. Geralmente eles possuem horários de funcionamento e até mesmo normas com relação a vestimenta, o que torna o ambiente mais corporativo.

Outras regras de etiqueta como ter cuidado com o tom de voz, manter o celular no modo vibratório e um volume baixo no computador e ter discrição, em especial com o tom das brincadeiras, são algumas delas, que garantem um ambiente profissional, sempre pensando no bem-estar de todas as pessoas.

Um ponto importante com relação às regras de etiqueta é quando se trata da organização e da limpeza do espaço utilizado pelo empreendedor. É importante que ele evite papéis espalhados pela mesa e fios de notebook enrolados. Além disso, a tentativa de vendas de serviços individuais pode ser muito desagradável. Esse tipo de abordagem atrapalha a concentração das pessoas e dificilmente uma venda feita dessa forma será satisfatória. A coletividade que o espaço promove pode fazer surgir oportunidades de novos negócios, mas a promoção individual de um produto é bastante diferente do propósito do espaço.

Uma observação bastante importante para quem procura um lugar como esse é com relação à segurança, em especial nos coworkings localizados em grandes cidades. Fique atento e pesquise bem o espaço que vai escolher para trabalhar. Clique aqui para saber mais sobre segurança em coworking.

 

 

Supremo Tribunal Federal julgou como inconstitucional o acréscimo do ICMS ao PIS e à COFINS, por Ricardo Tosto

O STF (Supremo Tribunal Federal) classificou como institucional o ato de se incluir à base de cálculo da COFINS e do PIS, o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). O recurso extraordinário de número 574.706/PR chegou a termo após aproximadamente 15 anos de seu início e foi julgado na chamada “sede de repercussão geral”. A decisão, que contou com o parecer favorável da maior parte dos componentes do júri, ocorreu no início da segunda quinzena do mês de março de 2017, noticia o advogado Ricardo Tosto, do escritório Leite, Tosto e Barros.

O órgão estima que diversos impactos possam ocorrer sobre a rotina dos contribuintes, mas ainda não houve qualquer mensuração acerca da real dimensão que a decisão pode alcançar. O modo como o processo foi julgado, contudo, dá a noção, ainda que indefinida, de que o ato se estenda sobre a arrecadação de maneiras diversificadas, reporta Ricardo Tosto, sócio do escritório Leite, Tosto e Barros, localizado na cidade de São Paulo.

Algumas medidas de caráter judicial já foram tomadas em razão de alguns contribuintes estarem descontentes com a inclusão do ICMS em suas atividades. Espera-se que os processos dessa natureza sejam interpretados com base na jurisprudência originada pela nova decisão proferida pela Suprema Corte. Caso o júri entenda como plausível a inclusão das solicitações no recente recurso, tais solicitantes deverão ser ressarcidos, o que deve acontecer levando-se em consideração o prazo de tramitação e as peculiaridades de cada caso, destaca o empresário Ricardo Tosto.

Para quem não formalizou qualquer instrumento judicial demonstrando interesse na devolução dos valores pagos antes da decisão do STF, não há ainda um protocolo por parte da justiça sobre como se deve proceder nessas situações. Dessa forma, ainda paira a dúvida sobre o reembolso dessas quantias. A data que oficialmente valerá para os cálculos futuros ainda será elegida pelos órgãos responsáveis pelo controle da arrecadação no país, mas sem prazo estabelecido para que isso aconteça, salienta Ricardo Tosto, cujo escritório trata, dentre outras áreas, de consultoria empresarial e contencioso.

A Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN), entretanto, esboçou a intenção de recorrer da decisão. Segundo o órgão, o país perderia muito caso a tramitação de fato ocorresse, uma vez que sairia dos cofres públicos o montante de aproximadamente R$ 100 bilhões somente no que se refere aos valores retroativos. Outros R$20 bilhões deixariam de ser arrecadados se houvesse a instituição da não inclusão do ICMS na base de cálculo dos outros dois valores, ressalta o advogado.

A PGFN alega que aplicará ao recurso que deseja interpor, uma modulação de efeitos, ato que visa elucidar ao júri as possíveis consequências da aplicação da recente decisão. O órgão procurará pautar-se no ano de 2018 como referência para solicitar a modificação temporal da medida. Estima-se que a nova regra comece a valer ainda em 2017, mas as reais percepções sobre suas implicações na arrecadação do país só poderão ser traçadas quando da finalização do julgamento dos pontos que geraram contrariedades, informa o gestor do ramo advocatício, Ricardo Tosto.

 

 

Jovem brasileiro de 20 anos fatura R$5 milhões ao ano com produtos nerd

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Após emancipação jovem de 16 anos cria loja virtual voltada ao público nerd e hoje, aos 20 anos, fatura milhões com as vendas de seus produtos.

Aos 16 anos, o porto-alegrense Alezi Lino Goulart começou seu negócio de maneira despretensiosa vendendo para seus amigos moletons e camisetas com diferentes estampas voltadas ao mundo chamado “mundo nerd”. Passados dois meses do início de sua jornada empreendedora, resolveu expandir seus negócios e após ser emancipado criou o site Nerd Universe, deste modo, possibilitando que seus produtos chegassem a pessoas de todo o Brasil.

Em seu primeiro ano de atividade, em 2013, Goulart alcançou o faturamento de R$2 milhões com suas vendas. Em 2016, o valor atingido foi de R$5 milhões. Para 2017, o empresário almeja obter a cifra de R$7 milhões.

Alezi é o único dono da empresa e investe na terceirização para a fabricação das ilustrações utilizadas em suas peças. Atualmente, os produtos oferecidos na loja virtual vão além de camisetas e moletons. No Nerd Universe é possível encontrar chaveiros, bonecos em miniaturas, mochilas, almofadas, artigos para colecionadores entre outras peças, sempre com a temática de super-heróis, personagens de animações, filmes e videogame. “Eu sempre fui nerd e sentia falta de roupas legais e descontraídas com os personagens do universo nerd”, comenta.

O jovem empreendedor explica que a empresa surgiu diante da necessidade. A ideia de começar a produzir as camisetas se deu após o fechamento da gráfica da família e a dificuldade financeira veio à tona. Usando o maquinário da própria gráfica, contou com um empréstimo de R$5.000 de sua mãe para a criação do site e o aumento da produção.

Inovando para atrair clientes

Em 2015, foi criado o clube de assinatura Loot e iniciado a venda de caixas temáticas. Através dessa assinatura, com pagamento mensal, os clientes recebem até 7 produtos variados todos os meses. Ao todo, até o momento, o site atende a 3.000 assinantes.

Unindo hobby com negócios

Segundo o consultor do Sebrae-SP (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo), Leandro Silva Queiroz, consumir o tipo de produto trabalhado é muito positivo para o negócio, pois o próprio empresário conseguirá perceber a carência do público alvo em relação aos produtos encontrados no mercado e o que desperta o interesse dos consumidores.

 

Congresso dos Estados Unidos está com a agenda paralisada

O drama envolvendo o presidente Donald Trump está ameaçando a agenda legislativa dos republicanos do Congresso que precisam de um executivo forte para empurrar suas políticas através da linha de chegada.

Com revelações quase diárias nas investigações sobre a interferência da Rússia na eleição presidencial do ano passado e potenciais laços com a campanha Trump, o presidente está começando a perder poder no Congresso.

“Acho que a agenda legislativa tem que parar até que o episódio Comey seja tratado”, disse o senador Lindsey Graham, da Califórnia. Quando perguntado por que, ele disse: “Porque você continua me perguntando sobre isso e nada mais.” O senador Marco Rubio, da Flórida, concordou. “Não há dúvida de que está nuvem está afetando tudo, e eu acho que a Casa Branca reconheceu isso”, disse Rubio no “Estado da União”.

Rubio e Graham são apenas dois de vários outros republicanos que se preocuparam publicamente sobre o impacto de uma Casa Branca em constante turbulência nos objetivos legislativos do partido. Mas os líderes do Congresso, encarregados de manter as tropas em linha, insistem que o Partido Republicano está avançando em questões de saúde, impostos e menos legislação conservadora de alto nível.

O presidente da Câmara, Paul Ryan, leu uma lista de tarefas para a Casa Branca, que inclui o trabalho de “fechar a lacuna de habilidades, racionalizar a TI para evitar desperdícios do governo, tornar o Pentágono mais eficiente e promover a reforma tributária”. “Essas são coisas que realmente afetam as pessoas em suas vidas diárias, estamos trabalhando nisso”, disse ele a repórteres. “Então eu acho que é muito importante que as pessoas saibam que podemos caminhar e mascar chiclete com o mesmo chiclete”.

Mas realizar audiências e escrever legislação não é o mesmo que empacotar o capital político para empreender votos difíceis. Para isso, é vital ter um presidente forte para manter o partido unificado e trazer colegas relutantes. Um presidente impopular com o público ou com credibilidade diminuída é improvável para entregar os votos necessários de um legislador republicano enfrentando uma difícil reeleição.

De fato, dividir com um presidente impopular pode ser politicamente benéfico para alguns. E os democratas são rápidos para explorar essas dinâmicas. Quando o senador Brian Schatz, do Havaí, foi perguntado se ele acha que a agenda republicana está comprometida, ele imediatamente riu e disse: “Sim”. “O que eles estavam tentando fazer é terrivelmente impopular, para tentar tirar os cuidados de saúde de 24 milhões de americanos no meio de um processo constitucional – já era difícil, agora é quase impossível”, disse ele.

As aprovações de Trump já são as mais baixas do que de qualquer presidente nos primeiros meses de mandato. Em uma pesquisa realizada pela NBC News / WSJ, apenas 41% dos republicanos aprovaram o Trump, e isso foi antes do vertiginoso fluxo de revelações sobre a investigação russa e as circunstâncias em torno da demissão do presidente do ex-diretor do FBI, James Comey.

 

A “rainha do muesli” que construiu uma empresa de alimentos de 60 milhões de dólares

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Quando a australiana Carolyn Creswell, de 18 anos, foi informada de que poderia perder o emprego, decidiu dar o primeiro passo no empreendedorismo. Ainda na universidade em Melbourne, Austrália, ela dedicou a trabalhar em meio período para uma pequena empresa que fazia muesli (cereal matinal) e vendia para um punhado de cafés e lojas.

Isso tudo aconteceu no ano de 1992, quando os proprietários do negócio alegaram que iam colocar o negócio à venda. Sendo assim eles avisaram Carolyn que isso provavelmente significaria que ela estaria sem trabalho.

Querendo salvar um emprego que ela gostava, Carolyn decidiu tentar comprar o negócio. Juntando suas economias com as de sua amiga e colega de trabalho Manya Van Aker, sua oferta de 1.000 dólares australianos (US $ 735, £ 590) foi aceita pelos vendedores.

Eles nomearam a nova loja de Carman, combinando as três primeiras letras de seus nomes. Apesar de seu entusiasmo juvenil, as vendas ainda estavam baixas, e Manya saiu do negócio dois anos mais tarde.

Carolyn, no entanto, perseverou por conta própria, e em 1997 a empresa teve seu grande intervalo quando a segunda maior cadeia de supermercados da Austrália, Coles, começou a estocar seu muesli. Hoje Carman’s Fine Foods vale 83 milhões de dólares australianos (US $ 60 milhões), enquanto Carolyn é conhecida por “rainha do muesli” pela mídia australiana.

Os cereais fabricados pela empresa e outros produtos são enviados para mais de 3.000 pontos de venda em todo o país e exportados para outras 32 nações. “Eu não tinha medo do trabalho duro”, diz Carolyn, agora com 42 anos. “Mas os primeiros anos foram muito difíceis. Quase cheguei a vender”.

Nos primeiros três anos do negócio Carolyn continuou estudando artes na Universidade de Monash de Melbourne. Ela fazia entregas no início da manhã antes das aulas e, em seguida, fazia a contabilidade do negócio na biblioteca da faculdade durante o almoço.

Depois de se formar, a Carman ainda não ganhava dinheiro suficiente para ser a única fonte de renda de Carolyn, então ela também ocupava vários empregos de meio período, inclusive trabalhando como operadora de caixa em um supermercado.

Carolyn relatou que estava tão difícil, que muitas vezes ela pediu gasolina do carro de sua mãe porque não tinha dinheiro para comprar. “Eu estava realmente sem dinheiro”, diz Carolyn.

No entanto, as vendas para lojas independentes e cafés começam a subir graças à divulgação boca-a-boca. Sem dinheiro para publicidade, a mãe de Carolyn ajudou com uma iniciativa de marketing incomum – ela ficava em lojas e dizia em voz alta o quão bom era o muesli de sua filha.

Depois de cinco anos, a fortuna da empresa foi transformada quando começou a abastecer novos estabelecimentos. Na época Carolyn ainda não tinha nenhum funcionário contratado, ela tomava conta do negócio com a ajuda de seu marido Pete.

Hoje, a empresa tem 25 funcionários em sua sede em Melbourne, e mais 160 pessoas em suas instalações de fabricação. Além de seis tipos de muesli e produtos que a empresa passou a fazer como as granolas. Seus novos produtos atendem tanto o café-da-manhã de cafeterias, quanto os lanches de diversas lanchonetes.

Florianópolis ganha destaque nacional no setor de tecnologia

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A ilha de Florianópolis, capital de Santa Catarina, internacionalmente conhecida pela via do turismo, atualmente se destaca como o novo centro de tecnologia no Brasil. Grandes empresas do setor estão se deslocando para a capital e novos empresas estão ganhando mercado. O crescimento é tão notável que além de “Ilha da Magia”, agora quer ser conhecida também como “Ilha do Silício”, em referência ao Vale do Silício nos EUA.

Florianópolis reúne todas as condições para o desenvolvimento do mercado de tecnologia. Possui uma rede de serviços já estabelecida, como por exemplo, assistência jurídica, serviços contábeis, educação, saúde, entre outros. A cidade conta com universidades públicas e uma rede de centros universitários privados de excelente qualidade.

Segundo a prefeitura municipal, a cidade está recebendo um grande empreendimento inovador no norte da ilha chamado Sapiens Park, trazendo o conceito de Parque de Inovação, capaz de conglomerar na mesma infraestrutura até 400 empresas de tecnologia, turismo, serviços de educação, saúde e suporte empresarial. O governo estadual está investindo R$ 9 milhões no projeto, já o governo federal R$2 milhões, no total o projeto deverá receber R$2,4 bilhões até 2020.

Em função de ser um grande polo turístico, a cidade está preparada para receber visitantes em grande escala. A ilha possui uma vida cultural ativa, desfruta de teatros, centros culturais e diversos eventos artísticos durante todo o ano. Para os amantes da natureza, a ilha é cercada por belíssimas praias, parques e estações ecológicas. A geografia do lugar apresenta um forte contraste entre a natureza exuberante a estrutura urbana.

Florianópolis tem vagas abertas na área de tecnologia

Florianópolis vem abrigando números crescentes de startups e incubadoras do setor de tecnologia. Isso tem aberto muitas oportunidades não apenas para profissionais no setor, mas também, investidores e empreendedores.

A cidade enfrenta alguns desafios em seu desenvolvimento. A maior problema é a mobilidade urbana, sobretudo, nos períodos de alta temporada. Florianópolis possui cerca de 500 mil habitantes, no entanto, esse número duplica na temporada de verão. Esse aumento repentino é esperado todo ano pelos nativos, pois o turismo gera muitas oportunidades e alimenta a economia local.

As raízes culturais de Florianópolis estão ligadas à tradição açoriana, o que é possível perceber na arquitetura dos centros históricos e no sotaque formidável dos nativos ilhéus. A gastronomia local é conhecida por sua diversidade e qualidade.

As empresas estão esgotando a oferta de profissionais da localidade e atraindo trabalhadores de outros estados e até de fora do país. Parece uma boa oportunidade para conferir as vagas abertas na capital de Santa Catarina.