A importância das mídias sociais para novos empreendimentos

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As mídias sociais vêm transformando a comunicação em sociedade e hoje exercem um papel fundamental para toda e qualquer empresa, sobretudo no que diz respeito à interação direta entre esta e seus clientes.

Essas novas ferramentas estão proporcionando o surgimento de novas estratégias de marketing e abrindo possibilidades de negócios nunca antes experimentadas. Estamos vivendo um período de verdadeira revolução, tanto no que diz respeito à comunicação social quanto às estratégias de marketing digital.

Neste artigo listamos as principais contribuições que essas mídias podem trazer para o desenvolvimento de um negócio inda na fase iniciante e alavancar suas vendas. Acompanhe!

Influência das mídias digitais

Atualmente todo e qualquer tipo de negócio precisa conhecer as estratégias de marketing digital e os benefícios que este pode trazer à empresa. Através de sites, blogs e perfis nas redes sociais, essa nova categoria de marketing vem reformulando a forma de atrair os clientes em potencial.

Inbound Marketing

O inbound marketing consiste em uma alternativa ao marketing tradicional (outbound)que costuma utilizar estratégias invasivas de abordar os possíveis clientes. No lugar dos telefonemas e emails distribuídos sem direcionamento, os quais muitas vezes são indesejados pelas pessoas abordadas, o inbound marketing visa atrair o público que possui interesse em determinado produto ou serviço através da publicação de materiais educativos que ajudam a persona a conhecer as possíveis soluções para seus problemas ou desejos.

Papel das mídias sociais

As mídias sociais servem como canais de comunicação direta entre uma empresa e seu público através da publicação de conteúdo relevante e instrutivo, tanto os sites e blogs quanto as redes sociais.

Definição de persona

Personas são perfis semifictícios criados com base em dados reais obtidos mediante pesquisa de opinião com seus clientes reais. Toda a definição da estratégia de marketing que seu negócio deve implementar dependerá da identificação da persona.

O conteúdo ofertado precisa estar de acordo com o público ao qual se dirige, suas principais necessidades e aspirações. O processo de identificação da persona de uma empresa, portanto, é o primeiro passo necessário no processo de definição de estratégias de marketing para o seu negócio.

 

 

Toyota introduz perna robótica para ajudar pessoas paralisadas a caminhar

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A famosa marca de automóveis Toyota, criou um mecanismo robótico, projetado para ajudar pessoas parcialmente paralisadas a caminhar. O sistema Welwal WW-1000, é constituído de uma estrutura mecânica motorizada que se acopla perfeitamente ao corpo de uma pessoa a partir dos pés até os joelhos. Assim, as pessoas que usarão o mecanismo, poderão voltar a andar vestindo o dispositivo robótico especial que pode suportar seu peso.

Cem desses mecanismos robóticos, já foram alugados para instalações hospitalares, até o final deste ano no Japão, disse a Toyota. O serviço implica uma única carga inicial de US $ 9.000 e um custo mensal de US $ 3.200.

“O dispositivo é projetado para ser usado alternado entre cada perna em pacientes intensamente paralisados em um dos lados do corpo, devido a algum acidente vascular cerebral ou outras doenças” diz Eiichi Saito, médico e vice-presidente executivo da Fujita Health University.

 

A universidade juntou-se com a Toyota para desenvolver o dispositivo.

Uma pessoa demonstrou amarrando uma cinta em sua coxa, joelho, tornozelo e pé e, em seguida, mostrou como o dispositivo é utilizado para a prática de andar na esteira. Seu corpo era sustentado de cima por um arnês e o motor ajudou a dobrar e endireitar seu joelho. Sensores no dispositivo podem monitorar a caminhada e ajustar rapidamente para ajudar. A equipe médica controla o sistema através de uma tela de painel de toque.

As montadoras japonesas vêm desenvolvendo robótica tanto para fabricação quanto para outros usos. O humanóide Asimo da Honda Motor Co., pode correr e dançar, servir uma bebida e realizar conversas simples, enquanto o WelWalk é mais um sistema que usa robótica do que um robô autônomo.

Em vista do quanto a paralisia é algo comum, o dispositivo de Toyota pode proporcionar muita eficácia. Os pacientes que o usam podem se recuperar mais rapidamente, pois o sensor robótico sensível em Welwalk ajusta o nível de suporte melhor do que um terapeuta humano poderia fazer.

“Isso ajuda apenas o suficiente”, disse Saito, explicando que ajudar muito pode retardar o progresso na reabilitação.

O campo das ajudas robóticas para caminhar e reabilitação está crescendo rapidamente. Um exoesqueleto portátil alimentado por bateria feito pelo fabricante israelense ReWalk Robotics permite que as pessoas que dependem de uma cadeira de rodas fiquem de pé e andem.

“Tais sistemas também podem auxiliar os terapeutas no monitoramento do progresso do paciente”, disse Luke Hares, diretor de tecnologia da Cambridge Medical Robotics, na Grã-Bretanha, em entrevista por telefone. “Eles podem ser muito mais precisos”, disse ele.

Anteriormente, a Toyota mostrou robôs que tocam violino e trompete. Ela planeja iniciar as vendas no Japão de um pequeno menino robô para companheirismo conversacional. Também está investindo em inteligência artificial e no desenvolvimento de veículos autodirigidos.

Toshiyuki Isobe, diretor da Toyota no ramo de novas pesquisas, disse que a Welwalk, reflete o objetivo que a Toyota tem, de trazer robótica para a medicina e outras áreas de bem-estar social, não apenas entretenimento. A empresa também tem uma máquina semelhante a R2-D2, chamada Robot de Suporte Humano, cujo braço mecânico pode ajudar pessoas de cama a apanharem as coisas.

“Nosso ideal é cada vez mais oferecer condições para as pessoas se integrarem mais com a sociedade”, disse Isobe. “Temos vindo a desenvolver a robótica industrial na criação e produção de automóveis, e buscamos cada vez mais conhecer maneiras de usarmos essa tecnologia no preenchimento e nas necessidades sociais, e assim poder cada vez mais ajudar as pessoas.” Veja também: Braços robóticos que mais parecem membros de verdade

 

José Auriemo Neto empreender do mercado de luxo no Brasil

O mercado de luxo é um segmento da economia que tende a não sofrer fortes alterações com as oscilações do mercado. Este setor é abastecido por clientes de alto poder aquisitivo que se permitem gastar mesmo em períodos de recessão econômica. A JHSF participações é uma empresa de capital aberto que atua no mercado de luxo no Brasil e em outros países. A companhia foi presidida por José Auriemo Neto de 2003 a 2014. Fundada em São Paulo em 1972, a empresa começou sua atuação no ramo de construções.

Após José Auriemo Neto assumir a presidência executiva da JHSF, a companhia passou a atuar fortemente nos mercados de luxo no Brasil com empreendimentos de sucesso. Atualmente a companhia atua no ramo de construção, imobiliário, shopping centers, aeroportos, hotéis, bares e restaurantes, entre outros negócios.

A JHFS desenvolve um projeto inovador em São Paulo, atualmente em fase final, pretende entregar até o término de 2017 o primeiro aeroporto particular destinado para aviação executiva no Brasil, o São Paulo Catarina Aeroporto Executivo, instalado no quilômetro 60 da Rodovia Castelo Branco, a cerca de 35 minutos de São Paulo.

O aeroporto está ligado ao Empreendimento Urbanístico Integrado Catarina, compreendendo o shopping Catarina Fashion Outlet e o Catarina Corporate Center, abrangendo uma área de sete milhões de metros quadrados. O aeroporto será destinado a realizar duzentos mil pousos e decolagens ao ano, estará adequado para receber jatos executivos internacionais

O grupo JHFS começou a investir no ramo de shopping centers em 2001 com o lançamento do shopping Metrô Santa Cruz, e mais adiante o shopping Metrô Tucuruvi. Foi um empreendimento inovador, sendo o primeiro shopping center a operar integrado a estações do Metrô da cidade São Paulo. Em 2006 eles foram vendidos para a HSI.

Uma das grandes realizações de José Auriemo Neto foi o lançamento do complexo Cidade Jardim em 2006 na cidade de São Paulo. Trata-se de um empreendimento de uso misto que compreende nove edifícios residenciais, o Shopping Cidade Jardim e o Cidade Jardim Corporate Center, situados na Marginal Pinheiros. Oferece as possibilidades de moradia, acesso a compras, a educação, serviços e trabalho.

José Auriemo Neto foi responsável por criar o setor de shopping centers na companhia. Em 2009 inaugurou o Shopping Cidade Jardim ligado ao complexo Cidade Jardim. A companhia administra também o shopping Catarina Fashion Outlet em São Roque-SP, Shopping Bela Vista, em Salvador-BA e Shopping Ponta Negra, Manau-AM.

Além de shopping centers, A JHFS investiu fortemente em condomínios de alto padrão. Além das noves torres residencias do Parque Cidade Jardim, conta com a Fazenda Boa Vista residencial em Porto Feliz-SP, que abrange uma área de doze milhões de metros quadrados. Em 2007 o grupo JHFS adquiriu 51% das ações do Hotel Fasano, e em 2014 adquiriu o controle dos restaurantes do Grupo Fasano, ao todo são 17 restaurantes e 4 hotéis.

José Auriemo Neto esteve frente da presidência executiva do grupo por onze anos, sendo responsável por conduzir a companhia por meio de grandes empreendimentos no setor de luxo no Brasil colocando marca JHFS entre as maiores no setor.

Home Office: trabalhadores buscam alternativas para driblar a crise

Em tempos de difíceis para a economia mundial os trabalhadores estão se desdobrando para conseguir driblar a crise e manter o padrão de vida. Em meio a dificuldade, muitos recorrem a alternativas no ramo da alimentação e lazer, ou os trabalhos extras mais conhecidos como “bicos”. Além disso, outros profissionais buscam na internet a solução para os problemas e, com isso, os trabalhos home office vem se tornando uma nova tendência.
De acordo com uma pesquisa global realizada pelo IGP, 79% dos trabalhadores que exploram informação e conhecimento desenvolvem suas atividades em casa, e cerca de 60% dos profissionais remotos que trabalham em regime parcial trocariam seu emprego por um com tempo integral a distância. São vários os benefícios do trabalho home office o que pode garantir que, no futuro, este tipo de modalidade seja adotada de forma massiva pelas empresas.

Atualmente, no Brasil, cerca de 1,2% das empresas já adotam a modalidade de trabalho home office e conforme uma projeção global feita pela Citrix, empresa de tecnologia, é provável que até 2020, cerca de 90% das corporações possam oferecer aos funcionários algum sistema de trabalho a distância. Nos Estados Unidos, um em cada três trabalhadores utilizam a modalidade home office mais de um vez por semana, na Inglaterra existem cerca de 6 milhões de trabalhadores home office e na Europa são mais de 20 milhões de home offices e cerca de 30 milhões de profissionais que atuam de casa.
Além das vantagens no custo benefício com a diminuição de gastos como transporte dos funcionários e redução nos atrasos devido ao trânsito caótico das grandes cidades, as empresas também estão percebendo o crescimento na produtividade de seus colaboradores. O trabalho home office proporciona um aumento na qualidade de vida do profissional, o que incide diretamente na satisfação e no comprometimento com a empresa. Muitas vezes, é possível ainda a escolha do horário de trabalho que melhor se adeque ao período de maior rendimento do trabalhador.
Entretanto, para trabalhar nesta modalidade de emprego, o profissional precisa de disciplina e responsabilidade, visto que desempenho final do serviço depende inteiramente do compromisso do colaborador. O home office geralmente se desenvolve em um ambiente de confiança entre empregado e empregador onde a supervisão se dá de forma mais flexível porém organizada.

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Franquia ou negócio próprio? Conheça as vantagens e desvantagens de cada modelo

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Na hora de tirar a ideia do papel, muitos empreendedores ficam em dúvida entre criar o negócio do zero ou investir em uma franquia. Isso porque o franchising tem apresentado fortes índices de crescimento, com uma baixa taxa de mortalidade e uma boa margem de lucro.

Se por um lado, criar o negócio próprio possibilita mais liberdade para o empreendedor tomar as rédeas da empresa, seguir um modelo de negócios estabelecido garante mais segurança ao investimento.

E para escolher entre franquia ou negócio próprio, o empreendedor deverá conhecer as vantagens e desvantagens de cada modelo para determinar qual é o mais indicado para seu perfil.

Vantagens e desvantagens da franquia

Uma das principais vantagens em ser um franqueado é a possibilidade de trabalhar com um modelo de negócios validado e bem-sucedido no mercado. Essa característica diminui os riscos do empreendimento, pois o franqueado pulará algumas etapas essenciais para o estabelecimento da empresa. Como, por exemplo, validar o produto no mercado, criar autoridade na área de atuação, identificar o público-alvo e organizar os processos de forma sustentável.

Outro ponto a favor é o suporte oferecido pela franqueadora. Com guias de treinamento e processos padronizados, o franqueado será capaz de reproduzir a mesma essência da marca em sua unidade, atraindo um público que já conhece aquele produto/serviço comercializado, potencializando as chances de venda.

Por outro lado, o franchising pode ser uma má ideia para empreendedores mais criativos. Isso porque, ao operar uma franquia, o franqueado não terá liberdade para alterar um produto/serviço, por exemplo. Antes disso, deverá consultar a franqueadora e pedir autorização para tomar qualquer ação dentro do próprio negócio.

Vantagens e desvantagens do negócio próprio

Caso o empreendedor tenha desenvolvido um produto/serviço inovador, então a melhor solução pode ser criar o negócio do zero. Ao criar uma empresa, o empresário poderá estabelecer o caminho e as estratégias de sua organização, ao preço de correr mais riscos.

Isso porque será preciso validar a sua ideia, identificar o consumidor, criar canais de venda e todo o processo necessário para produzir, se comunicar e vender. Além disso, uma das principais desvantagens desse modelo em relação a franquia é o investimento inicial, que muitas vezes acaba saindo maior.

Conhecendo o seu perfil de empreendedor

Seja apostando em uma franquia ou negócio próprio, ambos os modelos apresentam riscos, vantagens e desvantagens. Após conhecer os prós e os contras, o empreendedor deverá fazer uma autoanálise para determinar o melhor tipo de investimento para o seu perfil.

Para quem está dando os primeiros passos no mundo do empreendedorismo, é necessário buscar especializações, principalmente em gestão e marketing para otimizar as chances de sucesso. O SEBRAE possui bons cursos gratuitos para quem está começando. Confira!

 

Flavio Maluf noticia a diminuição dos pedidos de falência e recuperação judicial

Segundo dados da Boa Vista SCPC, os pedidos de falência e recuperação judicial diminuíram no primeiro trimestre de 2017 na comparação com igual período do ano anterior. Pequenas e médias empresas lideram as solicitações.

O desejo de ter o seu próprio negócio está presente em boa parte dos brasileiros. Contudo, fatores como a crise econômica, a inexperiência de alguns empreendedores e diversas questões mercadológicas fazem com que muitas empresas, especialmente as menores, tenham que fazer a solicitação de falência ou recuperação judicial. No entanto, como noticia o empresário Flavio Maluf, pelo menos no que se refere ao primeiro trimestre de 2017, esse tipo de situação foi menos recorrente na comparação com aquilo que aconteceu no ano passado.

Isso porque, de acordo com dados divulgados pela Boa Vista SCPC no começo de abril, o volume de solicitações de falência e recuperação judicial nos três primeiros meses deste ano foi menor do que aquele observado no mesmo período de 2016. Em relação aos pedidos de falência, o recuo foi de 9,9%. Já no caso das recuperações judiciais, a retração foi maior, chegando a 15,2%.

Porém, Flavio Maluf reporta que os dados referentes às solicitações de falência e recuperação judicial ainda são inconstantes e podem sofrer alterações dentro de pequenos espaços de tempo. Um bom exemplo disso foi o mês de março, quando houve retração de 5,2% nas solicitações de falência em relação ao terceiro mês de 2016.

Contudo, quando comparado com fevereiro de 2017, março apresentou uma elevação de 24,3% nos pedidos de falência. Já quando são unificados os resultados dos últimos doze meses até o final do primeiro trimestre deste ano, há um crescimento de 3,6% nas solicitações de falência.

No caso dos pedidos de recuperação judicial, os números também foram crescentes. Na comparação entre março de 2017 e o mesmo mês do ano anterior, houve aumento de 14,6%. Entre o segundo e o terceiro mês deste ano, a elevação foi de 27,7%. Considerando-se os últimos doze meses até março, o crescimento das solicitações de recuperação judicial foi de 18%, informa o executivo Flavio Maluf.

Analisando-se esses dados de acordo com o tamanho das empresas, é possível perceber que as pequenas e médias são as que mais têm dificuldades financeiras e acabam tendo que solicitar a falência ou a recuperação judicial. Isso ficou bastante claro no levantamento da Boa Vista SCPC, onde foi apontado que, no trimestre encerrado em março, apenas 1% dos pedidos de falência foi realizado por grandes companhias. Enquanto isso, as médias empresas foram responsáveis por 11% do total de solicitações e as pequenas pelos 88% restantes.

Em relação aos pedidos de recuperação judicial, o empresário Flavio Maluf cita que os dados indicaram de maneira ainda mais clara como as pequenas empresas têm dificuldades para manterem suas atividades. Partiu delas 93% de todas as recuperações solicitadas. Os outros 7% foram feitos por médias empresas. Ou seja, no primeiro trimestre de 2017, nenhuma grande companhia pediu recuperação judicial no Brasil.

Na análise de acordo com os setores, Flavio Maluf reporta que a indústria liderou os pedidos de falência no mês de março com 39% do total. Em seguida, aparecem os setores de serviços e comércio, com 35% e 26%, respectivamente. Já no que se refere aos pedidos de recuperação judicial, a liderança no terceiro mês de 2017 ficou com o setor de serviços (41%). Na sequência estão os setores de comércio (36%) e indústria (23%).

 

 

 

Conhecimento pode ajudar empresas

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Em um mundo globalizado quem tem a vantagem de conhecer e entender o perfil de um determinado cliente pode sair na frente quando for preciso tomar decisões importantes. A informação é uma forte aliada para ajudar a traçar um plano ou uma estratégia que possa trazer benefícios e uma rapidez nos resultados e nos objetivos que precisam ser alcançados.

Um fator essencial para a busca de informações é a curiosidade, um perfil que busque por informações é essencial para pesquisar por dados que possam fazer diferença e construir uma abordagem mais exclusiva para um cliente em específico.

Existem diversas formas de adquirir conhecimento sobre diferentes empresas como emResultado de imagem para conhecimento livros, vídeos e artigos. Uma estratégia eficaz para uma empresa potencializar os seus resultados é ter informações importantes para o seu público.

A internet é uma fonte de informações interminável, por isso, é importante saber como pesquisar em fontes confiáveis e selecionar os dados que podem gerar maior impacto no objetivo que se pretende alcançar.

Ações que terão uma base sólida de conhecimento têm maiores chances de atingir o seu objetivo. Compreender e analisar o perfil de algum cliente é estar preparado para oferecer um bom produto ou serviço baseado na demanda que existe para o perfil do público-alvo.

Para cada negócio existe uma categoria de clientes que precisam ser estudados para que sejam atraídos pela marca através da compreensão do que buscam. Dependendo da forma como é feito o marketing se obtém a melhor maneira de fazer um cliente consumir um produto ou usar um serviço.

Não adianta ignorar a concorrência que existe, porque deve-se estar atento para oferecer outras ofertas que o mercado não tem. Ter um diferencial irá gerar um destaque para o produto ou serviço diante das várias opções existentes.

Se atualizar com as novidades para melhorar uma empresa é indispensável para se manter dentro dos padrões que vão surgindo e das novas exigências em relação à qualidade do serviço de uma empresa. Aproveitar as oportunidades que poderão surgir será fundamental para se fortalecer em um ambiente dinâmico.

As parcerias podem trazer uma expansão para a empresa assim como um auxílio em diferentes setores, contar com essa tática torna o negócio mais eficaz para alcançar metas específicas e gerar grandes resultados que se baseiam nos dados das informações que revelam as vantagens de começar uma parceria com algum fornecedor ou prestador de serviços.

Utilizar as ferramentas que a internet disponibiliza para filtrar informações de forma mais personalizada é uma vantagem que um empreendedor pode usar a seu favor. Através de análises de dados de pesquisa como o Google Trends, por exemplo, é possível saber o que mais está sendo procurado por uma categoria de clientes.

 

 

Saiba as diferenças entre Home-Office e Coworking

 

Uma das principais vantagens da internet é a possibilidade que ela tem de trazer um maior conforto para quem está optando por um modelo diferente de negócio. Para cumprir as tarefas profissionais da rotina não é mais necessário apenas estar enquadrado em um tipo de modelo tradicional de escritório. Quem busca por mais flexibilidade, economia e conforto para a sua empresa pode optar por duas formas de trabalhar: o home-office ou o coworking, cada um apresenta as suas vantagens, mas elas dependerão do perfil do profissional e do que ele busca.

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Atualmente não é mais necessário que uma empresa tenha uma sede física em um lugar que seja um escritório, isso está abrindo um espaço maior para os novos modelos que possam surgir no mercado. Segundo Fernando Bottura, fundador da rede de escritórios compartilhados GoWork, é importante entender como funcionam os dois modelos para que o profissional saiba adequar a sua vida ao que mais está relacionado com a sua postura de trabalho.

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No home-office existe a possibilidade de trabalho em casa, o que reduz os custos de aluguel com escritório e demais despesas que possam surgir de uma empresa em um local alugado ou comprado. No coworking o espaço de trabalho é compartilhado. Para reduzir ao máximo as despesas administrativas no home-office o benefício também é trazer um conforto maior durante o expediente de trabalho. De acordo com Fernando Bottura: “Com certeza isso é uma realidade, e outros benefícios também podem ser somados, como eliminação do tempo de deslocamento aos trabalhos e a possibilidade de ficar mais à vontade para criar”.

Dependendo do profissional é necessário estar atento para não perder o foco por estar trabalhando no próprio lar, assim como não se distrair com tarefas ou distrações que podem atrapalhar a produtividade no expediente, por isso se torna fundamental ter disciplina e foco em dobro para cumprir as demandas de uma rotina de trabalho. É necessário atentar que os custos domésticos também não serão os mesmos, pois haverá um consumo de recursos maior do que se tem em uma casa em que um home-office não é feito. Nos momentos em que os clientes precisarem visitar a empresa para uma reunião de negócios, é necessário ter um espaço totalmente adaptado para uma receptividade que transmita profissionalismo e seriedade.

Quem opta pelo coworking está diminuindo os custos de um escritório tradicional pois estará em um espaço compartilhado. Nem sempre o espaço compartilhado pode oferecer a estrutura ideal para o profissional, além disso será necessário usar o transporte para o deslocamento até o local mas um ponto positivo de destaque é que o profissional terá um ambiente que não trará as distrações existentes em um home-office. Dependendo do coworking existe espaço para receber clientes e até mesmo secretárias para atender os clientes, por isso é importante saber escolher o ambiente que mais trará benefícios durante a jornada de trabalho e assim ter a possibilidade de usufruir de todo o suporte que o espaço compartilhado oferece.

Marcio Alaor, executivo do Banco BMG, reporta as principais dicas para empreender em 2017

Muitas pessoas começaram 2017 pensando nas possibilidades de empreender para fugir da crise. Por isso, é essencial ficar de olhos bem abertos nas pesquisas que abordam os assuntos relacionados.

Uma dessas pesquisas foi realizada pelo Sistema Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, o Sebrae, que trouxe dados interessantes sobre quais os tipos de empreendimentos ganharão destaque no cenário brasileiro no ano de 2017.

Reportando a pesquisa, o executivo do BMG, Marcio Alaor, para que os brasileiros fiquem atentos para irem nas melhores direções para começar o negócio próprio.

Entre os destaques que o executivo do BMG, Marcio Alaor reporta conforme as pesquisas, estão boas oportunidades nos ramos do vestuário, alimentação e conserto. Além destes, são citados negócios voltados às necessidades básicas e aqueles em que os custos com operação podem ser facilmente reduzidos.

O estudo do Sebrae leva em conta o perfil das novas empresas em anos recentes e, principalmente, no comportamento da economia durante o período de crise.

Chegando a estas conclusões, por meio da pesquisa, que os negócios voltados aos serviços se mantiveram em alta ainda que a crise financeira venha afetando o Brasil.

O vice-presidente do BMG, noticia que a alta nestes setores se dá pelo crescimento da população que não deixa de consumir opções vistas como básicas.

Ainda que o poder de compra esteja bastante reduzido, as pessoas buscam opções mais econômicas, o que mantém o consumo em movimento. Marcio Alaor do BMG, recorda a importância na observação dos hábitos dos consumidores para que os novos empreendedores cheguem ao sucesso.

Segundo a pesquisa, o setor de reparação, como consertos de produtos, deve manter o crescimento alcançado nos últimos anos. E, a este fato, o executivo do BMG, Marcio Alaor reporta que pode estar associado ao crescimento do poder econômico das classes C e D, até 2014, o que resultou na compra de muitos produtos que atualmente não podem ser trocados por peças novas, obrigando os consumidores a recorrer a empresas de reparos.

Abaixo, temos a relação dos setores mais promissores para os próximos anos, sendo que, para chegar a estas conclusões, o Sebrae mapeou os empreendimentos com maior taxa de natalidade, ou seja, aqueles que apresentam uma maior probabilidade de novas e maiores demandas, como expõe Marcio Alaor, do BMG.

  • Alimentos e Bebidas: A abertura de negócios voltados à alimentação é um dos mais comuns em todo o país. E isto segue o fato de, embora com menor poder de compra, os consumidores não abrirem mão de se alimentar na rua – seja por necessidade profissional ou por lazer. Desta maneira, negócios voltados à preparação de alimentos, representação comercial, restaurantes populares, panificadoras, casas de laticínios e etc.
  • Vestuário: Confeccionar bijuterias trará ótimas possibilidades para aqueles que desejam o negócio próprio. Além disso, a revenda de roupas e acessórios populares manterão o crescimento.
  • Serviços relacionados à saúde: clínicas, ambulatórios, fisioterapeutas, nutricionistas, empresas de planos de saúde farmácias e óticas deverão manter a boa base de clientes e conquistar novos públicos, como aponta a pesquisa.

Além disto, a pesquisa do Sebrae aponta oportunidades para os setores de estética/beleza, serviços de informática e de construção civil.

A indústria do luxo é criada para satisfazer ricos na Índia

Muitas pessoas sonham em ter a melhor qualidade de vida através dos serviços que o dinheiro pode comprar. Na Índia existem redes que estão especialmente focadas em satisfazer os desejos dos ultra-ricos, o país cada vez tem mais milionários, são mais de 200 mil indianos que podem dizer que possuem mais de um 1 milhão de dólares em sua conta bancária. Sendo um dos países com mais pessoas no mundo não é de se admirar o número de ricos que crescem, principalmente se é levado em consideração o desenvolvimento econômico do país nos últimos 20 anos.

Por possuir esse número de milionários, a Índia acaba fazendo parte de um grupo de países que mais têm ricos em sua população, a sua posição é de 12° entre os países que possuem mais pessoas com acima de 1 milhão de dólares em suas recheadas contas bancárias. Apesar do número de milionários não ser representativo em relação ao número total da população, o país ainda consegue se manter como o 4° na classificação de mais bilionários no mundo. De acordo com a Forbes, são 84 pessoas que possuem mais de 248 bilhões de dólares.

De olho nessa parcela da população o mercado investiu em um serviço especialmente projetado para os super-ricos com a intenção de manter o luxo e o estilo de vida de pessoas da alta classe com produtos de ponta. São diversos os segmentos que se expandem para a classe rica, desde serviços de namoro, jatinhos, assessoria pessoal e até obras de arte estão fazendo parte do catálogo disponível no mercado.

O palácio de Udaipur, por exemplo, pertence a uma rede de hotéis e teve o seu espaço usado para um casamento que teve um orçamento de 18 milhões de dólares. Os milionários da Índia sempre desejam ter acesso aos melhores produtos e serviços que possam existir, mas não é sempre que têm o tempo necessário para comprá-los, o que é comum em qualquer parte do mundo, isso gera uma necessidade que o mercado luxuoso enxerga como oportunidade para oferecer serviços de assistência pessoal.

Para alcançar o máximo de exclusividade para os seus clientes a Quintessentially Lifestyle, que trabalha oferecendo um serviço de gerenciamento para os ricos, não hesita em conseguir os melhores lugares em qualquer evento que possa acontecer no mundo não importa o quão exclusivo seja, o cliente sempre terá a sua entrada VIP. Isso se aplica ao festival de música eletrônica Tomorrowland na Bélgica, a Fórmula 1 em Mônaco, ou o tapete vermelho no Festival de Cannes.

De acordo com o gerente da Quintessentially Lifestyle, Tanu Jain: “Temos uma rede de contatos que nos permite fornecer os itens mais difíceis em qualquer lugar do mundo”, ele confirma já ter conseguido uma raquete autografada de Roger Federer, e uma edição exclusiva da caneta de John Lennon para ajudar a fazer uma surpresa para uma pessoa amada.

Os ultra-milionários da Índia querem recordações para toda a vida, não importando as dificuldades que possam existir para a realização do sonho, como por exemplo um encontro romântico num iceberg para um casal, ou um aniversário surpresa em Paris com direito a quinhentas rosas, segundo Jain.