Empreendedores vendem ar puro para a China

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A poluição atmosférica crescente possibilita alguns empreendedores a buscar soluções inovadoras, e muitas vezes caras, a fim de respirar um pouco mais fácil. Envoltas pela fumaça espessa das fábricas ou sufocadas com venenos invisíveis dos exaustores dos veículos, muitas cidades em todo o mundo estão perdendo a batalha contra a poluição do ar.

Em alguns lugares, em média sete milhões de pessoas morrem devido aos gases nocivos e fuligem sendo bombeados para a atmosfera. Na China e na Índia, a porcentagem dessa poluição atmosférica é particularmente alarmante, causando três milhões de mortes somente nesses dois países. Isso está levando alguns cidadãos que respiram esse ar comprometido passarem a experimentar o ar engarrafado.

Um número crescente de empresas está comprimindo e engarrafando o ar fresco do campo e vendendo-o online. Parece uma piada (e foi no passado), mas a ideia é aumentar a conscientização e proporcionar às pessoas ar fresco.

Uma dessas empresas é a Vitality, com sede em Edmonton, Alberta, que coleta ar das Montanhas Rochosas canadenses e as compacta em contêineres. Uma única garrafa de oito litros de ar comprimido canadense – que vem com uma tampa spray projetado especialmente e máscara – detém cerca de 160 respirações e custa $ 24 por garrafa.

O executivo-chefe Moses Lam começou o negócio para vender o ar engarrafado como brindes de piada, mas a demanda pelo produto decolou de uma maneira surpreendente. Ele diz que a China, Índia e Coreia do Sul se tornaram os principais mercados da empresa. “Nossos mercados-alvo são lugares sufocados com ar poluído, e onde muitas pessoas realmente sofrem devido à poluição.

“Nosso ar é simplesmente uma experiência que muitos dentro da China e da Índia não irão conseguir experimentar”, diz Lam. Ele agora vende 10 mil garrafas por mês na China e espera aumentar esse número para 40 mil. Eles começaram a operar na Índia, onde esperam vender 10.000 garrafas por mês. Enquanto Lam diz “muitas pessoas compram nosso produto para usar como um presente”, ele acha que está em alguma coisa. “Para nós, é definitivamente um negócio legítimo. Nós seremos a próxima água engarrafada.”

Enquanto algumas das tendências de ar engarrafado parecem ser uma coisa passageira, parece haver um mercado crescente para aqueles que procuram a amostra do ar para si também. Vitality não está sozinha. A empresa britânica Aethaer coleta ar da zona rural do Reino Unido e vende por £ 80 (US $ 103) por unidade do produto. O fundador de Aethaer, Leo De Watts, começou a prática como uma “obra de arte ambiental”, cunhando o termo brincalhão “agricultura aérea” pelo método usado para capturar o ar.

Preocupado com o fato de que a escala da poluição atmosférica global era difícil de compreender através das estatísticas, ele começou a Aethaer para aumentar a conscientização sobre a questão. O dinheiro dos frascos de ar é reinvestido para criar máscaras de respiração mais baratas.

 

Quer empreender no setor da beleza? Essas são as dicas que precisa anotar!

 

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Além do cenário ser um dos mais fortes da economia do país, a concorrência no setor da beleza também não fica para atrás. E sobreviver nesse ramo são poucos os empreendedores que conseguem. Se almeja se encaixar nessa área, precisa primeiro anotar algumas dicas básicas, mas essenciais, para fazer sucesso.

  1. Estude bem o mercado.

Por contar com grandes concorrentes, há empresários ficando para trás. Como o mercado da beleza precisa ser explorado, o empreendedor necessita conhecer profundamente mais a área. Ou seja, precisa estudar com cautela o seu campo empresarial e ficar atentos as atualizações do cenário. Todos os dias surgem novidades, por isso procure por capacitação.

  1. Procure um nicho e, se possível, amplie o negócio.

O seu salão é especializado em qual nicho? Para cabelos loiros? Cacheados? Pretos? Barbearia? No Brasil o que mais se vê são pessoas atuando em apenas um nicho, se esquecendo de ampliar os serviços do negócio. Mesmo se não for do seu interesse, uma boa opção é olhar com carinho para tipos de trabalho que atraem diferentes clientes.

  1. Conheça seu cliente e faça suas vontades

Oferecer uma boa experiência para seus consumidores é um dos principais pilares para conquistar o sucesso. Por isso, invista em um atendimento de excelência. Para isso, trate as pessoas que visitam o seu negócio de uma forma diferente. Procure conhecer cada um e tente entregar tudo o que ele deseja no momento.

  1. Capriche na divulgação

Sem a divulgação nada acontece. Então, caro leitor, marque presença em feiras e congressos do setor. Assim, você conseguirá novos contatos, que terão poder de abrir portas importantes para o seu empreendimento. Através dessas portas, novos fornecedores e clientes surgiram para melhorar ainda mais seus projetos.

  1. Leve em consideração o custo-benefício

O preço dos produtos sempre é um fator polemico, seja qual for a área. Apesar disso gerar desconforto para alguns, procure, na hora de negociar com fornecedores, não pensar só no valor. O empreendedor deve oferecer o custo-benefício, já que as grandes marcas vendem seus produtos a preços um pouco maiores, só que fornecem também suas vantagens.

O empreendedor que quer abrir um salão de beleza e realmente almeja ver resultados deve oferecer produtos de qualidades com preços interessantes, mas sempre também fornecendo treinamentos, cursos e suporte ao envolvido. Ou seja, em poucas palavras, nesses casos o custo-benefício deve ser levado em consideração.

 

Luciana Lóssio defende a lista fechada para aumentar a participação feminina na política

Luciana Lóssio, ex-ministra do do TSE – Tribunal Superior Eleitoral (TSE) propôs alterações na proposta da reforma política, prevista pelo deputado Vicente Cândido do PT de São Paulo na Câmara. A ponto em questão diz respeito a alternância proporcional entre mulheres e homens. Luciana Lóssio participou da audiência pública sobre o tema e mostrou seu ponto de vista em relação a proposta de lista fechada.

A ex-ministra afirmou que é preciso ter igualdade. “Vejo com muita simpatia a lista fechada, agora é importante aqui fazermos uma adequação no que toca a alternância de gênero”. Para ela a lista fechada com alternância de gênero realizada a cada 3 candidatos estimula e favorece a igualdade.

A lista fechada permitiu que países como México e Argentina tivessem uma maior participação feminina no parlamento. A proposta de Luciana Lóssio é de começarmos com 3 para 1, em que pelo menos um candidato tem que ser mulher. O passo seguinte é chegarmos a paridade e alternância até chegar um homem e uma mulher.

Porque a paridade é necessária

A ex-ministra, cujo mandato terminou no início de maio embasa sua posição em dados e afirma que está reclamando os direitos pelo fato de que o retrato atual ainda reflete o século passado e retrasado.

As mulheres representam 52,13% do eleitorado;

Menos de 10% do número de deputados federais são mulheres;

No Senado 13% são mulheres;

Apesar de termos eleito uma mulher para presidência, elegemos apenas uma mulher para governadora de Estado;

Nas eleições municipais de 2016 13% dos candidatos eleitos para vereador são do sexo feminino e 11% das prefeitas.

Como foi a despedida de Luciana Lóssio

Durante a sua última sessão no TSE, a então ministra Luciana Lóssio recebeu homenagens no Plenário por conta da atuação nos seis anos que permaneceu na corte. O presidente do órgão, Gilmar Mendes, em nome do Tribunal, agradeceu a ministra pelo trabalho, enfatizando sua postura agregadora e serena.

Gilmar Mendes recordou o início dos trabalhos da ministra na casa, afirmando ser o momento um marco histórico, uma vez que ela foi a primeira advogada nomeada para o cargo na vaga de jurista.

O ministro enfatizou a experiência dela na área do Direito Eleitoral e a necessidade de estabelecer a maioria feminina na composição do TSE quando passou a ser integrado por quatro mulheres e três homens. Durante esse período, a jurista atuou juntamente com as ministras Nancy Andrighi, Cármen Lúcia e Laurita Vaz.

Em seu discurso, Gilmar Mendes mencionou o empenho da ministra em estimular a participação das mulheres frente a política brasileira. Ele finalizou desejando sucesso pessoal e profissional, além de continuar a dar voz à participação das mulheres em todos os espaços institucionais do Brasil.

O movimento Mais Mulheres no Direito também homenageou a ex-ministra pelo empenho na defesa da mulher em ter mais espaço na sociedade e na política ao longo dos últimos seis anos. A homenagem foi realizada no Salão Nobre, situado no primeiro subsolo do TSE, após a última sessão plenária que a ministra participou.

 

A importância das mídias sociais para novos empreendimentos

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As mídias sociais vêm transformando a comunicação em sociedade e hoje exercem um papel fundamental para toda e qualquer empresa, sobretudo no que diz respeito à interação direta entre esta e seus clientes.

Essas novas ferramentas estão proporcionando o surgimento de novas estratégias de marketing e abrindo possibilidades de negócios nunca antes experimentadas. Estamos vivendo um período de verdadeira revolução, tanto no que diz respeito à comunicação social quanto às estratégias de marketing digital.

Neste artigo listamos as principais contribuições que essas mídias podem trazer para o desenvolvimento de um negócio inda na fase iniciante e alavancar suas vendas. Acompanhe!

Influência das mídias digitais

Atualmente todo e qualquer tipo de negócio precisa conhecer as estratégias de marketing digital e os benefícios que este pode trazer à empresa. Através de sites, blogs e perfis nas redes sociais, essa nova categoria de marketing vem reformulando a forma de atrair os clientes em potencial.

Inbound Marketing

O inbound marketing consiste em uma alternativa ao marketing tradicional (outbound)que costuma utilizar estratégias invasivas de abordar os possíveis clientes. No lugar dos telefonemas e emails distribuídos sem direcionamento, os quais muitas vezes são indesejados pelas pessoas abordadas, o inbound marketing visa atrair o público que possui interesse em determinado produto ou serviço através da publicação de materiais educativos que ajudam a persona a conhecer as possíveis soluções para seus problemas ou desejos.

Papel das mídias sociais

As mídias sociais servem como canais de comunicação direta entre uma empresa e seu público através da publicação de conteúdo relevante e instrutivo, tanto os sites e blogs quanto as redes sociais.

Definição de persona

Personas são perfis semifictícios criados com base em dados reais obtidos mediante pesquisa de opinião com seus clientes reais. Toda a definição da estratégia de marketing que seu negócio deve implementar dependerá da identificação da persona.

O conteúdo ofertado precisa estar de acordo com o público ao qual se dirige, suas principais necessidades e aspirações. O processo de identificação da persona de uma empresa, portanto, é o primeiro passo necessário no processo de definição de estratégias de marketing para o seu negócio.

 

 

Toyota introduz perna robótica para ajudar pessoas paralisadas a caminhar

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A famosa marca de automóveis Toyota, criou um mecanismo robótico, projetado para ajudar pessoas parcialmente paralisadas a caminhar. O sistema Welwal WW-1000, é constituído de uma estrutura mecânica motorizada que se acopla perfeitamente ao corpo de uma pessoa a partir dos pés até os joelhos. Assim, as pessoas que usarão o mecanismo, poderão voltar a andar vestindo o dispositivo robótico especial que pode suportar seu peso.

Cem desses mecanismos robóticos, já foram alugados para instalações hospitalares, até o final deste ano no Japão, disse a Toyota. O serviço implica uma única carga inicial de US $ 9.000 e um custo mensal de US $ 3.200.

“O dispositivo é projetado para ser usado alternado entre cada perna em pacientes intensamente paralisados em um dos lados do corpo, devido a algum acidente vascular cerebral ou outras doenças” diz Eiichi Saito, médico e vice-presidente executivo da Fujita Health University.

 

A universidade juntou-se com a Toyota para desenvolver o dispositivo.

Uma pessoa demonstrou amarrando uma cinta em sua coxa, joelho, tornozelo e pé e, em seguida, mostrou como o dispositivo é utilizado para a prática de andar na esteira. Seu corpo era sustentado de cima por um arnês e o motor ajudou a dobrar e endireitar seu joelho. Sensores no dispositivo podem monitorar a caminhada e ajustar rapidamente para ajudar. A equipe médica controla o sistema através de uma tela de painel de toque.

As montadoras japonesas vêm desenvolvendo robótica tanto para fabricação quanto para outros usos. O humanóide Asimo da Honda Motor Co., pode correr e dançar, servir uma bebida e realizar conversas simples, enquanto o WelWalk é mais um sistema que usa robótica do que um robô autônomo.

Em vista do quanto a paralisia é algo comum, o dispositivo de Toyota pode proporcionar muita eficácia. Os pacientes que o usam podem se recuperar mais rapidamente, pois o sensor robótico sensível em Welwalk ajusta o nível de suporte melhor do que um terapeuta humano poderia fazer.

“Isso ajuda apenas o suficiente”, disse Saito, explicando que ajudar muito pode retardar o progresso na reabilitação.

O campo das ajudas robóticas para caminhar e reabilitação está crescendo rapidamente. Um exoesqueleto portátil alimentado por bateria feito pelo fabricante israelense ReWalk Robotics permite que as pessoas que dependem de uma cadeira de rodas fiquem de pé e andem.

“Tais sistemas também podem auxiliar os terapeutas no monitoramento do progresso do paciente”, disse Luke Hares, diretor de tecnologia da Cambridge Medical Robotics, na Grã-Bretanha, em entrevista por telefone. “Eles podem ser muito mais precisos”, disse ele.

Anteriormente, a Toyota mostrou robôs que tocam violino e trompete. Ela planeja iniciar as vendas no Japão de um pequeno menino robô para companheirismo conversacional. Também está investindo em inteligência artificial e no desenvolvimento de veículos autodirigidos.

Toshiyuki Isobe, diretor da Toyota no ramo de novas pesquisas, disse que a Welwalk, reflete o objetivo que a Toyota tem, de trazer robótica para a medicina e outras áreas de bem-estar social, não apenas entretenimento. A empresa também tem uma máquina semelhante a R2-D2, chamada Robot de Suporte Humano, cujo braço mecânico pode ajudar pessoas de cama a apanharem as coisas.

“Nosso ideal é cada vez mais oferecer condições para as pessoas se integrarem mais com a sociedade”, disse Isobe. “Temos vindo a desenvolver a robótica industrial na criação e produção de automóveis, e buscamos cada vez mais conhecer maneiras de usarmos essa tecnologia no preenchimento e nas necessidades sociais, e assim poder cada vez mais ajudar as pessoas.” Veja também: Braços robóticos que mais parecem membros de verdade

 

José Auriemo Neto empreender do mercado de luxo no Brasil

O mercado de luxo é um segmento da economia que tende a não sofrer fortes alterações com as oscilações do mercado. Este setor é abastecido por clientes de alto poder aquisitivo que se permitem gastar mesmo em períodos de recessão econômica. A JHSF participações é uma empresa de capital aberto que atua no mercado de luxo no Brasil e em outros países. A companhia foi presidida por José Auriemo Neto de 2003 a 2014. Fundada em São Paulo em 1972, a empresa começou sua atuação no ramo de construções.

Após José Auriemo Neto assumir a presidência executiva da JHSF, a companhia passou a atuar fortemente nos mercados de luxo no Brasil com empreendimentos de sucesso. Atualmente a companhia atua no ramo de construção, imobiliário, shopping centers, aeroportos, hotéis, bares e restaurantes, entre outros negócios.

A JHFS desenvolve um projeto inovador em São Paulo, atualmente em fase final, pretende entregar até o término de 2017 o primeiro aeroporto particular destinado para aviação executiva no Brasil, o São Paulo Catarina Aeroporto Executivo, instalado no quilômetro 60 da Rodovia Castelo Branco, a cerca de 35 minutos de São Paulo.

O aeroporto está ligado ao Empreendimento Urbanístico Integrado Catarina, compreendendo o shopping Catarina Fashion Outlet e o Catarina Corporate Center, abrangendo uma área de sete milhões de metros quadrados. O aeroporto será destinado a realizar duzentos mil pousos e decolagens ao ano, estará adequado para receber jatos executivos internacionais

O grupo JHFS começou a investir no ramo de shopping centers em 2001 com o lançamento do shopping Metrô Santa Cruz, e mais adiante o shopping Metrô Tucuruvi. Foi um empreendimento inovador, sendo o primeiro shopping center a operar integrado a estações do Metrô da cidade São Paulo. Em 2006 eles foram vendidos para a HSI.

Uma das grandes realizações de José Auriemo Neto foi o lançamento do complexo Cidade Jardim em 2006 na cidade de São Paulo. Trata-se de um empreendimento de uso misto que compreende nove edifícios residenciais, o Shopping Cidade Jardim e o Cidade Jardim Corporate Center, situados na Marginal Pinheiros. Oferece as possibilidades de moradia, acesso a compras, a educação, serviços e trabalho.

José Auriemo Neto foi responsável por criar o setor de shopping centers na companhia. Em 2009 inaugurou o Shopping Cidade Jardim ligado ao complexo Cidade Jardim. A companhia administra também o shopping Catarina Fashion Outlet em São Roque-SP, Shopping Bela Vista, em Salvador-BA e Shopping Ponta Negra, Manau-AM.

Além de shopping centers, A JHFS investiu fortemente em condomínios de alto padrão. Além das noves torres residencias do Parque Cidade Jardim, conta com a Fazenda Boa Vista residencial em Porto Feliz-SP, que abrange uma área de doze milhões de metros quadrados. Em 2007 o grupo JHFS adquiriu 51% das ações do Hotel Fasano, e em 2014 adquiriu o controle dos restaurantes do Grupo Fasano, ao todo são 17 restaurantes e 4 hotéis.

José Auriemo Neto esteve frente da presidência executiva do grupo por onze anos, sendo responsável por conduzir a companhia por meio de grandes empreendimentos no setor de luxo no Brasil colocando marca JHFS entre as maiores no setor.

Home Office: trabalhadores buscam alternativas para driblar a crise

Em tempos de difíceis para a economia mundial os trabalhadores estão se desdobrando para conseguir driblar a crise e manter o padrão de vida. Em meio a dificuldade, muitos recorrem a alternativas no ramo da alimentação e lazer, ou os trabalhos extras mais conhecidos como “bicos”. Além disso, outros profissionais buscam na internet a solução para os problemas e, com isso, os trabalhos home office vem se tornando uma nova tendência.
De acordo com uma pesquisa global realizada pelo IGP, 79% dos trabalhadores que exploram informação e conhecimento desenvolvem suas atividades em casa, e cerca de 60% dos profissionais remotos que trabalham em regime parcial trocariam seu emprego por um com tempo integral a distância. São vários os benefícios do trabalho home office o que pode garantir que, no futuro, este tipo de modalidade seja adotada de forma massiva pelas empresas.

Atualmente, no Brasil, cerca de 1,2% das empresas já adotam a modalidade de trabalho home office e conforme uma projeção global feita pela Citrix, empresa de tecnologia, é provável que até 2020, cerca de 90% das corporações possam oferecer aos funcionários algum sistema de trabalho a distância. Nos Estados Unidos, um em cada três trabalhadores utilizam a modalidade home office mais de um vez por semana, na Inglaterra existem cerca de 6 milhões de trabalhadores home office e na Europa são mais de 20 milhões de home offices e cerca de 30 milhões de profissionais que atuam de casa.
Além das vantagens no custo benefício com a diminuição de gastos como transporte dos funcionários e redução nos atrasos devido ao trânsito caótico das grandes cidades, as empresas também estão percebendo o crescimento na produtividade de seus colaboradores. O trabalho home office proporciona um aumento na qualidade de vida do profissional, o que incide diretamente na satisfação e no comprometimento com a empresa. Muitas vezes, é possível ainda a escolha do horário de trabalho que melhor se adeque ao período de maior rendimento do trabalhador.
Entretanto, para trabalhar nesta modalidade de emprego, o profissional precisa de disciplina e responsabilidade, visto que desempenho final do serviço depende inteiramente do compromisso do colaborador. O home office geralmente se desenvolve em um ambiente de confiança entre empregado e empregador onde a supervisão se dá de forma mais flexível porém organizada.

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Franquia ou negócio próprio? Conheça as vantagens e desvantagens de cada modelo

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Na hora de tirar a ideia do papel, muitos empreendedores ficam em dúvida entre criar o negócio do zero ou investir em uma franquia. Isso porque o franchising tem apresentado fortes índices de crescimento, com uma baixa taxa de mortalidade e uma boa margem de lucro.

Se por um lado, criar o negócio próprio possibilita mais liberdade para o empreendedor tomar as rédeas da empresa, seguir um modelo de negócios estabelecido garante mais segurança ao investimento.

E para escolher entre franquia ou negócio próprio, o empreendedor deverá conhecer as vantagens e desvantagens de cada modelo para determinar qual é o mais indicado para seu perfil.

Vantagens e desvantagens da franquia

Uma das principais vantagens em ser um franqueado é a possibilidade de trabalhar com um modelo de negócios validado e bem-sucedido no mercado. Essa característica diminui os riscos do empreendimento, pois o franqueado pulará algumas etapas essenciais para o estabelecimento da empresa. Como, por exemplo, validar o produto no mercado, criar autoridade na área de atuação, identificar o público-alvo e organizar os processos de forma sustentável.

Outro ponto a favor é o suporte oferecido pela franqueadora. Com guias de treinamento e processos padronizados, o franqueado será capaz de reproduzir a mesma essência da marca em sua unidade, atraindo um público que já conhece aquele produto/serviço comercializado, potencializando as chances de venda.

Por outro lado, o franchising pode ser uma má ideia para empreendedores mais criativos. Isso porque, ao operar uma franquia, o franqueado não terá liberdade para alterar um produto/serviço, por exemplo. Antes disso, deverá consultar a franqueadora e pedir autorização para tomar qualquer ação dentro do próprio negócio.

Vantagens e desvantagens do negócio próprio

Caso o empreendedor tenha desenvolvido um produto/serviço inovador, então a melhor solução pode ser criar o negócio do zero. Ao criar uma empresa, o empresário poderá estabelecer o caminho e as estratégias de sua organização, ao preço de correr mais riscos.

Isso porque será preciso validar a sua ideia, identificar o consumidor, criar canais de venda e todo o processo necessário para produzir, se comunicar e vender. Além disso, uma das principais desvantagens desse modelo em relação a franquia é o investimento inicial, que muitas vezes acaba saindo maior.

Conhecendo o seu perfil de empreendedor

Seja apostando em uma franquia ou negócio próprio, ambos os modelos apresentam riscos, vantagens e desvantagens. Após conhecer os prós e os contras, o empreendedor deverá fazer uma autoanálise para determinar o melhor tipo de investimento para o seu perfil.

Para quem está dando os primeiros passos no mundo do empreendedorismo, é necessário buscar especializações, principalmente em gestão e marketing para otimizar as chances de sucesso. O SEBRAE possui bons cursos gratuitos para quem está começando. Confira!

 

Flavio Maluf noticia a diminuição dos pedidos de falência e recuperação judicial

Segundo dados da Boa Vista SCPC, os pedidos de falência e recuperação judicial diminuíram no primeiro trimestre de 2017 na comparação com igual período do ano anterior. Pequenas e médias empresas lideram as solicitações.

O desejo de ter o seu próprio negócio está presente em boa parte dos brasileiros. Contudo, fatores como a crise econômica, a inexperiência de alguns empreendedores e diversas questões mercadológicas fazem com que muitas empresas, especialmente as menores, tenham que fazer a solicitação de falência ou recuperação judicial. No entanto, como noticia o empresário Flavio Maluf, pelo menos no que se refere ao primeiro trimestre de 2017, esse tipo de situação foi menos recorrente na comparação com aquilo que aconteceu no ano passado.

Isso porque, de acordo com dados divulgados pela Boa Vista SCPC no começo de abril, o volume de solicitações de falência e recuperação judicial nos três primeiros meses deste ano foi menor do que aquele observado no mesmo período de 2016. Em relação aos pedidos de falência, o recuo foi de 9,9%. Já no caso das recuperações judiciais, a retração foi maior, chegando a 15,2%.

Porém, Flavio Maluf reporta que os dados referentes às solicitações de falência e recuperação judicial ainda são inconstantes e podem sofrer alterações dentro de pequenos espaços de tempo. Um bom exemplo disso foi o mês de março, quando houve retração de 5,2% nas solicitações de falência em relação ao terceiro mês de 2016.

Contudo, quando comparado com fevereiro de 2017, março apresentou uma elevação de 24,3% nos pedidos de falência. Já quando são unificados os resultados dos últimos doze meses até o final do primeiro trimestre deste ano, há um crescimento de 3,6% nas solicitações de falência.

No caso dos pedidos de recuperação judicial, os números também foram crescentes. Na comparação entre março de 2017 e o mesmo mês do ano anterior, houve aumento de 14,6%. Entre o segundo e o terceiro mês deste ano, a elevação foi de 27,7%. Considerando-se os últimos doze meses até março, o crescimento das solicitações de recuperação judicial foi de 18%, informa o executivo Flavio Maluf.

Analisando-se esses dados de acordo com o tamanho das empresas, é possível perceber que as pequenas e médias são as que mais têm dificuldades financeiras e acabam tendo que solicitar a falência ou a recuperação judicial. Isso ficou bastante claro no levantamento da Boa Vista SCPC, onde foi apontado que, no trimestre encerrado em março, apenas 1% dos pedidos de falência foi realizado por grandes companhias. Enquanto isso, as médias empresas foram responsáveis por 11% do total de solicitações e as pequenas pelos 88% restantes.

Em relação aos pedidos de recuperação judicial, o empresário Flavio Maluf cita que os dados indicaram de maneira ainda mais clara como as pequenas empresas têm dificuldades para manterem suas atividades. Partiu delas 93% de todas as recuperações solicitadas. Os outros 7% foram feitos por médias empresas. Ou seja, no primeiro trimestre de 2017, nenhuma grande companhia pediu recuperação judicial no Brasil.

Na análise de acordo com os setores, Flavio Maluf reporta que a indústria liderou os pedidos de falência no mês de março com 39% do total. Em seguida, aparecem os setores de serviços e comércio, com 35% e 26%, respectivamente. Já no que se refere aos pedidos de recuperação judicial, a liderança no terceiro mês de 2017 ficou com o setor de serviços (41%). Na sequência estão os setores de comércio (36%) e indústria (23%).

 

 

 

Conhecimento pode ajudar empresas

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Em um mundo globalizado quem tem a vantagem de conhecer e entender o perfil de um determinado cliente pode sair na frente quando for preciso tomar decisões importantes. A informação é uma forte aliada para ajudar a traçar um plano ou uma estratégia que possa trazer benefícios e uma rapidez nos resultados e nos objetivos que precisam ser alcançados.

Um fator essencial para a busca de informações é a curiosidade, um perfil que busque por informações é essencial para pesquisar por dados que possam fazer diferença e construir uma abordagem mais exclusiva para um cliente em específico.

Existem diversas formas de adquirir conhecimento sobre diferentes empresas como emResultado de imagem para conhecimento livros, vídeos e artigos. Uma estratégia eficaz para uma empresa potencializar os seus resultados é ter informações importantes para o seu público.

A internet é uma fonte de informações interminável, por isso, é importante saber como pesquisar em fontes confiáveis e selecionar os dados que podem gerar maior impacto no objetivo que se pretende alcançar.

Ações que terão uma base sólida de conhecimento têm maiores chances de atingir o seu objetivo. Compreender e analisar o perfil de algum cliente é estar preparado para oferecer um bom produto ou serviço baseado na demanda que existe para o perfil do público-alvo.

Para cada negócio existe uma categoria de clientes que precisam ser estudados para que sejam atraídos pela marca através da compreensão do que buscam. Dependendo da forma como é feito o marketing se obtém a melhor maneira de fazer um cliente consumir um produto ou usar um serviço.

Não adianta ignorar a concorrência que existe, porque deve-se estar atento para oferecer outras ofertas que o mercado não tem. Ter um diferencial irá gerar um destaque para o produto ou serviço diante das várias opções existentes.

Se atualizar com as novidades para melhorar uma empresa é indispensável para se manter dentro dos padrões que vão surgindo e das novas exigências em relação à qualidade do serviço de uma empresa. Aproveitar as oportunidades que poderão surgir será fundamental para se fortalecer em um ambiente dinâmico.

As parcerias podem trazer uma expansão para a empresa assim como um auxílio em diferentes setores, contar com essa tática torna o negócio mais eficaz para alcançar metas específicas e gerar grandes resultados que se baseiam nos dados das informações que revelam as vantagens de começar uma parceria com algum fornecedor ou prestador de serviços.

Utilizar as ferramentas que a internet disponibiliza para filtrar informações de forma mais personalizada é uma vantagem que um empreendedor pode usar a seu favor. Através de análises de dados de pesquisa como o Google Trends, por exemplo, é possível saber o que mais está sendo procurado por uma categoria de clientes.