Veja como é feita a produção de leite de vaca orgânico

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Produzir alimentos preservando o meio ambiente não é tarefa fácil para o produtor. E se ele vive em um lugar onde a natureza põe a prova a resistência de homens, plantas e animais, a tarefa vira um desafio. Mas em Alagoas, temos um exemplo exato disso que estamos falando. Lá uma família está produzindo leite orgânico em plena Caatinga, tudo certificado pelo IBD – Instituto Bio Dinâmico.

Em Cacimbinhas – AL, o agrônomo, Osmando Xavier e sua família, produzem leite orgânico há 13 anos. Todas as terras ao redor do açude próximo a fazenda da família, são de criação de gado de leite, mas é grande a diferença entre os produtores. Em uma das margens ficam fazendas de criação de gado no sistema convencional, existem poucas árvores e o gado chega até a água do açude. Já do outro lado, fica a fazenda da família do Osmando, a mata está toda preservada formando um paredão verde.

A preocupação com a alimentação dos animais é constante, pois a fazenda se localiza no meio da Caatinga. No período de chuvas, no inverno nordestino, o pasto fica sempre verde, parece que nunca vai acabar. Mas o sertanejo já acostumado com meses e meses de seca, é prevenido e a família Xavier armazena alimento produzido na fazenda para os gados. A fazenda estoca 1,8 milhão de Kg de silagem e 50 mil Kg de feno de pasto nativo.

“Nós trabalhamos com uma estratégia de ter sempre uma reserva alimentar para que em um ano muito seco, nós já tenhamos feito a comida necessária para o ano seguinte”, diz Osmando. A família possui um rebanho de 500 animais. Em uma criação orgânica, apenas 5% do alimento pode vir de fora, desde que seja sem transgênicos. Os animais em lactação por exemplos, recebem o reforço do caroço de algodão e do sal mineral feito para produção orgânica. Ao sinal de qualquer doença são tratados com remédios a base de plantas. Um dos tratamentos comuns é contra o carrapato, um dos ingredientes principais é calda de fumo. Quando a doença é mais grave ou persistente, podem ser usados tratamentos convencionais, desde que sejam seguidas algumas regras. No máximo o animal pode ser tratado 3 vezes durante sua vida da forma tradicional, quando acontece o terceiro tratamento, é recomendado que se venda aquele animal. Duas vezes ao dia, as vacas são reunidas para a ordenha, enquanto elas esperam, elas bebem água a vontade que gera um grande bem-estar para as vacas. Antes da ordenha, são coletadas amostras de leite. As garrafinhas com o nome de cada vaca, seguem para o teste de acidez. Se a acidez estiver abaixo do pH 7, esse leite é descartado. Quando a vaca é aprovada ela vai para uma ordenha mecânica, mas antes é feito o teste da caneca para detectar casos de mamite. As vacas que não passaram no teste de acidez e foram diagnosticadas com mamite, vão para um outro cercado onde elas irão ser ordenhadas manualmente e medicadas. A produção da fazenda é de 1800 litros diários, uma média de 13 litros produzidos por vaca. 40% desse leite é considerado orgânico e 60% desse leite é vendido na linha convencional. Isso acontece porque o mercado ainda não assimilou os 100% do leite produzido orgânico. Segundo Osmando, é triste rotular um leite orgânico como convencional. O leite orgânico sai da fábrica na forma de leite in natura, manteiga e iogurte. A fazenda tem sua própria linha de produtos a base de leite orgânico e utilizam 25 mil litros de leite para essa produção. Os produtos são vendidos apenas na capital Alagoana. Os produtos são entregues para distribuidores e supermercados. Descontado todos os gastos que a família tem com a produção, o lucro fica em torno de R$ 200 mil por ano. Conheça mais detalhes da produção de alimentos orgânicos.

 

Cassio Audi lembra a incrível trajetória de três décadas da Banda Viper

O ano era o de 1985, quando, após algumas tentativas com bandas anteriores, os irmãos Pit Passarel (baixo) e Yves Passarel (guitarra), juntos com Cassio Audi (bateria), Felipe Machado (guitarra) e André Matos (vocal), deram origem a uma das principais bandas de metal do Brasil: a Viper.

Cassio Audi conta que a incrível história dos garotos de 13 e 14 anos, que decidiram ter uma banda, ganhou ainda mais força quando, em um passeio em direção ao Largo do Arouche, em São Paulo (SP), encontraram o então apresentador Celso Barbieri, da “Praça do Rock” – programa que influenciou diretamente o rock brasileiro na década de 80.

O sucesso da apresentação ao apresentador rendeu à banda a chance de tocar por dois dias consecutivos no Projeto SP Metal, no Teatro Lira Paulistana, garantindo visibilidade ainda maior aos garotos.

Com o sucesso junto ao público e casas de show, Cassio Audi relembra que os integrantes resolveram gravar uma demo intitulada “The Killera Sword”, que ganhou espaço nas rádios.

Já sem Cassio Audi, foi com a partir do selo “Rock Brigade”, que o primeiro álbum “Soldiers of Sunrise” foi lançado em 1987. Considerado um dos maiores sucessos do Heavy Metal brasileiro, o álbum teve grande influência do Iron Maiden na força de suas batidas e no peso de seu vocal.

Não demorou muito para o álbum ganhar destaque entre as principais revistas do segmento no mundo, como a “Kerrang”, a “Metal Forces” e a “Metal Hammer”, impulsionando uma incrível marca de 10 mil cópias vendidas. Como um dos grandes resultados, o baterista Cassio Audi viu sua banda emplacar a abertura de um show do Motörhead.

O sucesso se estendeu ao novo álbum lançado em 1989, o “Theatre of Fate”, gravado no Brasil e mixado na Inglaterra. Com uma abordagem musical mais madura, o disco recebeu experimentações da música clássica.

Isto levou os levou a assinar contrato com uma nova gravadora, a Limb Music Products Publishing (L.M.P.), responsável por levar a Viper em apresentações em todo o mundo.

No ano de 1991, o “Theatre of Fate” foi lançado no Japão e no ano seguinte, na Europa. Contudo, em 1992, a banda passou por importantes alterações, como a saída do vocalista André Matos.

Ainda em 1992, foi a vez de lançarem o álbum “Evolution” que explodiu em sucesso no Japão – país onde surgiu o próximo álbum da Viper, em 1993, o “Maniacs in Japan” (live).

Em 1993, voltando ao Brasil, abriram dois shows do Metallica e seguiram por todo o país com sua turnê promocional.

Em 1994, a banda viaja para Los Angeles, onde grava o álbum “Coma Rage”, que trouxe uma pegada de Hardcore Metal. Neste mesmo ano, se apresentaram no festival brasileiro Monsters of Rock, tocando com Suicidal Tendencies, Slayer e Kiss no estádio do Pacaembu.

A banda gravou um novo álbum em 1996, com o título “Tem Pra Todo Mundo”, com músicas totalmente em português que não agradaram o público.

Após isto, um novo álbum foi lançado apenas em 2006, o “All my Life”. Em 2012, a Viper comemorou os 25 anos do álbum “Soldiers of Sunrise”, lançando ainda o “To Live Again Tour”, trazendo novamente os tempos áureos de sua grande história.

 

Aprenda a fazer um Plano Operacional para o seu negócio

A organização é fundamental para fazer a sua empresa se destacar no mercado. Para organizar o seu negócio aprenda a fazer um plano operacional, dessa forma, você poderá determinar as operações que serão necessárias para a realização dos objetivos organizacionais. O plano operacional busca gerar resultados a curto prazo, descrevendo as tarefas que deverão ser executadas por cada colaborador. O plano operacional apresenta a rotina de atividades da sua empresa.

O plano operacional irá estabelecer o que fazer, por que fazer, quem irá fazer, quando fazer, onde fazer, como fazer e quanto tudo isso irá custar para ser implementado. A melhor forma de responder a todas essas perguntas é utilizando a ferramenta 5W2H, que significa: O que (What), Por que (Why), Quem (Who), Quando (When), Onde (Where), Como (How), Quanto (How much).

Além disso, procure especificar o prazo para a realização das tarefas, e não esqueça de definir as ferramentas e os recursos necessários para a concretização dessas metas.

Saiba como proceder em cada etapa da ferramenta 5W2H:

  1. O que (What)

Defina quais são os objetivos da sua organização. Para facilitar essa tarefa, especifique os objetivos principais e os objetivos secundários.

Um exemplo para exemplificar essa etapa: A criação de um site.

  1. Por que (Why)

Para motivar a sua equipe de trabalho, especifique o motivo da elaboração desse plano operacional.

Um exemplo para justificar a criação de um site: Aumentar o número de clientes.

  1. Quem (Who)

Nessa etapa do seu 5W2H, defina os responsáveis pela execução da atividade. Não esqueça de justificar os motivos que fizeram você escolher determinado colaborador, dessa forma, o funcionário se sentirá mais valorizado.

Um exemplo para essa etapa: Responsável, João Pedro. Justificativa: João Pedro possui conhecimentos em TI e em marketing digital, por esse motivo ele foi escolhido para executar essa tarefa.

  1. Quando (When)

Quando essa atividade deve ser feita? Estabeleça os prazos para o início e o término dessa tarefa.

Exemplo de prazo: De 15/04/2017 a 25/04/2017.

  1. Onde (Where)

Especifique onde a atividade deverá ser realizada.

No exemplo desse texto, a criação de um site, o responsável por essa atividade, o João Pedro, irá executar essa tarefa na sua sala de trabalho, através de ferramentas e recursos online.

  1. Como (How)

Nessa etapa iremos detalhar como a tarefa será executada.

Poderíamos contratar uma agência especializada na criação de sites, entretanto, no nosso caso, essa tarefa foi encaminhada para um dos nossos colaboradores, o João Pedro.

  1. Quanto (How much)

Quanto a tarefa irá custar para o cofre da empresa? O custo das ferramentas necessárias, pessoas envolvidas e dos equipamentos, etc.

Além disso, não esqueça de mensurar os resultados do seu plano operacional, dessa forma, você poderá saber se o seu plano precisará de modificações ou não.

 

 

Empreendendo em casa, veja as dicas para ter mais produtividade

 

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O empreendedorismo está presente no dia-a-dia do ser humano antes mesmo da era dos reis e seus reinos. Com os artistas, pintores, alfaiates e escritores, o trabalho era muito das vezes realizado em casa. Após o período da revolução industrial, esses empreendedores saíram de suas casas e montaram fabricas e escritórios para que pudessem atingir mais pessoas.

Com a era da internet, o comportamento está voltando aos tempos anteriores, muitos empreendedores estão abrindo seus negócios em casa e conseguindo resultados tais como uma empresa. Se você é um empreendedor homeoffice, confira essas dicas para ter mais produtividade no seu trabalho.

  • Horários – Defina um horário em que você irá começar a trabalhar, fazer as pausas e concluir o trabalho. Avise seus amigos e familiares que em determinado espaço de tempo você está dedicado ao trabalho do seu empreendimento. Essa pratica leva ao hábito e seu corpo entende que nesse período precisa estar focado e em modo criativo.
  • Cuide do espaço de trabalho – Deixar o ambiente onde trabalha mais organizado e limpo ajuda a manter o foco e aumentar a produtividade na hora de executar uma tarefa. Com a organização, diminui a perda de tempo para procurar algum arquivo ou contato de algum cliente, por exemplo.
  • Vista-se como se tivesse indo trabalhar fora – Essa dica é mais uma daquelas que ajuda o seu corpo a entender que está no modo de trabalho. Nossos hábitos acabam deixando o nosso cérebro pronto para aquela determinada atividade, se estiver com uma roupa que normalmente você trabalha, o aumento de foco, concentração e a criatividade, acaba aumentando a sua produtividade.
  • Trabalhe fora de casa – Pode ser engraçado aparecer essa dica de trabalhar fora de casa, já que o trabalho é homeoffice. O conceito de homeoffice, pode ser entendido de “trabalhe fora da empresa”, deixando assim a opção de se trabalhar em vários lugares, como na praia, cafeteria, em outro país, etc. Essa mudança de local, pode ajudar a ter novas ideias para a evolução do seu negócio. Escolha um lugar limpo, organizado e com menos distração possível para que seu trabalho não seja prejudicado.
  • Faça networking – Essa dica é uma das mais valiosas que podemos citar. Conhecer outras pessoas, ligadas ou não ao seu negócio, pode te ajuda a crescer como profissional e deixar o seu empreendimento mais relevante. Muitas das vezes, trocar experiências com colegas ou clientes, pode gerar nossos insights ou criar novos “atalhos” para deixar seu trabalho melhor.

Essas dicas servem mais como guias do que, necessariamente, “deva fazer dessa maneira”. Teste todas as possibilidades possíveis para que a sua produtividade seja a melhor possível. Entendemos que cada indivíduo tem o seu jeito de lidar com as tarefas, mas trocar experiências sempre é válido nesse momento onde você fazia parte de uma organização, agora você é a organização. Gostou das dicas? Não deixe de comentar e nos dar as suas dicas

 

 

Mudando estratégias

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Quando pretende ter um negócio próprio obviamente o empreendedor tem uma ideia do que pretende fazer e um plano – mesmo que seja bem simples – de como o negócio vai funcionar. Claro que quanto mais detalhado o plano, melhor a probabilidade de dar certo, porém não é a realidade brasileira. O pequeno empreendedor no geral toca o negócio na raça mesmo. Tem uma ideia do que fazer e faz. Não é a toa o grande numero de empresas que não sobrevivem ao primeiro ano.

Mas, mesmo que o empreendedor – pessoa física ou jurídica – tenha um bom planejamento e consiga enxergar as boas oportunidades, alguns negócios não “decolam”. O empreendedor tem que entender isso o mais rápido possível e refazer cálculos e planos. Quanto mais rápido o gestor enxergar que seja necessário mudar menos traumática será a mudança.

Quantas vezes o orgulho por sentir-se derrotado, cega o administrador. O bom empreendedor deve ter a frieza de entender no momento certo que deve mudar sem medo. Refazer planos, rever estratégias e, se necessário mudar de atividade. Muitas vezes o local escolhido não dá certo para alguma atividade e pode ser bom para outra. As alternativas de mudança são muitas. Uma loja que está vendendo pouco material para festas, pode decidir a organizar toda a festa e se dar bem. Não cabe aqui um desfile de casos em que o empreendedor que entende do negócio enxerga a boa oportunidade de mudar.

Portanto, o empreendedor deve estar sempre em contato com o mercado e encontrar sempre novas soluções para o seu negócio além de atualizar-se sempre com novas tecnologias e novas formas de gerir sua empresa obtendo, assim, os melhores resultados, mesmo que esses resultados venham através de uma boa virada de mesa.

O envolvimento de todos que estão nos negócios – parceiros, funcionários, fornecedores – muitas vezes podem trazer uma boa ideia ou uma nova forma de gerir mais eficientemente. Não é bom para o negócio o isolamento do administrador.

Finalmente, o empreendedor tem que se desvencilhar de suas “amarras psicológicas” como medo de agir, sentimento de derrotismo por ter fracassado na primeira oportunidade, quanto mais erramos mais aprendemos. Não podemos nos condenar excessivamente por erros que sempre podem ser revistos e permitir que mudemos nossas estratégias para um longo e feliz futuro de prosperidade fazendo aquilo que a qualidade de nossa atitude determinar como mais conveniente.

Pequenas iniciativas com grandes resultados

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No cenário atual de turbulência econômica por que passam o país e o mundo, o debate sobre a problemática do emprego-desemprego tem assumido grande relevância no âmbito das políticas públicas da área e do mundo empresarial.

Segundo levantamento periódico, realizado pelo Sebrae com base no Caged – Cadastro Geral de Emprego e Desemprego, as médias e grandes apresentaram em fevereiro uma amarga redução de 26,6 mil vagas de emprego. Indo na direção contrária, as micro e pequenas empresas representaram um aumento de 54 mil vagas com carteira assinada, sendo inclusive seu segundo mês consecutivo de sucesso.

No entanto, mesmo que esta atual performance das micro e pequenas empresas represente animadores números, isto não nos confere uma segura retomada de crescimento econômico, posto que é algo que depende de fatores condicionantes de micro e macro dimensões e de ordens interna e externa da economia.

O setor de serviços é o que mais tem criado postos de trabalho, e em seu leque o destaque vai para os serviços em educação, que criaram 20,7 mil novos empregos, e imediatamente abaixo aparecem a indústria de transformação e a de calçados e têxteis.

Estes dados são bastante elucidativos para reafirmar que o Brasil é um país cujo povo tem um perfil empreendedor. Cotidianamente são descobertas inciativas de iniciaivas deste porte em diversas áreas, sobretudo no setor de serviços, e não exclusivamente como saída da problemática do desemprego, mas pela capacidade inventiva e de respostas à análise do cenário das demandas reprimidas ou de serviços cuja oferta precisa ser reeditada para atender a contento ao principal objetivo dos negócios: a satisfação do consumidor por um serviço que represente uma solução para seus problemas.

Este setor têm uma capacidade notável de gerar emprego e renda à população, colaborando significativamente para a diminuição das desigualdades sociais, pois estão presentes em bairros e grandes centros urbanos, inclusive das cidades do interior, absorvendo o contingente de profissionais, desempregados ou subempregados, excluídos do mercado mais amplo de trabalho, e incluindo o contingente etário de trabalhadores entre 40 e 50 anos.

Dada sua relevância por colaborar a longo prazo para o crescimento econômico e, mesmo sendo favorecida pela desburocratização administrativa, jurídica e tributária, é imprescindível que neste cenário de turbulência econômica, que entre outros danos aprofunda as desigualdades sociais, seja ainda mais facilitado, por exemplo, o acesso a linhas de crédito em condições mais “respiráveis” para que sejam iniciativas mais longevas.

Ter um espírito empreendedor que dê respostas positivas e criativas, não só à economia, mas aos dramas sociais dela decorrentes, é o perfil que se faz imprescindível, sobretudo no momento político e econômico atual, e as micro e pequenas empresas se revelam cada vez mais como pequenas iniciativas que geram grandes resultados.

Luciana Lóssio e a representatividade da mulher no país

A busca pelos direitos das mulheres cresce a cada dia. São vários os obstáculos enfrentados por elas, já que são sub-representadas em cargos de liderança, de serviços públicos, no mundo acadêmico, no setor privado, e até mesmo como eleitoras e na esfera política. Entretanto, no setor jurídico do país, no ano de 2013, com a posse da juíza Luciana Lóssio, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) passou a ter superioridade feminina, dos sete integrantes, quatro eram mulheres. Porém, nesse momento, os homens são a maioria no tribunal.

Uma das principais causas da discriminação das mulheres na vida política, reside no âmbito das leis, que limitam a atuação feminina. De acordo com a presidente do Instituto Paulista de Direito Empresarial, Karina Kufa, a lei de cotas é frágil e as coligações partidárias não estão preocupadas em dar suporte a participação feminina, e ainda afirma: “Muitas das candidatas são “laranjas” ou não recebem tempo de TV por parte do partido, nem o fundo partidário e nem tem uma grande doação de pessoas físicas. E para fazer uma propaganda você precisa de visibilidade e de dinheiro”. Para a ministra Luciana Lóssio, o ambiente inadequado em alguns partidos é uma das principais causas da situação das mulheres na política do país.

Assim como na política e em outros setores da sociedade brasileira, onde as mulheres são vítimas de estereótipos, a mulher também sofre discriminação no ambiente jurídico. Através da posse da ministra Luciana Lóssio, que no ano de 2013 representou a superioridade feminina no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), apesar de hoje o cenário ter sido modificado, com a superioridade masculina, rompeu com um antigo paradigma, e abriu caminho para outras mulheres fazerem o mesmo, no âmbito político, e nos demais setores da sociedade.

Atualmente as mulheres ocupam apenas cerca de 10% dos cargos políticos do Senado e da Câmara. Para compreender melhor esse cenário, saiba que o Brasil fica atrás de países como Índia, Arábia Saudita e Iraque, em relação à representatividade feminina. O que mais espanta, é o fato desses países serem conhecidos no mundo todo por renegaram os direitos das mulheres. Na Índia, por exemplo, o nascimento de uma menina é considerado um desastre para a família. Para a sociedade indiana, as mulheres representam uma grande despesa financeira, já que ao casarem, a família da noiva terá que pagar o dote à família do noivo. Apesar dessa prática ser ilegal desde 1960, ela ainda é praticada pelos indianos.

A posse da juíza Luciana Lóssio é ser vista como um marco no que diz respeito a representatividade da mulher no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), assim como no ambiente jurídico e político. Em um país onde as mulheres são vítimas de todo tipo de violência e discriminação, uma conquista como essa deve ser comemorada. Luciana Lóssio nasceu em Brasília – DF, se formou em Direito pelo Centro Universitário de Brasília (UniCEUB). Além disso, possui três pós-graduações: em Direito Processual Civil, em Ordem Jurídica e Ministério Público, e a terceira em Direito, estado e Constituição. A ministra também compõe o Instituto Brasileiro de Direito Eleitoral (IBRADE).

2 tipos de franquias vantajosas para investir

Comercializar produtos e serviços de uma marca bem-sucedida no mercado tem sido realmente um bom negócio. De acordo com o relatório da Associação Brasileira de Franchising, o setor de franquias teve um faturamento de 151,2 bilhões de reais e um crescimento de 8,3% em 2016. Outro ponto positivo são as várias opções de segmentos, dentre as quais podemos citar:

 

  • Alimentação
  • Moda
  • Saúde, beleza e bem-estar
  • Hotelaria e turismo
  • Serviços educacionais
  • Comunicação, informática e eletrônicos
  • Casa e construção
  • Serviços automotivos
  • Limpeza e conservação
  • Entretenimento e lazer

 

No entanto, a enorme variedade de alternativas pode deixar o investidor perdido na hora de escolher a franquia mais promissora. Diante disso, selecionamos 2 tipos de franquias vantajosas para investir.

 

Microfranquias: o pequeno negócio que vale a pena

As microfranquias exigem um investimento mais baixo, pois têm custos reduzidos com aluguel, instalação, equipamentos e funcionários. O principal atrativo é o valor do investimento, que por ser mais baixo, envolve riscos menores. Existem microfranquias que custam a partir de R$ 3 mil, como é o caso da Acqio, empresa que oferece serviços de pagamentos eletrônicos de cartões de crédito e débito. Outro exemplo interessante é a Ahoba Viagens, que trabalha com turismo e exige um valor inicial de R$ 3,6 mil para o contrato de um consultor franqueado.

Além disso, as microfranquias apresentam-se como uma ótima solução para quem visa uma renda extra. Talvez o empreendedor exerça outra atividade e queira a franquia como uma fonte de renda adicional. Neste caso, um projeto menor permite flexibilidade de horários e delegação de tarefas a funcionários, de tal modo que seja possível conciliar o empreendimento com outras atividades.

 

Franquias com rápido retorno de investimento: lucro em menos tempo

Para os futuros franqueados que buscam um rápido retorno de investimento, ainda que tenham um faturamento médio mensal um pouco menor, certas franquias prometem o prazo entre 12 e 18 meses. Veja alguns exemplos:

 

  • a iGUi, cujo foco são piscinas de fibra e pastilhadas, se destacou por sua internacionalização no ano de 2015
  • a On Byte, que oferece cursos de qualificação on-line, está presente em 15 estados do país
  • a SóBrancelhas, que oferece serviços de beleza, apresentou crescimento de 30% em 2016

 

As microfranquias também são opções de rápido giro de operação. Algumas chegam a ter prazos de 1 a 2 meses, como a PremiaPão, especializada em propaganda em sacos de pão.

Seja qual for o segmento, lembre-se de escolher um negócio vantajoso que esteja de acordo com os seus objetivos e dentro de seu orçamento. Finalmente, é essencial para o empreendimento priorizar a qualidade dos produtos e serviços oferecidos ao cliente, garantindo assim uma boa reputação.

 

 

3 ideias para trabalhar em casa 

Trabalhar em casa parece ser o sonho de muitas pessoas, e tem se tornado cada vez mais comum hoje em dia. É possível trabalhar no conforto da própria casa, com maior flexibilidade de horário e com uma qualidade de vida excelente. Para isso, só é preciso escolher o melhor modelo de trabalho de acordo com as preferências de cada um e partir para a experiência de ser seu próprio chefe. Veja a baixo alguns modelos de trabalho para trabalhar em casa:

 

  1. Fazer artesanato:

 

Este ramo de negócio exige certa habilidade por parte do empreendedor e também uma boa estratégia para vender os produtos. A habilidade pode ser adquirida por meio de cursos na internet ou físicos, assim como aprender estratégias de vendas. Mas é um modelo de negócio que é pouco explorado e é sempre requisitado em algum momento, por exemplo, em um chá de bebê as mães procurarão por lembrancinhas personalizadas para dar aos convidados, imagine só quantos chá de bebê acontecem em um mês, ou em um ano? Além de outros eventos e outros tipos de artesanatos que podem ser vendidos na internet facilmente.

 

  1. Dar aulas:

 

Essa modalidade só exige uma coisa, ter conhecimento em algo que possa ser dividido com outras pessoas. Se você sabe cozinhar muito bem, poderá montar um curso de aulas de culinária para pessoas que estão aprendendo a cozinhar. Se você fala bem um idioma, pode dar aulas particulares. Ou então, se você sabe tocar um instrumento musical, pode se oferecer para dar aulas particulares de determinado instrumento. Isso vale para qualquer tipo de conhecimento que possa ser dividido e requisitado por outras pessoas. Quem opta por essa modalidade, ainda pode decidir se quer fazer algo presencial ou pela internet, pois hoje é possível montar cursos como ebooks, ou vídeos, e vendê-los na internet.

 

  1. Prestar serviços para internet:

 

Essa é uma ótima opção para quem não deseja se envolver com nada físico, pois é uma modalidade que permite ao empreendedor uma autonomia ainda maior para viajar e ainda trabalhar. Prestar serviços para a internet pode abranger muitas coisas, desde algo que o empreendedor seja especialista no assunto, até a coisas que exijam pouco conhecimento. Esse trabalho é ótimo para quem é designer gráfico, programador, webdesigner, assistente técnico, jornalista, ou para quem quer se aventurar nesse ramo.

 

Para muitas das opções, não é preciso um diploma para trabalhar, somente um pouco de conhecimento em algo. Existe a opção de escrever, por exemplo, que não exige que a pessoa seja especialista no assunto para realizar essa tarefa. Ou então prestar serviços como: operador de telemarketing e secretariado para determinada empresa, tudo pela internet em casa.

 

Veja também o que você precisa para trabalhar em casa.

 

Bruno Fagali responde questões sobre o prêmio Pró-Ética de 2017

De acordo com Bruno Fagali, advogado da Fagali Advocacia e especialista em Direito Administrativo pela FGV-GVLaw, o Pró-Ética é, nos dias de hoje, a maior premiação do país no ramo de compliance. Além disso, o fato de ser uma premiação organizada pelo Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União (CGU), a torna oficial, sendo, portanto, o tipo de evento do qual vale a pena participar.

Todas as empresas participantes do Pró-Ética recebem da CGU um relatório completo e cheio de detalhes acerca do Programa de Integridade submetido. Através desse relatório, a CGU esclarece a razão de cada ponto atribuído nos quesitos julgados, e ainda informa algumas recomendações sobre os aspectos que podem ser melhorados. Essa ação funciona como um feedback de grande importância para auxiliar as empresas no Programas de Integridade, tanto as aprovadas como também as que não atingiram a pontuação exigida.

Desse modo, ressalta Bruno Fagali, fazer parte do Pró-Ética garante as empresas participantes um direcionamento de grande relevância e uma série de recomendações que podem auxiliar em seus sistemas de compliance e reduzir drasticamente os riscos de existirem condutas antiéticas dentro do seu espaço empresarial.

Para participar do Pró-Ética, as empresas precisam enfrentar alguns desafios, os quais serão recompensados futuramente. Em primeiro lugar, é preciso elaborar determinados documentos e responder todo o questionamento pedido pela CGU, o qual é bem extenso e profundo, exigindo assim que a empresa tenha um alto grau de conhecimento sobre as suas atividades de compliance.

Além disso, as empresas irão encontrar alguns desafios específicos, de acordo com o meio profissional em que estão inseridas, destaca o advogado Bruno Fagali. Em uma agência de publicidade, por exemplo, é preciso explicar de forma clara nas respostas informações que envolvem os métodos de remuneração, como funciona o relacionamento com os prestadores de serviço e fornecedores, o fluxograma dos projetos em desenvolvimento, entre outros.

Quando questionado sobre quais conselhos daria para as empresas que planejam concorrer ao Pró-Ética em 2017, Bruno Fagali declara que seu conselho mais importante seria destinar o seu foco a formalização e organização do conjunto de informações presentes no Programa de Integridade. Devido a grande quantidade e a complexidade das informações e dos documentações pedidas pela CGU, é fundamental que o departamento responsável pela compliance da empresa tenha o foco de se dedicar de forma constante em registrar todas as questões exigidas.

Após a inscrição, esses registros irão ser usados como forma de comprovar que as questões respondidas são de fato o que acontece na rotina da empresa. Portanto, essa formalização das etapas de compliance servem para demonstrar a veracidade das informações que foram aplicadas e ajudam a empresa a ter mais chances de ganhar o prêmio.

Por fim, Bruno Fagali sugere que a adoção desse grau de formalização e de registro se torne um hábito, ou seja, uma prática desenvolvida de modo constante pela empresa, diariamente. De forma alguma isso deve deixar para ser feito apenas nas vésperas da data de entrega da premiação, pois isso pode trazer um grande prejuízo a empresa dentro da premiação.