Empreendedorismo e o desafio da inovação

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O princípio da inovação é olhar com os olhos do maior interessado, o cliente.

É necessário sair de trás da mesa e ir de encontro com o cliente, descobrir o que se espera de um produto ou serviço que já está sendo ofertado, o que falta ou pode ser melhorado.

Conhecer a real necessidade das personas que a empresa pode atender, e os nichos que podem ser explorados.

Abandone seu ego e seja um exemplo para sua equipe

Enquanto o empresário se glorifica de uma ideia genial, alguém já está ganhando dinheiro com ela. Deixar de olhar para si e buscar olhar em torno é um avanço, permitir olhar ainda mais longe através de uma equipe é um sucesso.

Crescer para inovar e não o contrário

Engana-se quem acredita que o crescimento de uma empresa se dá a partir da inovação de uma ideia. Inovar é estar um passo à frente do seu concorrente, e depende do crescimento e amadurecimento dos gestores.

Amadurecimento empresarial

Capacitar lideranças e ampliar o campo de visão, líderes engessados são os maiores impedimentos para o crescimento de uma empresa.

Marketing é a história bem contada e o final feliz é concretizar a venda do produto

O marketing é a melhor ferramenta para inovação, é através desse mecanismo que se leva uma nova proposta sobre um velho produto. A imagem de uma empresa está atrelada a prometer somente o que se pode cumprir, a responsabilidade é o que torna uma empresa idônea e confiável. Marketing é o único meio de se apresentar uma nova solução, de forma dinâmica e eficaz, para um maior número de clientes potenciais.

Aprender com os erros e acertos dos seus concorrentes, dividir experiências e multiplicar conhecimentos. É necessário injetar uma nova roupagem ao produto, mas observando a aceitação e fazendo as modificações necessárias.

Uma empresa está em processo de amadurecimento quando é capaz de realizar uma análise real do seu potencial e enfrentar um diagnóstico nem sempre satisfatório. É a partir daí que a inovação se faz, por ser o único tratamento eficaz contra as crises do setor, saturação e falência.

Matéria do Zero Hora é finalista no CJEA e grupo de Duda Melzer comemora vitória

Não é de hoje que os profissionais do Grupo RBS, suas empresas e o próprio conglomerado de mídia vêm ganhando prêmios e mais prêmios na área de comunicação, referentes a jornalismo e entretenimento, seja em plataformas digitais, seja em televisão, rádio ou impresso. Tudo isso para o orgulho de Duda Melzer, atual presidente e chairman desse grupo.

E mais recentemente, a honra ao mérito veio para o repórter Cadu Caldas, do jornal Zero Hora. Por sua reportagem de nome “Mais velho e com pouco dinheiro”, o jornalista pôde então figurar como um dos três brasileiros na final de uma premiação que reconhece talentos do jornalismo num total de 17 países, o Citi Journalistic Excellence Award (CJEA).

No pódio brasileiro, um jornalista do grupo de Duda Melzer

Ao mostrar de perto quais são os desafios econômicos sociais ocasionados pelo processo de rápido envelhecimento da população gaúcha, Cadu Caldas provavelmente não previa que sua reportagem “Mais velho e com pouco dinheiro”, feita para o Jornal Zero Hora, do grupo de Duda Melzer, ficaria então entre as três finalistas de um total de 108 reportagens brasileiras inscritas para esse prêmio.

Nessa premiação do CJEA, que foi criada pelo Citigroup em 1982, há o reconhecimento de talentos do jornalismo de todo o mundo, e entre as mais diversas áreas, como as editorias de Finança, Economia e Negócios de veículos. Mas, a nível nacional, a escolha dos três finalistas que vão concorrer a nível internacional é feita por uma comissão julgadora nacional. Comissão essa formada não só por jornalistas, como também por diretores de associações e professores.

Vale lembrar que, junto com Cadu Caldas, em Nova York, também estarão outros dois finalistas de nosso país, os repórteres Thomaz Lira, da revista Pequenas Empresas e Grandes Negócios, e Leo Branco, da revista Exame.

Tamanho o mérito que, inclusive, à época do anúncio dos três finalistas, o próprio Duda Melzer, presidente e chairman do Grupo RBS, veio a público parabenizar a todos os envolvidos, e em especial ao repórter responsável pela matéria premiada.

A premiação internacional

Esses três finalistas não irão a Nova York apenas para a decisão final, mas para também participarem de um seminário na Columbia University, com a duração total de duas semanas. Universidade essa que é das mais tradicionais e bem-vistas, quanto ao ensino de jornalismo, no mundo inteiro.

Nessa ocasião, terão eles a oportunidade de trocarem experiências com jornalistas de diversos países, além de conhecerem personalidades da área financeira e fazerem visitações relacionadas a essa área. Serão locais como o Federal Reserve, a Bloomberg Business News, o Banco Mundial e a Bolsa de Valores de Nova York.

Por fim, na última fase da premiação, no mês de abril, será então decida qual reportagem é a grande vencedora a nível mundial do Citi Journalistic Excellence Award. Uma decisão que ficará a cargo da comissão de Jornalismo da Columbia University.

Porém, seja qual for o grande finalista, o Grupo RBS de Duda Melzer já comemora a vitória do Jornal Zero Hora desde já, num tom de orgulho, dado o reconhecimento a um mérito real que tiveram.

Como exercitar a criatividade para sair da crise

Antes de começar este artigo, gostaria de mostrar de imediato uma solução criativa: para resolver a crise basta tirar a letra “s”. Assim ganhamos a palavra “crie“. Mas antes de falarmos sobre o exercício da criatividade é importante entendermos como ela funciona.

A criatividade é o estopim de algo novo. Sempre que alguma coisa nova passa a existir, significa que esta coisa foi criada, e ela só existe agora, mesmo sendo novo, por que alguém usou a criatividade. Ao assimilar isto, percebemos que a criatividade envolve a produção de novos estímulos neurais, emocionais, etc. Portanto, veja como alguns hábitos podem provocar estes estímulos.

FUJA DA ROTINA

Quando criamos algo, produzimos novos estímulos, quando fazemos aquilo que já conhecemos, ou já sabemos, apenas acessamos informações que já foram produzidas anteriormente. Agora, como podemos fugir da rotina?

Uma forma simples de fazer isto é usar novas rotas para ir a lugares que você costuma frequentar, como trabalho, escola, faculdade, etc. Essa é uma forma de ativar a mente. Aliás, as vezes acordamos no meio do caminho e nem percebemos o trajeto que fizemos. Isto se dá por que apenas acessamos as informações já contidas em nossa mente. Ou seja, mesmo que você estivesse sonâmbulo, seu inconsciente faria o mesmo trajeto sem nenhum problema.

Outra dica é inverter o uso das mãos. Se você é destro ou canhoto, tente escovar os dentes, adoçar o café, ou mexer no celular, entre outros, com a mão inversa.

OBSERVE

Quanto mais observamos as coisas, temos uma maior riqueza de detalhes sobre elas. E isto gera em nós a oportunidade de perguntar: porquê isto foi feito assim? Porque tem este formato? E se observarmos nossa mente também, vamos nos admirar pela forma como ela busca as respostas. E a cada resposta alcançada surge-se uma nova tese. Se isto acontecer com você, ou seja, se você produzir várias resposta para uma simples pergunta, mesmo que esta resposta não seja efetivamente certa, parabéns! Você está exercitando muito bem sua criatividade.

PROCURE A SOLUÇÃO

Seja faminto por encontrar algum problema, seja ele social, ambiental, econômico, fisiológico, etc. E, ao encontrá-lo, tente resolvê-lo. Se você já tiver praticando os dois itens anteriores, perceberá um grau superior de dificuldade aqui, mas isto é bastante comum.

O pulo do gato aqui é: sempre que encontrar uma solução para algum problema que você avistou, delete ela da sua mente. Pense nela como uma caixa, e você pega esta caixa com a mão, deixa ela guardada em algum canto, e tente produzir uma nova forma de solucionar aquele problema. Tenho certeza que você se sentirá incrível quando, para cada problema, você tiver pelos menos 3 soluções diferentes!

 

Formas de conseguir capital para começar um próprio negócio

O maior empecilho que se tem para o início de um próprio negócio, é sem dúvidas a falta de capital inicial. É uma grande barreira para a colocação de uma grande ideia de negócio poder fluir. Alguns empreendedores que estão prestes a começar a investir, ainda acham que para começar algo deve-se ter muito dinheiro, coisa que não é verdade. Quando damos um giro pela história de grandes empresas que começaram com praticamente nada e se tornaram grandes marcas, fica claro que é possível para todos que almejam iniciar um próprio negócio.

Os valores podem ser os mínimos possíveis a se pensar, e estão relacionados diretamente com o empreendimento em vista. Existe planejamento para isso e o Sebrae oferece isso através do programa Empretec.

São vários os exemplos, e seguindo este programa oferecido pelo Sebrae, os empreendedores são desafiados a gerar capital partindo praticamente do zero, o surpreendente é quando eles conseguem gerar três, quatro mil reais em poucos dias. Um dos participantes conseguiu levantar quatro mil reais com a venda de berinjelas na conserva a partir de uma receita italiana passada pela sua avó.

O dinheiro que você precisa para investir está nas pequenas reservas criadas ao longo do tempo ou resultarão da venda de algum bem de consumo, um grande exemplo, é do Luiz Seabra, ele precisava de capital para poder reformar uma borracharia e sua alternativa foi vender um fusca, mais tarde essa borracharia acabou virando a Natura Cosméticos.

Perder a timidez e pedir dinheiro emprestado para algum amigo ou familiar pode ser uma boa forma de iniciar um negócio. No caso de Sam Walton, dono do Wal-Mart, o dinheiro para começar este empreendimento foi emprestado por seu sogro na época. Também não foi diferente com Jeff Bezzos, criador da Amazon.com, ele pediu dinheiro emprestado para familiares.

Antecipação de pagamento por parte dos clientes também é uma forma de gerar capital inicial, você oferece o serviço ou produto com a garantia de que o cliente obterá o produto ou serviço depois. Os fundadores da Tecnisa e Tecsis, Meyer Nigri e Bento Koike fizeram isso para gerar os recursos suficientes logo no início.

Existem casos que surpreendem com a forte acessão ao sucesso como é o caso da Rift que vendeu muito óculos de realidade virtual e obteve uma receita de US$ 2 milhões, assim como a Pebble, ela conseguiu a façanha de US$ 10 milhões em apenas 37 dias, os dois exemplos realizaram suas vendas via Kickstarter.

Emprestar dinheiro de um banco ou financeira é mais uma opção que deve ser levado em conta, o difícil é que as taxas cobradas por elas não são viáveis a investidores que pretendem ainda começar algo, geralmente elas nem emprestam pela falta de garantias pelo empréstimo.

Ainda assim, existem opções como o FINAME que é uma linha de crédito que o BNDES disponibiliza através de outros bancos. É voltado para empreendedores que pretendem adquirir maquinários, os juros são pequenos e o bem adquirido pode ser usado como uma forma de financiamento.

A conclusão é que existem muitas formas de uma pessoa começar seu próprio negócio, muitas delas são desconhecidas pela maioria, o melhor a se fazer é analisar muito do que foi passado aqui e as outras oportunidades que existem e acima de tudo, nunca desistir de tentar, pois lembre-se que a maioria dos grandes empreendimentos um dia começou do zero também.

 

Veja também, 7 vilões que roubam dinheiro do seu negócio sem você perceber.

Brasil criou mais de 35 mil empregos em fevereiro, Marcio Alaor reporta dados

mercado de trabalho no Brasil voltou a apresentar dados positivos em fevereiro. Todavia, mesmo com as mais de 35 mil vagas de emprego abertas no segundo mês de 2017, o número de desempregados no país ainda é extremamente elevado.

A crise econômica vivida pelo Brasil nos últimos anos tem alguns “componentes” que ganham grande destaque, sendo que o desemprego é um dos principais. Segundo dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) na segunda quinzena de fevereiro, ao final do mês de janeiro, o país tinha quase 13 milhões de pessoas desempregadas. Porém, como reporta o vice-presidente do Banco BMG, Marcio Alaor, no segundo mês de 2017, o mercado de trabalho voltou a apresentar números positivos.

De acordo com dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados na quinta-feira, dia 16 de março, em fevereiro, pela primeira vez nos últimos 22 meses, o número de pessoas contratadas foi superior à quantidade de novos desocupados. Nesse sentido, o executivo do BMG, Marcio Alaor, informa que a última vez em que as admissões tinham superado as demissões foi ainda em março de 2015, quando o Brasil gerou 19.282 empregos formais.

O empresário ressalta que, para chegar aos números mensais relativos ao mercado de trabalho, o Caged considera os números de contratações e desvinculações referentes aos empregos com carteira assinada em todo o país. Desse modo, em fevereiro, houve um saldo positivo de 35.612 postos de trabalho. O total de admissões foi de 1.250.831, enquanto 1.215.219 pessoas perderam seus empregos.

Além de ter apresentado o primeiro dado mensal positivo em quase dois anos, fevereiro também representou um grande ganho em relação ao mês anterior e também na comparação com o mesmo período de 2016. Em janeiro deste ano, de acordo com o próprio Caged, o Brasil perdeu 40.864 vagas formais de trabalho, noticia Marcio Alaor do BMG. Já em fevereiro de 2016, o executivo do BMG informa que foram gerados 104.582 empregos com carteira assinada a menos que a quantidade de contratações.

No entanto, na comparação entre fevereiro deste ano e o mesmo período de 2016, o total de brasileiros formalmente empregados apresentou um grande recuo. Isso se deve ao fato de o saldo total do mercado de trabalho no ano passado ter sido bastante negativo. Levando-se em conta os 12 meses, foram fechados mais de 1,3 milhão de vagas de trabalho.

Enquanto no segundo mês de 2016 haviam 39,6 milhões de brasileiros formalmente empregados, em fevereiro de 2017 este número caiu para 38,3 milhões. Ou seja, mesmo com o saldo positivo no segundo mês deste ano, o total de vagas fechadas nos últimos 12 meses continua em torno de 1,3 milhão, cita o empresário Marcio Alaor, do Banco BMG.

Em relação às vagas criadas em fevereiro, o setor de serviços foi o que apresentou o melhor resultado, com um total de 50.613 admissões a mais que demissões. A administração pública obteve o segundo melhor saldo positivo, tendo aberto 8.280 postos de trabalho. Os setores com os piores números foram o comércio, que teve 21.194 demissões a mais que as contratações, e a construção civil, que perdeu um total de 12.857 vagas de emprego com carteira assinada.

Para concluir, executivo do Banco BMG, Marcio Alaor, reporta que todos esses dados se referem exclusivamente aos empregos formais. Ou seja, como o mercado informal também é bastante amplo, é natural que existam algumas disparidades em relação a esses números quando os dois mercados são levados em conta.

 

 

 

Começar “do nada”: o empreendedorismo como pontapé na carreira pós-acadêmica

O título desse texto é uma chamada de atenção ao que ocorre com muitos universitários após pegar o diploma: e agora?

A tão sonhada vaga no mercado não aparece e, se aparece, é disputada à unhas e dentes. Uma das dificuldades de se iniciar o exercício da nova profissão é a falta da experiência. Então o jeito é aguardar uma promoção no emprego atual, ou conseguir algum que possa oferecer um plano de carreira que possa, no futuro, fazer valer aquele diploma. Mas, existe outra opção também, se o objetivo é obter retorno sobre o investimento na vida acadêmica. Empreender pode ser uma boa ideia.

É começando do nada, com a falta de recursos, que muitas pessoas tornam-se especialistas em suas profissões. Para isso, é preciso estabelecer um foco. O que mais importa: ganhar dinheiro rápido ou profissionalizar-se para assegurar ganhos também a longo prazo? Para ambas as opções, será necessário um pontapé inicial, que surge através do olhar empreendedor.

A principal essência do empreendedorismo está na capacidade do indivíduo de enxergar além do que se pode ver. Consiste também em partir de um “nada” em que, na verdade, encontram-se todas as ferramentas necessárias. Existe muito conhecimento acumulado que, após o baile de formatura, está pronto para ser colocado em prática. Com o mercado de trabalho estagnado, não basta somente arregaçar as mangas e ingressar em qualquer emprego esperando um dia uma promoção e a vaga dos sonhos. Até lá, a bagagem do saber pode ir perdendo peso e será necessário reaprender e investir novamente, principalmente no tempo. Nesse momento da vida, não é só o dinheiro que conta. Ele vem por consequência do esforço, e o sucesso vem em função do esforço bem direcionado. Primeiro o mérito, depois a recompensa. É chegado, portanto, o momento de assumir uma postura empreendedora.

Ainda que através do serviço voluntário, sem receber um centavo, mas sair da zona do conforto da “espera” e partir para a prática, transmitindo conhecimento, ensinando a quem precisa, aplicando, se atualizando, escrevendo sobre a profissão até mesmo nas redes sociais, mas empreendendo sempre. Nesse tipo de empreendimento, o investimento é o tempo e o retorno é a experiência.

Como todo bom empreendedor, é necessário, acima de tudo, ser um realizador que produz novas ideias através da congruência entre criatividade e imaginação (SEBRAE). Corresponde a essa postura também a determinação e o foco. O empreendedorismo, na linha do tempo entre a vida pós-acadêmica e o emprego dos sonhos, consiste em, urgentemente, encontrar alternativas para sair da teoria e ir para a prática, tornando o currículo cada vez mais robusto em experiências de criatividade e sucesso a serem relatadas para os vindouros recrutadores.

 

 

Como se tornar um empreendedor de sucesso

Os brasileiros são conhecidos por sua criatividade e capacidade de se adaptar a novas situações, com a atual crise econômica e o mercado de trabalho muito instável surgem todos os inúmeros novos negócios, inúmeras pessoas buscando uma forma de conquistar sua independência financeira, nas mais variadas áreas e setores da economia. A necessidade de manter uma estabilidade financeira estímulo o empreendedor a buscar novas alternativas e ideias inovadora que possam lhe trazer um rendimento extra e com o avanço tecnológico atual e a facilidade com que os usuários têm acesso a essa ferramenta, facilita o surgimento de novas empresas e novos empresários, todo dia uma novidade.

O empreendedor é alguém que procura extrair o melhor de todas as situações, é um profissional de visão que encontra soluções e inspiração onde ninguém mais vê, é um profissional que busca algo novo, algo inédito e ao mesmo tempo essencial para a vida das pessoas, despertando em seus clientes o desejo, oferecendo um serviço único e exclusivo. A principal característica de uma pessoa empreendedora é a força de vontade, um empresário de precisa saber liderar e ser determinado, é importante ter em mente que o sucesso só é alcançado com muito esforço e dedicação, é um investimento que contém riscos, nem sempre tido sai como o esperado, e nessas situações deve-se manter otimista e não desistir no primeiro obstáculo.

Outro ponto importante para quem deseja empreender é ter planejamento e estratégia tanto a curto, médio e longo prazo, o empresário de visão nunca para de se atualizar e se qualificar, está sempre buscando o que há de mais novo e promissor, são muitos cursos e treinamentos voltados para a área de gestão e empreendedorismo.

Como iniciar um empreendimento de sucesso?

O primeiro passo para o sucesso empresarial é conhecer bem o mercado em que está ingressando, fazer um estudo aprofundado dos prós e contras do seu novo projeto, por mais que o empresário tenha uma ideia super original e inovadora, sem um devido planejamento e direcionamento o projeto pode vir a ruir, uma boa estratégia de marketing e divulgação são fundamentais para atingir um bom resultado.

Não tenha medo, não fique estagnado em sua zona de conforto, o empresário de sucesso tem que arriscar, tentar, inovar, falhas acontecem, mas não devem impedi-lo de continuar, o sucesso não vem da noite para o dia, é resultado de muito trabalho é perseverança.

O mercado busca um profissional destemido, ousado, alguém que não tenha medo de correr atrás de seus sonhos, alguém que crie algo novo, algo grande. É preciso criar nos usuários o desejo, criar a necessidade, em seu público alvo, ter visão e descobrir o que as pessoas buscam, o que elas precisam.

Pensando em abrir o seu próprio negócio? Evite os erros mais comuns com essas 5 dicas

Abrir o próprio negócio e tornar-se chefe de si mesmo é o sonho de muitos brasileiros. Conquistar a liberdade para trabalhar de acordo com as próprias regras e com aquilo que mais gosta pode representar uma revolução na vida de uma pessoa e um abandono definitivo daquele cargo entediante.

Mas empreender não é tão fácil quanto muitos pensam. E é nas atitudes mais simples que a maior parte dos erros são cometidos. Conheça cinco dicas para evitar tropeços no seu primeiro negócio e alcançar uma história de sucesso.

1 – Não deixe que seu sonho ofusque seu senso crítico

Quando se deseja muito alguma coisa, é normal que não se esteja disposto a percebe-la por todos os seus ângulos. Esse é um grande perigo a que estão sujeitos os empreendedores de primeira viagem: não perceber os pontos negativos do negócio.

É fundamental estar envolvido de corpo e alma com o projeto, mas antes de investir, deve-se traçar um plano de negócio. É muito importante estudar os principais riscos do investimento. E mais: ser flexível e adaptar-se às mudanças do mercado pode fazer toda a diferença.

2 – Faça o planejamento financeiro

É comum que os empreendedores economizem dinheiro apenas para começar o negócio. Mas, como geralmente é preciso um tempo até que ele comece a dar lucro, muitas acabam por quebrar devido à falta de um planejamento financeiro adequado.

Uma boa dica é acumular capital suficiente para pagar as contas do projeto por pelo menos um ano. Assim haverá tempo para ele andar com as próprias perdas.

3 – Antes de investir, estude.

Agora que o capital foi acumulado, é preciso ir com calma. A melhor forma de proteger o dinheiro é estudar os mercados e perceber se eles estão em expansão ou retraindo-se.

Outro bom conselho é procurar conhecer as necessidades e os problemas das pessoas. As suas soluções podem ser a base de um negócio de sucesso.

4 – A propaganda é a alma do negócio

É fundamental saber como o produto vai chegar ao conhecimento do cliente. Por isso, deve-se estar preparado para investir em propagandas e pensar em estratégias de marketing adequadas. O marketing digital – que usa as redes sociais para divulgação de um produto– pode substituir com eficiência os veículos tradicionais, ainda que seja mais barato.

5 – Acha que é fácil ser chefe? Não é bem assim…

Muitos assalariados pensam em abrir o próprio negócio para escapar do trabalho pesado. Eles costumam se desapontar logo no início, quando percebem que deverão trabalhar muito mais como chefes do que como empregados. Por isso, é importante pensar duas vezes antes de se buscar ser chefe simplesmente para descansar e relaxar

 

Fonte

 

Ricardo Tosto reporta que empresas brasileiras estão no radar da justiça dos EUA

Os desdobramentos das operações Zelotes e Lava-Jato podem trazer sérias consequências para algumas empresas nacionais, que ultrapassam as fronteiras brasileiras. As companhias investigadas correm o risco de ficar sob a mira de órgãos regulatórios internacionais, informa o advogado Ricardo Tosto. Entre os exemplos atuais de maior destaque, estão a Eletrobrás e o banco Bradesco, porém, outras empresas como a Petrobrás e a OAS já enfrentaram situações semelhantes.

O fato de realizar captações de recursos no exterior faz com que as empresas tenham mais obrigações a seguir. Isso significa que as empresas que possuem uma atuação em escala global precisam estar cientes da necessidade de seguirem as leis do Brasil, e também as leis de outras partes do mundo.

No caso da companhia de energia Eletrobrás, a empresa corre o risco de ser excluída da Bolsa de Nova York, e já presenciou as negociações de seus papéis terem sido suspensos por não terem entregado o balanço auditado equivalente ao ano de 2014, uma exigência da SEC, principal agência reguladora do mercado financeiro norte-americano, informa o advogado Ricardo Tosto.

Segundo avaliação de Hsia Sheng, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a situação delicada da Eletrobrás perante os órgãos regulatórios dos Estados Unidos ainda está longe de um final. De acordo com ele, a falta de transparência e organização da empresa acabou fazendo com esta ficasse no radar da justiça norte-americana de agora em diante.

O algo nível de exigências nas agências reguladoras dos Estados Unidos é resultado de um cenário jurídico já bastante consolidado no combate à corrupção que existe no país, noticia Ricardo Tosto. A legislação norte-americana referente a corrupção, chamada de Foreign Corrupt Practices Act (FCPA), foi criada em 1977 e é referência internacional no tema, sendo assim mais amadurecida do que a legislação brasileira.

Essa situação pode fazer com que as companhias brasileiras avancem em suas ferramentas de compliance. Ao serem punidas em outros países, essas empresas perceberão a importância da realização de auditorias em todos os países em que possuem operações ativas, e a necessidade de adaptar essas operações de acordo com as leis internacionais.

Além do objetivo de combater esses atos ilícitos, os juristas informam que o alto padrão de rigor adotado pelas autoridades internacionais está diretamente relacionado as disputas de mercado, reporta Ricardo Tosto. Segundo o advogado Jorge Nemr, sócio do escritório Leite, Tosto e Barros, as empresas que estão envolvidas em escândalos de corrupção acabam tendo mais vantagens competitivas no mercado do que as demais empresas, o que contribui para que as legislações estrangeiras consigam identificar essas companhias e impedirem que isso aconteça.

Ainda de acordo com Jorge Nemr, a operação Zelotes terá um impacto ainda maior do que o esperado no exterior pelo fato de envolver setores distintos do mercado. Por todas essas razões, não adotar as normas e procedimentos de fiscalização internacional resulta em uma grande perda de competitividade, noticia o advogado Ricardo Tosto, pois não agir de acordo com as normas locais e internacionais, atrapalha a sobrevivência de uma empresa no mercado.

Vantagens e Desvantagens do Trabalho em Casa

Trabalhar em casa é o sonho de muitas pessoas. Porém, não só de flores é feito um negócio desenvolvido no conforto de um lar. Existem muitos obstáculos no caminho, e você precisa saber lidar com eles, caso queira ter sucesso no seu novo empreendimento.

Uma das principais vantagens de se trabalhar em casa é que você poderá montar o seu escritório em qualquer cômodo da sua residência, ou seja, não haverá custos referentes ao aluguel, além disso, o empreendedor irá economizar tempo e dinheiro, pois não precisará mais desperdiçar o seu tempo no trânsito. Os altos gastos com alimentação não serão mais um problema, pois você poderá almoçar em casa, junto com a sua família. Dependendo do trabalho que será desenvolvido em casa, o investimento necessário poderá ser irrisório.

Entretanto, como foi mencionado no início do artigo, nem tudo são flores no home office. Nesse caso, um dos principais problemas é a falta de organização, você precisa organizar a sua rotina de trabalho, reservar um local da sua casa para o trabalho ser desenvolvido sem distrações. O seu horário de trabalho deve ser previamente definido, não vale acordar num dia às 7 horas e no outro às 11 horas, você precisa levar o seu trabalho em casa a sério, aliás, a falta de gestão do tempo poderá comprometer o seu negócio. Além disso, não misture o seu trabalho com as coisas do lar.

Um outro ponto que precisa ser mencionado, é a finança do seu negócio em casa, é essencial saber administrar as finanças corretamente. Para isso, registre todo o dinheiro que entra e sai numa planilha, em um caderno, ou até mesmo em um aplicativo de gestão financeira. Lembre-se, em hipótese alguma misture as contas do seu negócio com as suas contas pessoais.

Além disso, saiba que o trabalho em casa poderá ser angustiante para você que gosta de interagir com os seus colegas de trabalho. Se você pretende trabalhar sozinho, a solidão é mais uma das desvantagens do home office.

O site da Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios (Pegn), fez uma seleção de alguns trabalhos que podem ser desenvolvidos em casa, entre eles, técnico de informática, diagramação e design, web designer e programador, decoradora de bolos, secretária remota, entre outros. Porém, não se limite aos trabalhos listados aqui, você poderá desenvolver o trabalho que quiser, desde que ele seja financeiramente sustentável.

Hoje, o trabalho em casa já é uma realidade para muitas pessoas, entretanto, existem vários desafios que esperam o empreendedor que optar por esse caminho. Antes de iniciar o seu negócio, estude de uma forma minuciosa o seu mercado de atuação, conheça os principais problemas enfrentados pelos seus clientes, e ofereça a sua solução. Aprenda como conquistar novos clientes e execute o seu trabalho com excelência.