Empreendedorismo social, oportunidade do futuro

O mundo dos negócios é, sem dúvidas, um espaço extremamente dinâmico. No mesmo espaço do mercado empresarial, que, em geral, almeja lucros e sucesso, surge o conceito de Empreendedorismo Social, modelo de negócios no qual as pessoas procuram tomar consciência de que o meio ambiente e as diversas classes sociais não podem ser prejudicadas pelo lucro. Esta forma de empreendedorismo visa melhorar a sociedade através de ações práticas; ações que motivem iniciativas que podem ser lucrativas e, ao mesmo tempo, socialmente benéficas. A estratégia é conseguir resultado positivo dentro de uma sociedade, implantando medidas sustentáveis que conciliam a tecnologia e diversos progressos buscando mudar o mundo, utilizando métodos que estão no cotidiano de empresas, gerando assim um meio ambiente saudável e melhores condições de vidas para todos.

Mesmo no atual cenário econômico brasileiro, é possível encontrar diversos empreendedores sociais de sucesso, que concentram suas ações empreendedoras socialmente, sobretudo, em comunidades carentes brasileiras.

Neste sentido, destaca-se a atuação de Eduardo Lyra, jovem oriundo da periferia paulistana e que, conhecendo as dificuldades enfrentadas pelos jovens que vivem nesta realidade, resolveu se dedicar à transformação social, evitando que mais jovens e crianças passem pelas mesmas privações por que passou. Eduardo estudou jornalismo e, e ainda na faculdade, foi premiado diversas vezes, por exemplo, como repórter revelação pelo Instituto Itaú Cultural. Alcançou grande visualização no Youtube. A partir deste sucesso inicial, maturou a ideia e escreveu o livro Jovens Falcões, a partir do qual iniciou projeto de palestras em escolas públicas. Realizando a média de três palestras por semana, o jovem empreendedor estima que já atingiu um público de mais de 30 mil pessoas, promovendo o protagonismo dos jovens carentes e conscientizando-os d

O mundo dos negócios é, sem dúvidas, um espaço extremamente dinâmico. No mesmo espaço do mercado empresarial, que, em geral, almeja lucros e sucesso, surge o conceito de Empreendedorismo Social, modelo de negócios no qual as pessoas procuram tomar consciência de que o meio ambiente e as diversas classes sociais não podem ser prejudicadas pelo lucro. Esta forma de empreendedorismo visa melhorar a sociedade através de ações práticas; ações que motivem iniciativas que podem ser lucrativas e, ao mesmo tempo, socialmente benéficas. A estratégia é conseguir resultado positivo dentro de uma sociedade, implantando medidas sustentáveis que conciliam a tecnologia e diversos progressos buscando mudar o mundo, utilizando métodos que estão no cotidiano de empresas, gerando assim um meio ambiente saudável e melhores condições de vidas para todos.

Mesmo no atual cenário econômico brasileiro, é possível encontrar diversos empreendedores sociais de sucesso, que concentram suas ações empreendedoras socialmente, sobretudo, em comunidades carentes brasileiras.

Neste sentido, destaca-se a atuação de Eduardo Lyra, jovem oriundo da periferia paulistana e que, conhecendo as dificuldades enfrentadas pelos jovens que vivem nesta realidade, resolveu se dedicar à transformação social, evitando que mais jovens e crianças passem pelas mesmas privações por que passou. Eduardo estudou jornalismo e, e ainda na faculdade, foi premiado diversas vezes, por exemplo, como repórter revelação pelo Instituto Itaú Cultural. Alcançou grande visualização no Youtube. A partir deste sucesso inicial, maturou a ideia e escreveu o livro Jovens Falcões, a partir do qual iniciou projeto de palestras em escolas públicas. Realizando a média de três palestras por semana, o jovem empreendedor estima que já atingiu um público de mais de 30 mil pessoas, promovendo o protagonismo dos jovens carentes e conscientizando-os de que são motores da transformação da sociedade.

Outra iniciativa interessante e que mexe com a realidade de pessoas de baixa renda é o projeto Vivenda, fundado por Igiano Lima, Fernando Assad e Marcelo Coelho. A idéia do projeto e propor reformas em casas de comunidades carentes, com soluções para infiltrações, mofo e até perante a questão estética. Para solucionar estes casos, os empreendedores fazem e parcelam reformas que custam entre R$1.500,00 e R$4.000,00. O serviço foi desenvolvido visando baixar custos e solucionar problemas gerados por obras improvisadas, as famosas “gambiarras” em moradias de comunidades carentes. O valor da reforma inclui ainda a parte técnica de elaboração de projeto, além, claro, da instalação.

Inúmeros outros casos de empreendedores sociais podem ser encontrados em buscas simples em plataformas de pesquisa, como o Google. Há diversos casos de preocupação com a educação, com o meio ambiente, com moradias populares, dentre outros. Se mais iniciativas como estas fossem realizadas, muito provavelmente viveríamos em um país melhor e, obviamente, mais solidário.

e que são motores da transformação da sociedade.

Outra iniciativa interessante e que mexe com a realidade de pessoas de baixa renda é o projeto Vivenda, fundado por Igiano Lima, Fernando Assad e Marcelo Coelho. A idéia do projeto e propor reformas em casas de comunidades carentes, com soluções para infiltrações, mofo e até perante a questão estética. Para solucionar estes casos, os empreendedores fazem e parcelam reformas que custam entre R$1.500,00 e R$4.000,00. O serviço foi desenvolvido visando baixar custos e solucionar problemas gerados por obras improvisadas, as famosas “gambiarras” em moradias de comunidades carentes. O valor da reforma inclui ainda a parte técnica de elaboração de projeto, além, claro, da instalação.

Inúmeros outros casos de empreendedores sociais podem ser encontrados em buscas simples em plataformas de pesquisa, como o Google. Há diversos casos de preocupação com a educação, com o meio ambiente, com moradias populares, dentre outros. Se mais iniciativas como estas fossem realizadas, muito provavelmente viveríamos em um país melhor e, obviamente, mais solidário.

 

 

Grupo RBS, liderado por Eduardo Sirotsky Melzer é um dos mais premiados do Brasil

Até ao momento, o Grupo RBS do empresário Eduardo Sirotsky Melzer (mais conhecido como Duda Melzer) é a segunda firma mais premiada do jornalismo brasileiro, segundo o ranking efectuado pelo Jornalistas&Cia. O ranking é feito a partir da atribuição de prêmios e distinções que os jornalistas e as empresa receberam ao longo do ano.

O grupo mídia brasileiro presidido por Eduardo Sirotsky Melzer apenas se encontra atrás da Rede Globo que detém 36890 pontos e apresenta uma distância considerável do segundo classificado que tem menos de metade dos pontos do primeiro lugar (19375 pontos). Em terceiro lugar está a Diário Associados (13485 pontos), seguido do Estado (12280 pontos) e Folha (11540 pontos) que ficaram no quarto e quinto lugar, respetivamente. No que diz respeito ao ano de 2016, a Rede Globo perfez o total de 1825 pontos, cimentando assim o primeiro lugar e seguido por Grupo brasileiro (970 pontos), Bandeirantes (425 pontos), Record (385 pontos) e Abril (380 pontos), respetivamente.

Para melhor análise dos números publicados importa destacar a importância que o jornal Hora Zero (9120 pontos), Radio Gaúcha (4130 pontos) e a RBS TV (3155 pontos) tiveram para a contagem do valor total do grupo neste ranking uma vez que estas três estações de informação contabilizam cerca de 85% dos prémios recebidos pelo grupo de Eduardo Sirotsky Melzer. Desta forma, o jornal Zero Hora consegue manter a liderança na Região Sul do Brasil e o sétimo a nível nacional. A RBS TV e a Rádio Gaúcha também aparecem no top-10 nacional, estando em nono e décimo lugar respetivamente.

Eduardo Sirotsky Melzer comentou o percurso realizado pela RBS este ano e enalteceu os resultados obtidos e a motivação e exigência que os mesmos acarretam para continuar a realizar trabalhos e produções de elevada qualidade, indo ao encontro do público que segue esta empresa. Para o chairman da RBS, os prêmios transmitem que a empresa está a caminhar para o sucesso e criar conteúdo com qualidade é a razão pela qual a empresa ainda se mantém em atividade após 60 anos desde a sua criação. Para o editor do Jornalistas&Cia o desempenho do jornal Zero Hora “é reflexo do bom trabalho de seus profissionais, que também se destacam na pesquisa, e do investimento em reportagens de profundidade, que são as que geralmente são lembradas e mais valorizadas nos principais prêmios de jornalismo do Brasil e do Mundo”

Para além de Eduardo Sirotsky Melzer, Claudio Toigo Filho, CEO da secção da Mídia da RBS analisa a prestação do grupo no ano de 2016 como “o resultado da qualidade do trabalho dos profissionais e nos estimulam a investir cada vez mais no jornalismo que tem relevância para o nosso público e gera impacto positivo na sociedade.” Ao nível estadual, a RBS TV e a Rádio Gaúcho mantiveram a primeira posição dos seus respetivos rankings. O jornal Zero Hora é o maior destaque da Região Sul, uma vez que o jornal esteve presente em todas as edições realizadas pelo Jornalistas&Cia.