Google é processada por favorecer candidatos jovens em emtrevistas

A Justiça do Estado da Califórnia negou o pedido da Google para que uma ação de classe contra a empresa fosse extinta. As pessoas representadas na ação acusam a gigante das buscas de favorecer sistematicamente candidatos mais novos em seus processos seletivos.

A decisão foi emitida no início de agosto pela juíza distrital da Califórnia, estado da sede da empresa processada, Beth Labson Freeman. Com isso, será possível o prosseguimento da ação de classe que agrupa 265 pessoas que se sentiram prejudicadas em processos seletivos da Google em função unicamente de sua idade. Todos os representados na ação têm mais de 40 anos.

Uma ação de classe se dá quando o processo de um indivíduo ou de um pequeno grupo de pessoas passa a representar um grupo muito maior, com interesses afins. O dispositivo nasceu a partir da incapacidade financeira e processual de julgar centenas de casos semelhantes que poderiam ter sido agrupados.

Entretanto, para que uma ação de classe seja feita, é necessário que questões do fato averiguado ou do direito envolvido sejam os mesmos para todos os integrantes da classe. Foi esse o ponto contestado pela Google em seu recurso contra a instauração do processo. Para a empresa, há diferenças cruciais entre as alegações de diversos elementos da classe, como o fato de alguns deles terem tido um resultado melhor no teste técnico que outros. Os argumentos, no entanto, não foram considerados suficientes pela juíza para derrubar a ação.

A representante da classe é Cheryl Fillekes, uma engenheira que foi entrevistada pela Google em 4 ocasiões entre 2007 e 2014. Ela tinha 47 anos na data da primeira entrevista. Segundo a engenheira, apesar dos bons resultados nos testes técnicos e da vasta experiência anterior, em todas as ocasiões ficou clara, a partir das perguntas realizadas e dos valores apresentados pela empresa, a preferência por profissionais mais novos. A média de idade dos funcionários da gigante do Vale do Silício é de 29 anos.

O processo agora corre para os próximos passos, mas ainda em segredo de justiça, já que, segundo a juíza do caso, contém informações sensíveis aos negócios da Google.

Entenda como a dívida pública federal torna mais difícil a vida do empreendedor!

Quando falamos sobre empreendedores, principalmente sobre aqueles que administram pequenos negócios, uma dificuldade que não podemos deixar de lado é o crédito. Sem esse recurso, manter uma operação ou adquirir novos insumos e equipamentos, pode ser uma árdua tarefa.

Para grandes empresas, que contam com garantias e um longo histórico de crédito, conseguir um empréstimo bancário é relativamente fácil. Mas o pequeno empresário, que muitas vezes não possui nenhum tipo de garantia, tem muitas dificuldades em conseguir empréstimos.

É claro que a pequena quantidade de bancos, que reduz a concorrência e, por consequência, acaba por padronizar os custos e os serviços bancários, é um dos fatores que dificultam a vida do empreendedor. Mas o governo, através do Tesouro Nacional, tem papel de destaque nesse problema.

Como o governo tem gastos maiores do que as quantias que arrecada com os impostos, ele emite títulos de dívida pública, o famoso Tesouro Direto, para financiar seus débitos.

Por ser garantido pelo próprio Tesouro Nacional, o Tesouro Direto é considerado o investimento mais seguro, por isso capta um grande número de investidores.

Quando o investidor compra um título público e deixa de investir em CDB, por exemplo, esse recurso acaba sendo usado para quitar despesas do estado. Se fosse destinado ao CDB, na certa seria utilizado para financiar crédito.

Como o perfil de investidor brasileiro prefere os títulos públicos, pela segurança que eles oferecem, os recursos para financiar empresários se tornam mais escassos. E isso torna o crédito mais caro e difícil.

Se o governo diminuísse a quantia de crédito que toma do mercado, os recursos para empreendedores aumentariam e, com mais crédito, empresas poderiam expandir mais suas operações. O que geraria mais empregos e até mesmo mais receitas para o estado, pois ele arrecadaria mais com os impostos.

Por tanto, é fácil presumir que a dívida pública federal dificulta a vida do empreendedor e atrapalha seus negócios.

O MEI como forma de ser dono do próprio negócio

As pessoas que desejam ser donas dos próprios negócios encontram no Microempreendedor Individual – MEI como uma forma de colocarem em prática toda essa vontade de não ter que ficar escrava de um sistema de trabalho a qual precisam presas àquelas 8 horas fixas de trabalho, que muitas das vezes é chata, é um local com uma série de pessoas que certamente não seriam as mesmas que o mesmo teria vontade de conviver, mas que mediante as condições da empresas é necessário. Por viés disso, ser o responsável único pos suas próprias atitudes é algo que cria uma responsabilidade, maturidade e vontade em querer trabalhar cada vez, já que certamente sendo um MEI o trabalho facilmente será mais de 8 horas diárias, mas que ao fazer o que gosta e com as pessoas certas, será um prazer e não uma obrigação em cumprir metas, para que no final haverá o simples enriquecimento do patrão e a mera continuidade num sistema de continuidade sem valorização.

O MEI precisa cumprir algumas obrigatoriedades para terem o registro legal de suas atividades que seria o pagamento de taxas tributárias na forma de vias de INSS, ICMS ou ISS, de modo que tais atividades podem ser analisadas e escolhidas por meio do site Portal do Empreendedor, e após definir-se por qual atividade se enquadra ao perfil do profissional o mesmo ainda pode ter outras quinze atividades secundárias. E para tal terá uma série de vantagens e benefícios ao comparar com atividades realiadas de forma totalmente autônoma ou de forma informal, a qual incluem o recebimento de um CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica), o possibilitando a trabalhar diretamnete com grandes empresas privas e / ou do governo, pois haverá possibilidades em emitir notas fiscais, recebimento de auxílio doença, no caso de algum afastamento das atividades, até mesmo à aposentadoria, seja por meio de contribuição ou invalidez.

Portanto, ser o dono do próprio negócio pode parecer algo muito bom, porém, pelo menos no início não é tão confortável quanto ter um emprego fixo e estável com recebimentos pré – fixados com dia certo. No caso do MEI será ele o único responsável por sua renda, de modo que se não realizar suas atividades com maestria e responsabilidade não poderá retirar frutos de tais, sendo que não há nada mais prazeroso em ter dono dos seus próprios passos e metas.

 

Saiba o que diz um estudo sobre a alta do dólar e sua influência no Brasil

O aparente desinteresse da população brasileira em relação às oscilações da economia tem sido motivo de preocupação para especialistas no assunto. Dessa forma, alguns materiais passaram a ser produzidos a fim de que as pessoas fiquem cientes dos possíveis impactos que a alta do dólar pode acarretar para o cotidiano de quem vive no Brasil.

Ao ser entrevistada pela equipe da revista Brasil Econômico, Paula Sauer, economista e professora do Ibmec/SP, traçou uma espécie de panorama acerca da alta do dólar e seus desdobramentos. Dentre suas alegações, a profissional apontou para o fato de que a moeda em questão sofre forte influência de fatores externos à competência do governo brasileiro.

Sauer explicou que, diante de acontecimentos internacionais nada há o que ser feito para se conter a alta do dólar. Até mesmo instituições reguladoras como o Branco do Brasil se veem de mãos atadas em relação à cotação da moeda em determinadas circunstâncias.

Nos dias atuais o posicionamento do presidente norte-americano em determinados assuntos tem exercido impacto sobre a variação do dólar, esclarece a professora de economia do Ibemec. Para Sauer, o relacionamento comercial com a China trata-se de um dos fatores externos mais presentes na atualidade.

A professora explica que as atividades econômicas recebem grande influência das variações do dólar. Ela citou o fato do Brasil importar diversos tipos de matéria-prima, como o trigo, ingrediente fundamental no preparo do pão francês, um alimento largamente consumido no país. Apesar de alguns comerciantes não terem repassado algumas altas aos consumidores finais, ela acredita que isso poderá ocorrer futuramente e de uma mesma vez.

Se de um lado a elevação da moeda norte-americana pode encarecer muitos produtos consumidos em terras brasileiras, de outro algumas vantagens podem ser percebidas. Sauer destaca que segmentos como o de negócios turísticos e o agronegócio têm boas razões para comemorar. Pelo fato de tais segmentos realizarem suas operações empregando o dólar, estes podem se beneficiar quando a moeda se encontra em grande elevação.

A representante do Ibemec enfatizou que o consumidor nacional também acaba se beneficiando em algumas circunstâncias, principalmente no momento de comprar produtos que são produzidos no país, uma vez que estes ficam mais baratos do que os importados.

Fenabrave divulgou avanço de 3,5% nas vendas de caminhões em 2017

Conhecido pelos economistas como o mercado que reconhece a tendência da economia do país, o segmento de caminhões registrou uma alta de 3,5% no fechamento do ano de 2017 em uma comparação com o ano de 2016. O segmento conseguiu registrar uma alta no final do ano mesmo com o início de queda de mais de 30% das vendas registrada nos meses de janeiro e de fevereiro de 2017. Os dados divulgados são do levantamento realizado pela Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores.

Segundo a Fenabrave, o setor registrou seu 3º ano de queda consecutiva com o fechamento de 2017, mesmo com o avanço do segmento. A federação ainda informou que o segmento conseguiu voltar a crescer graças ao alto número de exportações, que fez a produção nacional de caminhões subir 37%.

Contudo, os dados utilizados pela Fenabrave levam em consideração volumes baixíssimos, que deixaram de ser registrados há 20 anos no Brasil. Atualmente, as fábricas que trabalham com o segmento de caminhões ainda estão operando com uma capacidade bastante reduzida.

O presidente da Anfavea – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores -, Antonio Megale, disse sobre os novos dados do segmento: “Em caminhões, a ociosidade está perto de 75%”.

Em 2017, o segmento registrou uma marca de 52.069 caminhões vendidos, contra apenas 50.292 caminhões que foram vendidos no ano de 2016, que já foi considerado o pior ano para o segmento desde o ano de 1996, quando o segmento registrou a marca história de 42.134 unidades emplacadas.

O vice-presidente da Anfavea que atua no setor de caminhões, Luiz Carlos de Moraes, disse sobre a recuperação das vendas dos caminhões em 2017: “Essa recuperação foi importante, mas o volume continua muito próximo a 2016”.

Se desconsiderarmos o ano de 2016, a Fenabrave ressaltou que o desempenho visto em 2017 só conseguiu superar o registro de 1999, que também tem como comparação números muito baixos para o setor.

Já o vice-presidente da Fenabrave, que também atua no segmento de caminhões, Sérgio Zonta, revelou que os empresários tem demonstrado querer renovar as frotas de caminhões, o que é um ótimo sinal de retomada para o segmento.

Investimentos em infraestrutura podem ser decisivos para que, em cinco anos, Mato Grosso possa quase dobrar a produção de soja do Estado, reporta Felipe Montoro Jens

Há cerca de quase três meses a maior empresa de produção de alimentos da China, a Cofco Alimentos, anunciou que, em um período de cinco anos, pretende quase dobrar a compra de soja que é feita do Estado de Mato Grosso (MT). A declaração foi feita em uma reunião entre os diretores da companhia e o governador do MT, Pedro Taques, no início do último mês de novembro, dia 7. Entretanto, isso pode depender de investimentos em infraestrutura, destaca o especialista em Projetos de Infraestrutura, Felipe Montoro Jens.

Atualmente, a China importa cerca de 120 milhões de toneladas de soja. Desse total, 30 milhões é responsabilidade somente da Cofco Alimentos. Felipe Montoro Jens ressalta que, de Mato Grosso, a companhia chinesa compra cerca de quatro milhões de toneladas de soja – contudo, a ideia é ampliar esse número para 7,2 milhões. Para tanto, existe uma reivindicação por parte dos membros da Cofco – que o governo faça mais investimentos em infraestrutura, em especial, conclua a BR-163, uma das principais vias que colabora para o escoamento da produção nacional.

Para o vice-presidente e diretor executivo da Cofco Internacional, Jingtao Chao, o Estado localizado na região Centro-Oeste do Brasil trata-se de um importante local no que se refere à estratégia de crescimento do empreendimento – 13 dos 19 armazéns de produção que a empresa chinesa tem no Brasil estão lá, acentua Felipe Montoro Jens. O especialista em Projetos de Infraestrutura ainda acrescenta que, recentemente, foram adquiridas duas fábricas de óleo de soja em Rondonópolis – município da região Sudeste de Mato Grosso –  com anúncio de aumento da produção.

“Brasil e Mato Grosso são muito importantes na nossa estratégia. Queremos ser parceiros do Estado e quanto mais investirmos mais empregos iremos criar e mais impostos vamos pagar, o que vai beneficiar o Estado”, ponderou Chao.

O especialista Felipe Montoro Jens enfatiza ainda, que, segundo o governador Taques, o objetivo dos produtores é aumentar a produção, mas sempre preservando a qualidade e também com responsabilidade ambiental. Hoje em dia, Mato Grosso produz cerca de 30 milhões de toneladas de soja e esse número pode chegar a 50 milhões em cinco anos – mas, para isso, os investimentos em infraestrutura são indispensáveis. “Essa missão é muito importante para Mato Grosso. Estamos abrindo as portas para novos relacionamentos. A Cofco já mostrou seu interesse por nosso Estado e pode fazer de Mato Grosso o Estado plataforma da empresa no Brasil”, alertou Pedro Taques.

Já para o diretor executivo da Associação dos Produtores de Soja e Milho (Aprosoja) – uma entidade representativa de classe, sem fins lucrativos – Wellington Andrade, conhecer mais de perto a empresa de alimentos que ocupa posição estratégica no mercado da soja é um aspecto muito positivo, reporta Felipe Montoro Jens.

“Em cinco anos, eles [a Cofco] vão praticamente dobrar a compra de grãos de Mato Grosso. É uma gigante do mercado e quer ter contato direto com os produtores. Além disso, também quer ser parceiro da Aprosoja no projeto Soja Plus, que orienta os produtores no cumprimento de legislação ambiental e trabalhista”, completou Andrade.

https://www.mundodomarketing.com.br/noticias-corporativas/conteudo/160655/investimentos-em-infraestrutura-sao-peca-chave-para-que-mato-grosso-amplie-sua-exportacao-de-soja-destaca-felipe-montoro-jens

Elon Musk divulga planos da Tesla para postos de recarga de carros elétricos

Quem espera que os postos de recarga de carros elétricos sigam a mesma linha dos velhos postos de combustíveis, com lojas de conveniência, está muito enganado. Foi o que disse o empreendedor Elon Musk, que também é dono da líder dos carros elétricos, a Tesla. Em seu perfil no Twitter, o empresário revelou alguns dos planos da empresa em relação a fabricação dos postos de recarga de seus veículos. Segundo Musk, esses postos terão muito mais do que lanchonetes e máquinas de café.

Dentre os planos da Tesla está a instalação de restaurantes em seus postos de recarga. Contudo, essa é ainda a instalação mais normal da lista, que segundo Musk, segue com cinema drive-in e patinação. Todos esses itens fazem parte de um plano maior da montadora de veículos para a criação de seus mega postos de recarga de bateria de veículos elétricos.

Essa história de como seriam os postos de recarga da Tesla começou no mês de setembro de 2017, momento em que a montadora começou a planejar a criação de lojas de conveniência que atingissem um alto nível nas estações de carregamento que serão localizadas nos Estados Unidos.

Partindo do conceito de que as pessoas geralmente passam até 30 minutos esperando as baterias carregarem nas estações de carregamento de veículos elétricos e de que esse tempo poderia ser melhor utilizado pelos usuários para comer, usar o banheiro ou realizar operações de seus interesses, a Tesla identificou a necessidade de lojas de conveniência. Mas diferente das habituais lojas encontradas nos postos de combustíveis, a montadora quis ir além e proporcionar momentos memoráveis em seus postos de recargas.

No Twitter, o empresário revelou os planos da Tesla: “Vou colocar um drive-in [cinema muito comum antigamente em que as pessoas assistem aos filmes sem sair do carro], patinação e um restaurante rock em uma das novas superestações de carregamento da Tesla em Los Angeles”.

Além dessas ideias para as estações de recarga da Tesla, Musk foi ainda mais longe ao responder a um usuário do Twitter que as estações contará com pipoca enquanto os motoristas podem visualizar as melhores cenas já exibidas nos cinemas em um telão.

O empresário ainda foi questionado sobre um sistema touchscreen para que os proprietários dos veículos possam realizar os pedidos dentro do próprio carro. Musk respondeu ao usuário dizendo: “Boa ideia. Podemos fazer o menu surgir assim que você parar o carro no estacionamento”.

 

Cinco modelos de veículos fecharam as portas para o mercado brasileiro em 2017

Após diversos lançamentos de veículos que ocorreram em 2017, o ano encerrou com uma lista de carros que tiveram a sua linha de produção fechada no Brasil. A maioria desses fechamentos ocorreram para dar espaço a novos lançamentos que foram feitos no ano passado, o que fez com que o valor de determinados modelos fosse ofertado com bastante desconto.

Contudo, alguns modelos também foram eliminados do mercado brasileiro por apresentarem baixo volume de vendas, que acaba não compensando para as concessionárias devido ao alto custo de produção ou ainda de importação do veículo.

A lista dos veículos que fecharam as portas para o mercado brasileiro começa com o modelo da Chevrolet, o Captiva. O motivo, segundo a Chevrolet, é que o modelo foi substituído pelo lançamento Equinox. A substituição pelo novo SUV demonstra que o Captiva encerrou suas vendas em 2017, tendo sido comercializado no Brasil em uma única versão no valor de R$ 108,190. O modelo era equipado com motor 2.4 Ecotec com 184 cv. Além disso, o modelo vendeu tão pouco no ano passado que nem mesmo fez parte da lista dos 40 SUVs que mais foram vendidos no ano passado.

Outro modelo que disse adeus foi o Punto da Fiat. Embora a empresa não tenha admitido o fim da produção no ano passado, o novo modelo hath Argo da Fiat ganhou espaço nas lojas e acabou deixando o Punto de lado. As vendas ainda acontecem, mas o modelo já deixou de ser fabricado em Minas Gerais, na fábrica em Betim.

O Tucson da Hyundai também não teve suas vendas oficialmente finalizadas pela montadora, mas já podemos considerar seu fim em 2017. Isso porque a marca já possui no Brasil outros modelos SUVs que disputam o espaço na escolha dos consumidores. Os modelos New Tucson, ix35 e o Creta estão no topo da lista das opções dos consumidores, o que fez com que o Tucson perdesse espaço em 2017. Sendo assim, o modelo se despediu em 2017 com apenas 1.058 unidades vendidas em todo o ano.

Já no caso do modelo Hyundai i30, a empresa relatou em 2017 que fechou as importações do modelo para o Brasil. O motivo foi que as vendas estavam tão fracas que não compensava a importação. Atualmente, o modelo segue sem previsão de ter a importação feita pela marca novamente ao Brasil.

O último modelo da lista dos veículos que encerraram as vendas em 2017 é o Tiguan, da montadora alemã Volkswagen. Embora a empresa tenha um novo modelo para substituir o Tiguan, as vendas do novo Tiguan Allspace deverão começar agora em 2018. Sendo assim, a montadora cancelou as importações do modelo antigo para o Brasil.

 

Amazon inova em serviço de entrega de encomendas, reporta Rodrigo Terpins

 

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A Amazon, gigante norte-americana especialista em e-commerce, sediada na cidade de Seattle, apresentou uma grande novidade no sentido de aperfeiçoar ainda mais a experiência de compra de seus consumidores. A multinacional, no final de 2017, tornou público seu mais novo serviço: o Amazon Key. De acordo com a empresa, a iniciativa permitirá que os funcionários responsáveis pelas entregas das encomendas entrem nas residências dos clientes – mesmo que eles não estejam lá – e deixem as compras adquiridas na loja virtual, noticia o empreendedor varejista Rodrigo Terpins.

Para que o mais novo serviço pudesse ser colocado em prática, a Amazon dedicou grande atenção aos aspectos relacionados à segurança. O objetivo da empresa é que todo processo de entrega seja transmitido em tempo real, através do sistema de segurança Amazon Cloud Cam. Inicialmente, apenas os clientes Amazon Prime terão acesso ao serviço, reporta Rodrigo Terpins. O valor de partida do Amazon Key é de US$ 250 – com direito a câmera de monitoramento sincronizada com a nuvem e fechadura digital, que complementam o sistema.

O Amazon Key permite que o entregador, ao chegar na casa do cliente, digitalize o código de barras do produto e inicie o processo de gravação de forma automática; o usuário receberá uma notificação em seu smartphone e poderá destrancar remotamente a fechadura do seu imóvel. De modo a causar o mínimo de transtorno possível, os funcionários são instruídos a tocar a campainha sempre, verificando se já há alguém em casa. Contudo, a Amazon recomenda que o serviço não seja utilizado por pessoas que criam animais de estimação soltos no interior de suas residências, destaca Rodrigo Terpins.

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A nova ferramenta de entrega demorou mais de um ano para ser desenvolvida, e, segundo a transnacional, a finalidade é cativar a parcela de consumidores que não possuem disponibilidade para esperar as encomendas em casa, mas que desejam evitar que suas compras fiquem expostas do lado de fora da residência. Em entrevista, Peter Larsen, vice-presidente de desenvolvimento de produtos da Amazon, declarou que a iniciativa não é um experimento. Para ele: “Esta é uma parte fundamental da experiência de compras da Amazon a partir deste ponto”, reporta Rodrigo Terpins. O serviço será disponibilizado previamente em 37 cidades estadunidenses, onde a própria Amazon é responsável pela entrega dos produtos. Dessa forma, a empresa espera evitar problemas com contratos logísticos terceirizados.

A líder mundial em e-commerce, porém, num futuro próximo já considera integrar o Amazon Key a outros dois produtos de seu departamento de serviços residenciais. Conforme noticia Rodrigo Terpins, a Amazon anseia que os usuários do novo serviço de entrega também possam empregar o acesso às suas casas para contratação de outros dois produtos: o Marry Maids e o Rover.com. O primeiro é voltado para execução de atividades domésticas de naturezas variadas; já o último, é um serviço de passeios com cães. De forma complementar, a Amazon ainda objetiva que a câmera adquirida no ato da compra do Amazon Key também seja utilizada como reforço na segurança do lar, já que apresenta funcionalidades como detector de faces e de movimento.

 

Conhecer para dominar: aprimore online – e até de graça! – seus conhecimentos sobre gestão

Em um mundo competitivo e caro para os negócios, investir em conhecimento para a melhoria dos processos na empresa é sempre uma necessidade. Felizmente, sempre é possível encontrar cursos e treinamentos oferecidos por instituições respeitáveis nos meios digitais por preços acessíveis ou até mesmo livres de custos. Confira a seguir algumas dicas para começar a aprender já nos próximos cliques!

Gestão de projetos

Gerir novos processos e projetos requer muita responsabilidade. Uma opção para conhecer e dominar as ferramentas de gerenciamento é o curso online e gratuito Gestão de Projetos, do programa social Veduca, ministrado por professores da USP. A plataforma sugere ainda ao aluno a opção de acesso a uma avaliação final com certificado por um baixo investimento. Lá é possível também encontrar diversos outros cursos na área de administração e negócios.

Chefia e liderança

Para o crescimento satisfatório de qualquer empreendedor no mundo de hoje, já não basta apenas o dito self-awareness, ou o autoconhecimento. É importante também saber justificar sua função de líder para bem conduzir sua equipe e promover nela o máximo engajamento profissional. Afinal, um grupo de funcionários sem chefia e liderança dificilmente será de fato um time, com o mesmo propósito em comum. A plataforma Cursos 24 Horas oferta por um investimento muito baixo esse curso que, a exemplo de outros similares no site, é compatível com diversos dispositivos eletrônicos.

Análise de investimento

Todo empreendedor de sucesso precisa dominar as estratégias para a melhor aplicação dos recursos financeiros da empresa. Conhecer os caminhos para não errar na análise de investimento é, portanto, fundamental para quem precisa tomar decisões sobre o fluxo de valores e afins. A Escola do Trabalhador, disponibilizada pelo Ministério do Trabalho com apoio da Universidade de Brasília (UnB), oferece gratuitamente esse e outros cursos sobre gestão e negócios.

Planejamento estratégico de marketing

A visibilidade da marca e da empresa é fundamental para um negócio bem sucedido. O curso de planejamento estratégico de marketing oferecido pela FGV é uma boa opção para quem precisa investir pouco nessa área, com possibilidades de parcelamento.